quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Porque não devemos temer o decreto dominical

Que o decreto dominical vem, isso é certo. Mas, afinal, porque tantos temem o decreto dominical? Vamos buscar entender seus efeitos, o que vem antes dele, e o que vem depois.

O decreto dominical é uma estratégia desesperada de satanás para evitar a conclusão da pregação da verdade bíblica. Pela lógica, certamente ele nem tem desejo de emitir esse decreto, pois ele sabe que então DEUS Se levanta por Seu povo. Ele deve saber que por esse decreto os países entram em colapso total, uma vez que então DEUS deixa de abençoar o mundo, que assim excluiu o povo de DEUS do direito ao trabalho e sustento. Ele sabe que, com esse decreto a Igreja Adventista do Sétimo Dia é purificada do joio, e então os que nela restam, unidos aos que nela entram vindos pelo Alto Clamor de Apoc. 18:4, a pregação da vinda de CRISTO é concluída em curtíssimo prazo de tempo, e logo depois o Salvador volta. E tudo o satanás não quer. Mas ele levará os países a emitirem esse decreto quando não tiver mais outra alternativa.

E quando satanás se verá tão apertado que não restará outra opção, senão apelar para o decreto dominical? Simples de responder: quando a Igreja Adventista do Sétimo Dia passar a pregar com crescente vigor, principalmente sobre a vinda de CRISTO, sobre os Dez Mandamentos e sobre o sábado, a adoração ao Criador, e que ficar evidente que o poder dessa pregação tende a só aumentar. Em tempos de crescente exaltação do domingo, essas mensagens são exatamente as que satanás não quer que sejam ensinadas. Então, para entendermos em que altura estamos antes do fim, é só olhar atentamente para a IASD, e ver se ela está pregando essas mensagens com mais e mais poder, ou ainda não.

Aqui vem uma notícia boa, para quem deseja que CRISTO volte logo. A IASD está sim, pregando e ensinando, com crescente poder, essas mensagens. Desde 2006, quando nos Estados Unidos foi distribuído um pequeno livro sobre os Dez Mandamentos, aos milhões, no Brasil outro livro sobre o mesmo assunto, essas mensagens estão sendo dadas com poder cada vez maior. Depois disso, vieram folhetos e outras publicações relacionadas a mensagem final. A IASD vem deixando de ser Laudicéia, e vai crescendo no cumprimento da missão dada por CRISTO aos apóstolos. Não há como contestar, pois isso é visível. Isso quer dizer o seguinte: estamos no início da grande controvérsia, ela já começou. Ela não pára mais enquanto a mensagem não fora dada ao mundo todo, conforme Mateus 24:14.

Como serão então as reações da oposição? De diversas formas. Em primeiro lugar, assistiremos uma mudança radical da estratégia de satanás para combater a IASD. Até por esses anos, a principal estratégia sempre tem sido manter a igreja morna, para que não trabalhe com vigor e poder. Uma IASD morna jamais concluiria sua missão, isso quer dizer, JESUS também não retornaria tão cedo, e satanás ganharia tempo. Essa seria uma situação um tanto confortável ao inimigo, pois assim ele pode ir tentando neutralizar o povo de DEUS por meio do mundanismo. Essa estratégia, no entanto, está deixando de ser eficaz, pois, a igreja está saindo da mornidão em quase todos os lugares.

Então, o que virá agora por parte de satanás? Um pacote de outras estratégias, bem mais radicais, diretas e cruéis, antes do decreto dominical. E já estamos entrando nesse novo contexto. Haverá fortes ataques à igreja, vindos de todos os lados. A igreja será, melhor, já está sendo, atacada por elementos de fora dela e de dentro dela. Como são esses ataques? Vejamos um rol deles, mas existem muitas outras maneiras de atacar a igreja:

ð Perseguições por poderes externos;

ð restrições econômicas, de emprego, de leis complicadoras para os guardadores do sábado;

ð leis que regulamentarão o proselitismo que impedirão, ou ao menos criarão graves dificuldades para a pregação do evangelho bíblico, e que já estão sendo elaboradas;

ð atitudes fanáticas e até preconceituosas contra o povo de DEUS;

ð busca por denegrir a imagem da igreja perante o público;

ð ataques internos e externos à doutrinas da igreja, para enfraquecer sua principal mensagem, que é a segunda vinda de CRISTO e o seu selo, o sábado, e a adoração ao Criador;

ð ataques internos por meio de mau testemunho, de mundanismo por parte de pessoas formadoras de opinião, líderes e mestres;

ð ataques internos por meio da introdução de elementos estranhos à adoração a DEUS, como música mundana, secular ou profana, e outros fogos estranhos;

ð ataques internos por meio de falso reavivamento, com métodos não aprovados por DEUS;

ð ataques internos por meio de liberalismo nos costumes e maneiras de se apresentar perante DEUS, em Sua casa, e em todos os lugares;

ð ataques internos por meio de decisões equivocadas de alguns de nossos grandes líderes espirituais.

