quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Evolucionistas não entendem a origem da vida!

Um preeminente químico, reconhecido neste ano como um dos 50 cientistas mais influentes do mundo, diz que a maioria dos cientistas não entende como a evolução poderia explicar a existência da vida. O Dr. James Tour é um professor bem conhecido na Universidade Rice, especializada em química. Ao longo dos últimos 30 anos, Tour foi autor de mais de 500 pesquisas publicadas, e foi reconhecido como um dos “50 cientistas mais influentes do mundo atual”, pelo thebestschools.org. Tour também recebeu prêmios e reconhecimentos da Sociedade Química Americana, Thomson Reuters, Honda, Nasa e outros. Em um vídeo lançado em 2012, Tour explicou que ele tem tido experiência extensiva estudando a origem da vida. “Vou contar-lhe que como cientista e químico sintético”, Tour diz, “se alguém devia entender a evolução, seria eu, porque faço moléculas para ganhar a vida, e não apenas compro um kit, e misturo isso e mais isso e obtenho aquilo. Quer dizer, ab initio, eu faço moléculas. Eu entendo o quão difícil é fazer moléculas.”

A despeito de suas experiências e expertise, Tour admite que não entende como a evolução poderia contar para a existência da vida. “Eu não entendo a evolução, e vou confessar para você”, ele diz no vídeo. “Para mim está tudo bem dizer que ‘eu não entendo isso’? Está tudo bem? Eu sei que há um monte de pessoas lá fora que não entende nada de síntese orgânica, mas entendem de evolução. Eu entendo um monte sobre fazer moléculas; eu não entendo a evolução. E você poderia apenas dizer: uau! Isso deve ser realmente incomum!”

Todavia, Tour diz que ele não é o único que não entende como a vida poderia ter surgido de processos naturais e não guiados. “Deixe-me dizer a você o que acontece nos bastidores da ciência – com os membros da Academia Nacional, com vencedores de prêmios Nobel”, declarou Tour. “Eu me assentei com eles, e quando estávamos sós, não em público – porque é uma coisa apavorante, se você diz o que eu acabei de dizer –, eu disse: ‘Você entende tudo isso, de onde tudo isso veio e como aconteceu?”’ A resposta que Tour inevitavelmente recebe é: “Não.”

“Toda vez que eu me assento com químicos sintéticos, que entendem isso, eles dizem ‘Ah-hã. Não’”, afirma Tour. “E se eles estão com medo, e querem dizer ‘sim’, então não dizem nada. Eles apenas olham pra mim, porque eles não podem sinceramente fazer isso.”

É justo dizer que há uma importante diferença entre microevolução e macroevolução – a primeira é claramente observável e repetível, mas a segunda nunca foi testemunhada. “De tudo o que eu posso ver, a microevolução é um fato; nós a vemos ao redor de nós com respeito às pequenas mudanças entre as espécies, e os biólogos demonstram esse procedimento nos seus laboratórios diariamente. Então, não há argumentos a respeito de microevolução”, ele escreve em uma postagem de blog. “O centro do debate, para mim, então, é a extrapolação da microevolução para a macroevolução.”

Depois de reconhecer que os evolucionistas são “coletivamente desnorteados” pela origem da vida, Tour junta-se a perto de 900 outros cientistas ao assinar uma Dissenção Científica do Darwinismo, que declara: “Nós somos céticos quanto às reinvindicações de que a habilidade de mutações aleatórias e da seleção natural leve à complexidade da vida. Exames cuidadosos das evidências da teoria darwinista devem ser encorajados.”

Se a evolução não pode contar para a existência da vida, então como a vida foi originada? Tour diz que a resposta mais razoável é simples. “Eu creio fundamentalmente que Deus criou a todos nós”, ele disse à Houston Chronicle.

(Christian News)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Look up

Vídeo com o texto de um poema Inglês, falando sobre a forma de interação da sociedade após as redes sociais, e de como estamos deixando de viver alguns aspectos bons da vida, fora destas redes. Legendado Português Brasil.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A Ignorância do Pré-conceito

Vivemos em uma paranoia pós-moderna de um discurso fictício da felicidade constante. Observe as redes sociais. Quantos publicariam fotos de um “velório”? Todos em um frenesi para demonstrar que estão felizes e que desejam realmente a felicidade. Quando na realidade, se constrói uma postura imatura para lidar com as mazelas da vida. Fico então a me perguntar: Quem realmente é feliz? Quantos realmente são felizes?