A IASD é a igreja verdadeira, é ela que tem a missão de CRISTO a cumprir. Portanto, assim que ela der início com poder superior ao da mornidão, por meio de seus membros, ao cumprimento da missão, ela será atacada por diversos meios, e de todos os lados, por uma multidão de inimigos, e até mesmo por pessoas enganadas, que pensam assim contribuir com CRISTO.

É isso que estamos vendo acontecer em nossos dias. Foi previsto pela profetiza Ellen G. White. Mas nada disso derrubará a igreja, pelo contrário, contribuirá para a sua purificação e fortalecimento. Parece que o povo de DEUS só se volta a Ele em tempos de crise, sempre foi assim, e será mais uma vez no final do grande conflito. Em outras palavras, combater o povo de DEUS, ao longo dos tempos, sempre tem resultado em fortalecimento desse povo, e dessa vez não será diferente. Não há como posicionar-se contra o povo de DEUS sem enfrentar o próprio DEUS. Ele sempre cuidou de seu povo por mais fraco e débil que ele seja, e cuidará também nesses últimos dias.

Então, o que desencadeia o decreto dominical, e como será o cenário antes dele? O que o desencadeia é o aumento do poder da pregação da verdade. Eis que essa pregação confronta diretamente com outra mensagem já sendo dada ao mundo, o da necessidade da união de todas as formas de adoração para salvar o planeta das catástrofes, salvar por meio da santificação do domingo. Muitos políticos importantes do planeta já aderiram a essa proposta, e a estão defendendo com muito vigor. Vêem ser a única alternativa para frear a propagação das drogas, da criminalidade, da violência, da corrupção, do terrorismo, etc. Pois bem, quando o mundo está já ouvindo essa mensagem, um povo pequeno anuncia outra, a da segunda vinda de CRISTO e da necessidade de guardar os Seus mandamentos, incluindo o sábado. São mensagens antagônicas, e sua pregação resultará numa grande oposição e controvérsia, que só terminará com as pragas e com a segunda vinda de CRISTO.

Satanás tentará impedir o avanço da pregação final, que a IASD já começou a pregar com mais poder. Ele o fará por meio de restrições como as acima apresentadas, mas, se isso não resolver, ele apelará para leis mais duras contra o povo de DEUS. Ele fará os políticos de muitas nações emitirem leis tão severas contra os guardadores do sábado que lhes será impossível a sobrevivência, a não ser pela fé no poder de DEUS. Acontece que satanás precisa evitar que o povo de DEUS que ainda está em babilônia saia de lá, pois ele saindo, babilônia cai em definitivo. Mas mesmo com leis opressoras, o povo de DEUS pregará e ensinará com crescente poder. Veja só, a pregação produz oposição, que traz problemas para o povo de DEUS, que assim vai sendo purificado do joio, e a purificação cria condições para que a igreja receba mais poder, e assim o ciclo se repete. O poder da pregação se tornará tão grande que satanás não terá outra alternativa senão fazer emitir o decreto dominical, seu ataque mais audaz antes do fechamento da porta da graça.

Com a emissão do decreto dominical ocorre a grande e forte sacudidura entre o povo de DEUS. Aí sai praticamente todo o joio, e aqueles que vão saindo da igreja passam para as fileiras dos que a combatem. Nesse momento a igreja, pura, recebe poder máximo do ESPÍRITO SANTO, e em pouco tempo a obra é concluída, as pragas caem, e JESUS volta.

Como serão os dias pós decreto dominical? Todos os guardadores do sábado certamente perderão seus empregos, também perderão suas garantias constitucionais e direitos de proteção pelo estado. As igrejas e as instituições adventistas serão fechadas. Então o povo de DEUS viverá de quê? Seu pão e sua água serão certos (Isa. 33:16) e terá proteção especial por parte de DEUS (Isa. 43). O povo de DEUS não deve temer. Em lugar do trabalho secular pelo sustento, esse povo então se dedicará exclusivamente ao ensino das verdades bíblicas. Isso é o Alto Clamor. Uma multidão de servos fiéis, sem emprego, outra coisa não farão senão anunciar a volta de JESUS, em pequenos grupos. E como profetas de DEUS, serão dirigidos pelo Seu Espírito em tudo o que fizerem, como foi com Elias e João Batista. Enquanto a esses o pão e a água será garantido, ao mundo, que os persegue, que por meio do decreto dominical impede ao povo de DEUS de ganhar seu sustento por meio do trabalho, sobrevirá a fome e a peste. Pois então DEUS não mais abençoará suas atividades econômicas, e a maior de todas as crises atingirá ao mundo todo. Será a última crise. O decreto dominical gera uma crise muito mais grave sobre as nações que sobre o povo de DEUS. Enquanto as economias das nações vão ao colapso, o povo de DEUS, com pão e água garantidos, concluirá a obra que lhe foi incumbida. Assim sendo, para ter medo, será preciso estar do lado do mundo, não do lado de DEUS. Este será um período de tempo muito curto, vai passar rapidamente.

Hoje, portanto, estamos na iminência de entrarmos na fase em que satanás intentará evitar que a igreja avance em sua pregação. É alta hora de nos empenharmos para termos mais tempo de liberdade religiosa, encurtando o tempo de graves dificuldades, pois mais tempo de liberdade não adiará o dia da volta de JESUS. Ele só encurtará o tempo de severa perseguição.

Já vemos que os políticos e os religiosos se unem pela formação de uma grande confederação global de igrejas contra o povo de DEUS e aqueles vindos de babilônia que a esse povo se unirem. Nos meios políticos já se fala abertamente de leis que serão necessárias para garantir a Nova Ordem Mundial, que é a união das igrejas para salvar o planeta de suas tendências catastróficas. A respeito da necessidade dessas leis o papa Bento XVI se manifestou diretamente em seu pronunciamento na ONU, em abril de 2008. Estamos, portanto, muito próximos de uma grande tempestade espiritual que envolverá todos os elementos humanos da Terra, e essa tempestade só terminará com o decreto divino quando Ele disser: “está feito”.


Prof. Sikberto R. Marks

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Da "Obamania'' à realidade

No dia em que Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos da América, coloquei aos leitores a pergunta se ele seria 'a nova esperança do mundo'.


Isto porque, em quase todos os setores, mesmo a nível mundial, se notava um enorme otimismo em torno da sua figura e do que ele poderia fazer, à escala global, para resolver os gritantes e crescentes problemas que pareciam mais fortes que as tentativas de os estancar.


Um ano depois, no passado mês de novembro, publiquei uma reflexão que dava conta de algumas realidades que, então, já eram mais do que evidentes, e que confrontavam claramente os mais positivos anseios de quem tanto esperou da sua eleição como presidente da mais poderosa nação do mundo.


Nesta última ocasião, entre outras coisas, defendi que 'após o inicial período de encantamento, que talvez tenha durado mais do que o normal num político que chega a um novo poder, a dura realidade dos fatos (leia-se, dificuldades e/ou impossibilidades) começou a abater-se sobre a figura de Obama. Não que ele seja culpado por isso; tão somente, como sugeri então, o depositar de esperança numa vida melhor sobre os ombros de um homem (seja ele Obama ou outro qualquer) só pode conduzir, mais tarde ou mais cedo, a um desapontamento por não concretização das expetativas criadas e alimentadas.'


Agora, quando nos aproximamos do primeiro aniversário da tomada de posse de Obama, lemos um artigo da agência Lusa que faz um balanço dos EUA em 2009, marcado, inevitavelmente, pela presidência de Obama.


Leia, de seguida, este artigo, e atente bem para as partes que coloquei a negrito.


'As expectativas de mudança com a eleição de Barack Obama, que em Janeiro tomou posse como o primeiro Presidente negro dos EUA, deram lugar ao longo do ano à confrontação com uma realidade adversa e a alguns desânimos.


Na avaliação do primeiro ano do seu mandato, o Presidente norte-americano disse ter afastado a ameaça de uma "ruína económica", o que passou pela injecção de 787 mil milhões de dólares a três anos para combater a crise. Mas a mudança está a ser lenta e com o lastro de uma taxa de desemprego de dez por cento.


"Essa jornada eleitoral era de esperança porque tudo era possível", lembrou Obama no aniversário da sua eleição. "O trabalho continua" e os EUA vão na "boa direcção."


A bandeira eleitoral da reforma do sistema de saúde, abrangendo milhões de americanos sem protecção, foi aprovada pela Câmara dos Representantes, embora ainda falte a votação no Senado (nota minha: nesta data, já foi aprovada no Senado), com grande resistência dos Republicanos e até dentro do Partido Democrata.


Dois dias depois de chegar à Casa Branca, prometeu encerrar Guantanamo, mas o centro de detenção em Cuba continua aberto e nas mesmas circunstâncias jurídicas criticadas durante a administração Bush, havendo agora planos de aquisição de uma prisão em Illinois para acolher os suspeitos de terrorismo.


A guerra do Iraque, que marcou os mandatos do seu antecessor, deu lugar ao foco no Afeganistão, com os Taliban e a rede da Al-Qaida a minar a estabilidade no país e no Paquistão, levando Obama a anunciar um reforço de 30 mil efectivos, apesar de também ter anunciado uma retirada até Julho de 2011.


O Presidente que declara guerra aos extremistas islâmicos é também Nobel da Paz em início de mandato, com o comité a considerar que Obama desenvolveu "extraordinários esforços para reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos", onde se incluirá um discurso na Universidade do Cairo, onde disse que os EUA e os muçulmanos devem procurar um novo começo, "fundado no interesse mútuo e no respeito mútuo".


O Presidente norte-americano lida com as ameaças do Irão no desenvolvimento de tecnologia nuclear, dando um ano para Teerão mostrar seriedade nas negociações, ao mesmo tempo que o conflito israelo-palestiniano permanece num impasse.


Obama é também o chefe de Estado que dá seguimento à redução dos "stocks" de armamento nuclear dos EUA e Rússia, país agora mais tranquilizado com o abandono do projecto norte-americano de um escudo antimíssil na Europa de Leste, que será substituído por um outro mais eficaz em relação à ameaça iraniana.