Há aqueles que se tornam tão íntimos do Divino que espontaneamente perdem o medo de assumir sua história, adquirem força o suficiente para reconhecer suas fragilidades e por fim, tornam-se emocionalmente saudáveis.

São os que compreenderam o beneficio do "mal", pois é na fornalha que crescemos, é no inverno da alma que se aguarda a primavera. Mais aprendemos quando sofremos do que quando nos alegramos, afinal de contas, quantas grandes lições extraímos em meio a felicidade? Quando tais momentos chegam, desejamos apenas usufruir.

Por outro lado, há os que são tão expressivos em comentar o mundo em que estão, mas emudecem diante do mundo que são. Vivem o paradoxo da solidão. Convivem com multidões e ao mesmo tempo, estão isolados dentro de si, construindo uma ditadura.

Para esses, suas verdades são eternas, o mundo é apenas do tamanho da sua cultura. Rígidos na maneira de pensar, vivem um cárcere intelectual. Não ousam duvidar de seus conceitos para se esvaziarem intelectualmente e se abrirem para outras possibilidades de pensar. Vivem a ditadura do preconceito e negam quaisquer possibilidades de derrubar os dogmas de sua mentalidade.

Esses, são os que jamais se introduzirão para uma nova maneira de ver a vida e compreender o mundo. E ao observarem a vida alheia, não cogitam acerca das origens do observado. Não se preocupam em questioná-lo honestamente. Para eles, o individuo observado jamais derramou lágrimas, não possuíra uma família, não tivera infância, não sofrera, não construíra relacionamentos, enfim, não possui uma história. Para os ditadores do preconceito, a história das pessoas é anulada.

Por fim, cabe ressaltar que o ser humano é uma grande pergunta ambulante. Vaga por dezenas de anos procurando respostas e tentando explicar o mundo, quando na realidade, tem que admitir que explicar a si mesmo é o maior desafio da sua própria inteligência.

Felizes são aqueles, que observando, procuram encaixar as peças do quebra-cabeça interior.


J. R. Habkost

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Noé e o Circulo com Ponto



Ultimamente tem circulado nas redes sociais este vídeo. Por coincidência (ou providência) obtive conhecimento justamente no contexto da preparação de uma releitura sobre o filme Noé com uma abordagem cientifica quanto ao dilúvio e uma leitura do roteiro do filme com base nas cenas “chave” do mesmo.

Quanto ao filme propriamente dito, cabe citar que Aronofsky (o diretor) afirmou que “Noé é o filme bíblico menos bíblico de todos os tempos”... “E não me importo nenhum pouco com as avaliações! Meus filmes estão acima das qualificações.”.1

Em sua critica ao longa-metragem o mestre em Comunicação Contemporânea Wilson Ferreira disse: “Aronofsky subverte o famoso personagem bíblico através de uma releitura gnóstica e cabalística. O diretor não só abandonou a Bíblia como transformou a Serpente do Jardim do Éden no personagem principal, trazendo para as telas a antiga versão gnóstica do mito do Paraíso, sob uma embalagem atual política e ecologicamente correta.”. 2

Pois bem, o filme é permeado por inúmeras simbologias em seu roteiro bem como em seus cenários, porém vamos nos deter apenas aos minutos finais.

Após Noé “abandonar” a vontade do “criador” de assassinar/sacrificar as netas do personagem, o mesmo finaliza toda a história em uma cerimonia de "benção/batismo" às herdeiras, implicando em manter o sol de fundo e envolver o seu braço na pele da serpente do Éden para abençoar as crianças. No cenário, também temos uma “bandeira” tremulando ao fundo com um símbolo do circulo com um ponto ao centro.

Segundo o artigo intitulado “O ponto dentro do círculo” proveniente da ordem maçônica de Itapoã, Vila Velha no ES, o símbolo significa:

O Templo Maçônico, assim como tudo o que está em seu interior, representa a universalidade da nossa Instituição. Assim como o Templo, o Círculo com Ponto no Centro também vai da superfície ao centro da Terra. Por isso mesmo, ao passar pela Prova da Terra, o profano morre e o Iniciado renasce dentro do símbolo iniciático da geração, o Círculo com o Ponto...”. 3

Sem mais delongas, o que Noé realiza é uma cerimonia de iniciação, uma vez que abandonou o Criador (linguagem utilizada no filme) e envolveu-se com a serpente do Éden. Há outras fontes que referenciam o símbolo como uma representação do sol.