Nos altos e baixos do primeiro ano da mais esperada das administrações, Obama saiu de Copenhaga sem o acordo vinculativo que procurava para a cimeira sobre o clima, outra bandeira de ruptura em relação ao anterior Presidente.


No mesmo dia em que se tornou Nobel, e com a popularidade em perda, Obama foi reproduzido numa estátua na Indonésia, onde passou parte da sua infância.


Destina-se a "inspirar e a encorajar as crianças indonésias a realizarem os seus sonhos", explicou o presidente da organização que reuniu o dinheiro para o monumento.'


Que mudanças no sentimento geral desde há cerca de um ano!


Recuperando um outro excerto da minha reflexão em novembro último, termino reforçando: 'talvez alguns cidadãos mundiais ainda fiquem com reservas em admitir o erro de confiança mal depositada. Mas, deixe-me ajudá-los nesse objetivo com as palavras da Escritura: 'maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço' (Jeremias 17:5)!


E você, caro leitor? Já se convenceu definitivamente que não há esperança em homem algum?

O Tempo Final

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Israel Literal e Espiritual

Com o encerramento deste magnífico trimestre da escola sabatina, que pessoalmente tenho como a melhor nos últimos 4 anos (tempo o qual faço parte do povo de Deus), façamos um paralelo final da caminhada feita por Israel literal e a Israel espiritual.

Iniciando a caminhada

Israel Literal: Deus levanta um profeta, o qual trará mensagens ao povo. Um líder nato, o qual tem muito a nos exemplificar. Profeta de Deus, o qual não fala por sonhos nem por enigmas; pois ele via a forma do Senhor e boca a boca falava com Deus! (Números 12: 5 a 8). Juízos, conselhos, ordens e bençãos são proferidas ao povo por Moisés a mandado de Deus. Um povo é chamado e guiado rumo ao deserto, o qual nunca foi intuito de Deus que vagassem por 40 anos.

Israel Espiritual: Em 1840 Deus levanta uma jovem, dedicada ao Senhor. Tem sua primeira visão em 1844 aos 17 anos de idade e nos deixa um legado de 70 anos de ministério, cerca de 2 mil visões e 100 mil páginas escritas. Peso tal tinha Ellen G. White na mesma medida que os grande profetas bíblicos, ao pé de igualdade da Bíblia, não para pregar o evangelho, não para substituir a Palavra de Deus, mas sim com o mesmo Espirito de inspiração, sim com o mesmo Deus como Senhor de sua vida.

Só existiram três profetas na história da humanidade que mudaram o modo de adoração a Deus. Noé muda dos portões do Éden para um altar logo ao sair da arca (Gênesis 8:20 a 22). Moisés ao receber a visão do santuário celestial, muda do altar para o tabernáculo, cópia do santuário celestial conforme o mandado de Deus (Êxodo 25: 8 e 9). João Batista, o segundo Elias, faz a iniciação do cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo, abrindo o caminho para, do santuário terrestre, ser transferida a adoração no compartimento santo do santuário celestial (João 1:29). Ellen G. White é a profeta que nos mostra a transferência do lugar santo para o santíssimo (Primeiros Escritos pág. 54 a 56). Peso tem, Ellen G. White igual aos profetas bíblicos e de suma importância para o povo de Deus, tal como sempre tiveram todos os profetas.

A libertação se aproxima

Israel Literal: Após a saída do Egito, o povo é levado ao mar vermelho. Ao encontrar-se na beira-mar, depara-se com uma situação um tanto complicada aos olhos humanos. Por um lado o caminho de volta, o qual estava dominado por Faraó e seus soldados, por outro o mar e ao redor grandes montanhas; aparentemente não havia escapatória, mas Deus se revela e o mar se abre, dando ao povo a grande libertação.

Israel Espiritual: Em 1818 Guilherme Miller chega a conclusão de que Jesus Cristo voltaria em 1843. Por volta de 1839 o movimento milerita se intensifica a cada dia que passa, chegando ao ápice em 1844 com a correção dos cálculos feitos por Miller que até então não havia incluído o ano 0, chegando então de 457 a.C. a 1844 d.C., na profecia de 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14, que está incluída nos sete tempos de Moisés (Levítico 26:21 e 24), que equivale a profecia de 2520 dias, a qual 99,9% da igreja não entende nem conhece mais. Eis então a grande espera para a grande e final libertação.

O desapontamento

Israel Literal: O povo é libertado, e caminha para o deserto de Sur, após três dias não achando água, chegaram a Mara, nome cujo faz jus a situação, por serem as águas amargas, impossibilitando de se bebe-las. O povo então se rebela e murmura a Deus por tal desapontamento, Deus porém responde: “Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, que te sara.” (Êxodo 15:22 a 27).

Israel Espiritual: Por três dias os israelitas caminharam para chegar a Mara. Podemos fazer um paralelo e refletir no fato da mensagem milerita ter um impacto maior nos últimos três anos até 22 de outubro para 23 de 1844 onde sofre-se um grande desapontamento e bebe-se águas amargas, tendo o cumprimento da profecia de Apocalipse 10, onde descreve o livrinho doce como mel na boca, mas amargo ao estômago (verso 9). Logo sobreveio sobre o povo uma gigantesca onda de emoções negativas, humilhação, confusão, dúvida que ameaçava afundar o movimento do advento, porém se o povo ouvisse a voz do Senhor, nosso Deus e fizesse o que é reto diante dos seus olhos, Deus os sararia da enfermidade espiritual que agora os assolava.

Deus, Sua lei e Sua Igreja

Israel Literal: Deus chama Moisés ao monte Sinai e a santa presença do Senhor é manifestada, trovões e tremores, nuvens e raios. A santidade é algo de extrema importância, importância tal que não se tem dado pelo povo de Deus hoje. Por repetidas vezes Deus alerta o povo para que não se achegue ao monte, para que o Senhor não os fira. Deus não estava dizendo que iria lhes castigar, mas a Sua presença com a Sua glória que feriria o pecador. A luz dissiparia as trevas do pecado, que por falta de santificação habita em nós, assim o pecador juntamente seria dissipado da presença do Senhor.

Por fim Deus revela o Seu caráter impresso com o Seu próprio dedo em tábuas de pedra. A lei pela qual todo ser humano é julgado, a lei pelo qual, todo pecado é revelado, a lei pela qual foi levantada as grandes acusações a respeito de Deus, por seu grande inimigo satanás.

Israel Espiritual: A verdade que foi jogada por terra, a lei e os tempos que foram mudados (Daniel 7:25), agora são revelados mais uma vez, e desta para o fim. Em abril de 1847 Ellen G. White recebeu uma visão confirmando a vontade de Deus sobre sua lei com realce no santo sábado do quarto mandamento. Viu o lugar santíssimo, observou o decálogo dentro da arca com uma auréola especial de glória que circundava o quarto mandamento. Em Lucas 15: 8 a 9 encontramos a parábola da dracma perdida, onde pode-se fazer a seguinte aplicação: uma mulher com dez dracmas perde uma e quando a encontra sai ao encontro de outras mulheres para contar com felicidade o que havia encontrado. Dracma é algo de valor, e nesta parábola temos dez; o que temos com o mesmo número de grande valor? Os dez mandamentos seguramente. Quantos foram esquecidos ou perdidos e até mesmo negado? Apenas um, o quarto. Temos então a mulher, que em profecia significa igreja, encontrando o mandamento perdido e com felicidade avisando as outros igrejas de tal achado.

Pela ultima vez, Deus levanta um povo, descendência final da igreja de Cristo descrita em Apocalipse 12: 1 e 2, que mantém a norma fiel, a sã doutrina e “...os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus...” (Apocalipse 12:17 e 14: 12)

Maná – A reforma de saúde

Israel Literal: Era desejo de Deus libertar o povo, mas não apenas do lugar onde viviam, mas sim de todos os costumes que por seus 400 anos de escrevidão haviam adquirido com os Egípcios. Isso incluía uma reforma na conduta familiar e social, no vestuário, na adoração (inclusive musical) e compreensão da Divindade, na alimentação e etc. Deus queria um povo consagrado a Ele e para isso precisava remodelar em todas as áreas da vida cada Israelita.

A reforma de saúde não o é fim, mas é o meio; desta forma não podemos fazer dos meios os fins para alcançarmos a salvação em Cristo Jesus, mas de fato é um grande meio pelo qual abre-se a mente, desintoxica as avenidas na alma e nos possibilita uma abertura que sem este meio é impossível ter.

“É Seu desígnio que o grande assunto da reforma de saúde seja agitado, e a mente do público profundamente estimulada a pesquisar; pois é impossível a homens e mulheres, com todos os seus hábitos pecaminosos, destruidores da saúde e enervadores do cérebro, discernir a sagrada verdade, pela qual são santificados, refinados, elevados e tornados aptos para a associação com os anjos celestiais no reino da glória.” (CSRA pág. 70)

Israel Espiritual: Em de 1865 Deus releva ao seu povo mais uma vez a reforma de saúde. Hoje temos luz completa e tão clara quanto a luz do meio dia sobre esse assunto, porém como Israel literal tanto murmurou contra Deus hoje a Israel espiritual tem murmurado contra Deus, perseguido e caluniado os poucos que praticam conforme esta luz que nos foi dada.

“Como um povo que recebeu muita luz, repousa sobre nós culpa, pois não temos apreciado ou dado valor à luz recebida quanto à reforma de saúde.” (Obra Médico-missionária pág. 505)

“A luz dada por Deus, sobre a reforma de saúde, é para nossa salvação e salvação do mundo. (Conselhos Sobre Saúde pág. 446)

“Daria Deus... a Seu povo a mensagem de que... precisa abandonar o uso da carne, se Ele não quisesse que eles dessem ouvidos a essa mensagem?” (Conselho Sobre Regime Alimentar pág. 383)

Doze espias, dois fieis

Israel Literal: Doze homens são enviados para espiar a terra de Canaã, e por 40 dias estiveram fora do arraial; ao voltar trazem as notícias de que de fato a terra manava leite e mel, mas não só isso, pois lá também habitava os filhos de Anaque que eram gigantes. Diante desta situação apenas Calebe e Josué se mantiveram firmes na justiça de Deus; sabiam que não poderiam vencer os gigantes por suas próprias forças, mas confiavam plenamente no poder de Deus que os tinha guiado até então. Negaram a confiança em Deus para a vitória e então cai a maldição e inicia-se a caminhada de 40 anos pelo deserto até toda geração ser trocada para entrar na terra prometida (Números 13 e 14).