Agora o que é mais interessante quanto ao deus credibilizado pela maçonaria e definido por Alberte Pike, é que é justamente o personagem do Criador no filme, um ser tirano, maléfico e a serpente é a portadora da sabedoria, da luz e do conhecimento, posta em evidência como sendo o lado benéfico da história:

“...a religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados dos altos graus, mantida na pureza da Doutrina Luciferiana. ...a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual de Adonai, mas Lúcifer, deus da luz e deus do bem, está lutando pela humanidade contra Adonai, o deus das trevas e do mal.”.4

E como bem afirmou Aronofsky, “Noé está adorando um falso deus, maníaco e homicida. Quanto mais Noé é fiel e “piedoso”, mais homicida ele se torna. Ou seja, a cada momento ele se torna a imagem e semelhança do “criador”...”.5

Com este contexto, não é interessante que o mesmo símbolo apareça nas cenas do vídeo One Human Family, Food for All (Uma Família Humana, Comida para Todos)? Repare no roteiro da animação, pois nas cenas inicias uma luz emana do circumponto (referência à luz solar), percebe-se que representantes de várias etnias estão prostrados diante do símbolo tentando se alimentar, divididos pelo possível egoísmo humano todos competem pelo alimento até uma mulher tomar a iniciativa de alimentar o próximo, a partir deste momento todos em um pensamento unificado pela iniciativa de uma mulher, alimentam uns aos outros prostrados diante do símbolo “iniciático” - alimentados pelo sol.

Para quem entende um pouco das profecias descritas no livro de Apocalipse, fica fácil de compreender que a animação trata de um pensamento unificado entre as nações levando-as a uma adoração ao sol, liderada por uma instituição religiosa (mulher/igreja - Efésios 5:23).

Como bem disse o criador da TV, Vladímir Zvoríkin, “Eu criei um monstro capaz de fazer uma lavagem cerebral em toda a humanidade. Esse monstro vai levar o nosso planeta a um pensamento unificado.”6

Vladímir sabia o que estava dizendo e nós que dedicamos a vida ao estudo e prática dos ensinos bíblicos deveríamos saber também que quanto mais nos aproximamos do conflito final, mais os meios de comunicação comunicarão os enganos provenientes do inimigo de Deus. Estejamos, pois atentos e vigiando, renovando nossa mente para experimentar a boa e perfeita vontade de Deus.

Todo cristão precisa manter-se constantemente em guarda, vigiando todas as avenidas da alma, pelas quais Satanás poderia ter acesso. Deve orar por auxílio divino e, ao mesmo tempo, resistir resolutamente toda inclinação para o pecado. Mediante a coragem, fé e luta perseverante, ele pode vencer. Deve, porém, lembrar-se que, para obter a vitória, Cristo deve permanecer nele e ele em Cristo.”7

Referências
1- Darren Aronofsky, The New Yoker – 17/03/2014 - http://www.newyorker.com
2- Prof. Wilson R. V. Ferreira – http://cinegnose.blogspot.com.br
3- Cavaleiros da Luz, O Ponto Dentro do Círculo – cavaleirosdaluz18.com.br/trabalhos.asp
4- Albert Pike, Instructions to the 23 Supreme Councils of the World, July 14, 1889. Recorded by A.C. De La Rive in La Femme et l'Enfant dans la FrancMaconnerie Universelle on page 588.
5- Darren Aronofsky, Sympathy for the Devil - drbrianmattson.com
6- Vladímir Zvoríkin, Gazeta Russa – 03/08/2014 - http://br.rbth.com
7- Ellen G. White, Fé Pela Qual Eu Vivo, pág. 135

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Roma - Uma História Mal Contada



ROMA - Uma História Mal Contada

- Dos deuses pagãos aos santos cristãos;
- Do sétimo ao primeiro dia;
- De Platão ao inferno de Dante.
 Um resumo do impacto na cultura e compreensão religiosa desempenhada pelo império Romano.

Obs.: devido a problemas técnicos, foi possível apenas disponibilizar as imagens iniciais e finais desta aula, os demais trechos são preenchidos pelos slides da palestra.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Sua Igreja é chata?

Nearer, My God, to Thee