Israel Espiritual: Em 1888 E. J. Waggoner e A. T. Jones, sistematizaram a doutrina bíblica da justiça pela fé. É interessante ressaltar que justiça pela fé não é o mesmo que justificação pela fé. A justificação é tão somente a primeira fase do plano da redenção que é a justiça pela fé; as outras fases são a santificação e a glorificação.

Esses dois “espias” nos trazem a certeza de que é possível uma santificação completa em Cristo. Com referencia a esse assunto a Sra. White “reconheceu por si mesma, nas afirmações de Waggoner as mesmas gloriosas verdades que lhe tinham sido reiteradamente apresentadas pelo Espirito de Deus e que ela havia tentado por 44 anos transmitir à sua igreja.” (Portadores de Luz pág. 183)

A justiça pela fé é a mensagem de que Deus não somente nos declara justos, mas que também nos torna justos pelo poder que há na Sua palavra, para criar novas criaturas em Cristo Jesus, sendo “...não mais eu, mas Cristo vive em mim...” (Gálatas 2:20).

Nesta data a “congregação” murmura contra a mensagem de que é possível sim vencer os “gigantes” do pecado e entrar na nova Canaã, ter por fim a reivindicação do caráter de Deus para todo o universo, refletido em Seu povo. Todo o cenário estava perfeito para a real volta de Cristo; tínhamos a chuva do Espirito e a pregação em massa do evangelho; até mesmo o decreto dominical para ser assinado na legislação americana, mas o povo temeu e negou a possibilidade da vitória sobre os “gigantes”; assim iniciou-se a caminhada pelo deserto espiritual. Hoje estamos a 120 anos vagando pelo deserto. Interessante ressaltar que o primeiro cerco da Israel espiritual é justamente em 1888 com a primeira estrutura para o decreto dominical, isso nos remete para a destruição da antiga Jerusalém; tal como houve o primeiro cerco e se retirou, esse era o sinal para que o povo de Deus se retirasse da cidade pois logo o cerco voltaria e desta vez para a destruição completa da cidade. Hoje o primeiro cerco nos foi dado em 1888, isso quer dizer meus queridos que estamos com 120 anos de atraso para abandonar as cidades e viver no campo! O próximo cerco (decreto) vem para destruir e aqueles que não estiverem preparados, não haverá mais tempo para vida no campo (santificação).

A derrota em Horma

Israel Literal: O povo ao entristecer-se e reconhecer a grande falha que haviam cometido por negar o poder de Deus para vencer, agora procuram com suas próprias forças entrarem na terra que Deus os havia prometido. Moisés alerta o povo: “não subais, pois o Senhor não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos.” (Números 14:42), porém sem dar ouvidos tentaram subir ao cimo do monte. Então os amalequitas e os cananeus os derrotaram.

Esta derrota acarretou várias consequências negativas para o povo, tais como a visão que os outros povos da região estavam até então tendo. Os israelitas eram temidos de grande pavor por todos os feitos do Senhor no livramento do Egito, agora com essa derrota a visão de temor que os outros povos tinham, caiu por terra e toda a estrutura de um povo poderoso foi posto em risco. Dificultou-se muito a caminhada em Canaã, todo um novo processo teve que ser realizado por Deus para a “salvação” do povo (Números 14:39 a 45).

Israel Espiritual: Deixar de crer na vitória sobre este mundo em Cristo Jesus, ou seja vencer o pecado, não permitiu que o povo entrasse de uma vez por todas em Canaã celestial. Tal atraso da obra de Cristo nos acarretou várias consequências mais uma vez. Hoje encontramos toda uma conjuntura no mundo que nos tem dificultado muito a entrada no reino de Deus. Não tínhamos por exemplo um estrutura de pensamentos e filosofias tais como a não existência de uma verdade absoluta. Não tínhamos o bloqueio de chamar o homossexualismo de pecado, muito menos éramos considerados como seita. Hoje a proliferação do protestantismo apostatado juntamente com o catolicismo e o espiritismo, através da mídia (hollywood), economia (consumismo), filosofias (religiões), recebemos uma carga muito grande de estimulação carnal e atrofiação da natureza espiritual, ou seja, os “gigantes” triplicaram de tamanho!

Deixar de crer na justiça de Deus e passar a crer na própria justiça, nunca dará bons resultados, temos exemplos que nos basta não é mesmo? Até quando tentaremos solucionar as coisas por nossas próprias mãos? Até quando ficaremos cegos e não enxergaremos que os erros estão sendo cometidos detalhes por detalhes?

O Vale de Sitim

Israel Literal: Povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas e estas os levaram para sacrificar aos seus deuses e o povo cedeu ao convite. No meio de tudo isso um homem dos filhos de Israel trouxe uma midianita perante os olhos de toda a congregação, mantendo com ela relação sexual em sua tenda. Vendo isso Finéias deu cabo da situação atravessando uma lança no homem israelita e na mulher, assim a praga cessou, porém ceifou 24 mil (Números 25: 1 a 18).

Israel Espiritual: Como já foi referido no artigo Imoralidade na Fronteira - Sedução - 2ª Parte vemos aqui satanás introduzindo o ecumenismo em nossa igreja, a contaminação com outras mulheres (igrejas), tem nos causado uma mornidão tão grande a ponto de não enxergamos mau nem um em trazer uma mulher (igreja) para nossa “tenda” e mantermos relações com ela. Tal contaminação tem acarretado grande praga no meio do povo, muitas almas estão sendo ceifadas pelo inimigo e a verdadeira adoração a Deus tem se desviado do seu caminho de retidão. Músicas, filmes e até mesmo princípios doutrinários e proféticos de outras “mulheres” tem permeado nossas fileiras. Eis que um novo Finéias (povo santificado) se levantará para cessar esta praga, o povo de Deus será sacudido.

“Perguntei qual o sentido da sacudidura que eu acabava de presenciar e foi-me mostrado que fora causada pelo positivo testemunho motivado pelo conselho da Testemunha fiel, aos laodiceanos. Esse testemunho terá o seu efeito sobre o coração do que o recebe, levando-a a exaltar a norma e declarar a positiva verdade. Alguns não suportarão esse claro testemunho. Opor-se-lhe-ão e isto causará uma sacudidura entre os filhos de Deus.” (Eventos Finais pág. 151 e 152)

Vagaram pelo deserto

Israel Literal: Por fim, após quarenta anos uma nova geração foi concebida e agora o povo está pronto para entrar na Canaã. O caráter foi mudado, a humildade perante o Senhor foi praticada e a vitória foi confiada nas mãos de Deus. Ainda que não de um todo, mas o caráter de Deus se refletia e uma proporção muito maior que a quarenta anos atrás. Moldar-se ao Senhor, foi a única maneira que lhes permitiu entrar em Canaã.

Moisés o grande líder por fim descansa de sua grande caminhada em meio a tantas dificuldades, provações e bençãos do Senhor. “Os israelitas prantearam sentidamente seu finado líder, e trinta dias foram dedicados a cerimônias especiais em honra à sua memória. Nunca, até que fosse retirado dentre eles, se compenetraram tanto do valor de seus conselhos sábios, de sua paternal ternura, e de sua fé inabalável. Com uma apreciação nova e mais profunda, recordaram-se das preciosas lições que dera enquanto ainda com eles se encontrava.
Moisés morrera, mas sua influência não desapareceu com ele. Deveria continuar a viver, reproduzindo-se nos corações de seu povo. A memória daquela vida santa, abnegada, durante muito tempo seria acariciada, modelando com um poder silencioso, persuasivo, a vida daqueles mesmos que haviam negligenciado suas palavras vivas. Assim como a luz do Sol poente ilumina os picos das montanhas muito tempo depois que o próprio Sol se haja imergido por trás das colinas, assim as obras dos puros, santos e bons derramam luz sobre o mundo muito tempo depois que os próprios atores se foram. Suas obras, suas palavras, seu exemplo, para sempre viverão: "O justo ficará em memória eterna." Sal. 112:6.” (Patriarcas e Profetas pág. 481).

Israel Espiritual: Nós lastimavelmente estamos vagueando ainda pelo deserto. Por que Jesus ainda não voltou? O que Ele está esperando? O que falta acontecer?

“Se todo soldado de Cristo houvesse cumprido seu dever, se todo vigia nos muros de Sião houvesse dado à trombeta um sonido certo, o mundo poderia ter ouvido a mensagem de advertência. Mas a obra está com anos de atraso.” (Testemunhos Seletos vol.3 pág. 297).

O povo de Deus tem negligenciado a obra e por tal motivo Cristo não voltou ainda. Deus espera que Seu povo reflita Seu caráter e desta vez de forma completa, para tão somente poder dar a última advertência ao mundo e assim entrar na nova Canaã. Muitos hoje estão esperando os sinais proféticos para tomarem uma posição quanto ao evangelho que professam, porem estão fazendo do fim o meio. Já mais teremos o cumprimento de profecias tais como o decreto dominical, perseguições e leis que nos proíbam de comprar e vender se a igreja não estiver trabalhando fervorosamente!

“Haja um reavivamento da fé e poder da igreja primitiva, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se as fogueiras da perseguição.” (O Grande Conflito pág. 48).

Leis e decreto só serão implantados quando o povo implantar o caráter do Deus vivo em seu viver. A pregação do evangelho descrita em Mateus 24:14 para que então venha o fim é justamente uma pregação de vida e não apenas falada. O texto nos diz: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas...”, algumas versões nos trazem o texto da seguinte forma: “... por todo o mundo, para testemunho a todas...”, a versão King James que é fiel ao texto original nos refere que o evangelho deve ser pregado em testemunho e não para testemunho, isto quer dizer que deve-se viver o evangelho e não apenas falar o evangelho. Quando por fim o povo de Deus estiver vivendo o evangelho e dando o testemunho do caráter de Deus, derrubando as acusações referidas por satanás perante o universo, ai então virá o fim.

“Enquanto o juízo investigativo prosseguir no Céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra.” (O Grande Conflito pág. 425)

“Houvesse a igreja de Cristo feito a obra que lhe era designada, como Ele ordenou, o mundo inteiro haveria sido antes advertido, e o Senhor Jesus teria vindo à Terra em poder e grande glória.” (O Desejado de Todas as Nações pág. 634 – 1898)

“Talvez tenhamos de permanecer muitos anos mais neste mundo por causa de insubordinação, como aconteceu com os filhos de Israel; mas por amor de Cristo, Seu povo não deve acrescentar pecado a pecado, responsabilizando a Deus pela conseqüência de seu procedimento errado.” (Evangelismo pág. 696 – 1901)

“Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos.” (Manuscrito 4 - 1883)

“Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus.” (Parábolas de Jesus pág. 69)

Até quando ficaremos vagando pelo deserto?

Jean R. Habkost

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O Natal e a Igreja Segundo o Espirito de Profecia

Não somente nos aniversários devem pais e filhos lembrar-se das misericórdias do Senhor de uma maneira especial, mas também devem o Natal e o Ano Novo ser ocasiões em que toda a casa se deve lembrar do seu Criador e Redentor. Em vez de dedicar dádivas e ofertas com tanta abundância a objetos humanos, reverência, honra
e gratidão devem ser prestadas a Deus, fazendo-se com que dádivas e ofertas fluam para o conduto divino” (Conselhos sobre mordomia, 296).

Na noite passada a celebração [da Véspera] do Natal foi realizada no Tabernáculo [de Battle Creck] e decorreu muito bem de maneira modesta, solene, e com gratidão expressa em tudo que se fez e disse, porque Jesus, o Príncipe da Vida, veio a nosso mundo como bebê em Belém, a fim de ser uma oferta pelo pecado. Veio cumprir a predição dos profetas e videntes que Ele mandara proferissem para cumprir os desígnios do Céu e confirmar Sua própria palavra nessa grande missão e obra. E por isso, toda pessoa está sob a mais solene obrigação e gratidão para com Deus, porque Jesus, o Redentor do mundo, comprometeu-Se a realizar a completa salvação de todo filho e filha de Adão. Se eles não aceitam o Dom celestial, só podem culpar-se a si mesmos. O sacrifício foi amplo, inteiramente de acordo com a justiça e a honra da santa lei de Deus. O Inocente sofreu pelos culpados, e isso deve suscitar abundante e completa gratidão. (Este dia com DEUS, MM 1980, 366).

O Natal Como Dia de Festa

"Aproxima-se o Natal", eis a nota que soa através do mundo, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Para os jovens, de idade imatura, e mesmo para os de mais idade, é este um período de alegria geral, de grande regozijo. Mas o que é o Natal, que assim exige tão grande atenção? ...
A juventude deve ser tratada com muito cuidado. Não devem ser deixados no Natal a buscar seus próprios divertimentos em prazeres vãos, em diversões que lhes rebaixarão a espiritualidade. Os pais podem controlar esta questão voltando a mente e as ofertas dos filhos para Deus e Sua causa e a salvação de almas.


Natal - Ocasião Para Honrar a Deus


Pelo mundo os feriados são passados em frivolidades e extravagância, glutonaria e ostentação. ... Milhares de dólares serão gastos de modo pior do que se fossem lançados fora, no próximo Natal e Ano Novo, em condescendências desnecessárias. Mas temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; e em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades vindouras uma ocasião para honrar e glorificar a Deus. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.


Cristo deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo.


Devemos Armar uma Árvore de Natal?


Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a Deus como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.


As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados. Deus é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar. Manuscrito 13, 1896.


Árvore de Natal com Ofertas Missionárias não é Pecado


Não devem os pais adotar a posição de que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Ponde-lhes diante do espírito objetos benevolentes. Em nenhum caso o mero divertimento deve ser o objetivo dessas reuniões. Conquanto possa haver alguns que transformarão essas reuniões em ocasiões de descuidada leviandade, e cujo espírito não recebeu as impressões divinas, outros espíritos e caracteres há para quem essas reuniões serão altamente benéficas.
Não vos levantaríeis, meus irmãos e irmãs cristãos, cingindo-vos a vós mesmos para o dever no temor do Senhor, procurando arranjar este assunto de tal maneira que não seja árido e desinteressante, mas repleto de inocente prazer que leve o sinete do Céu? Eu sei que a classe pobre responderá a estas sugestões. Os mais ricos também devem mostrar interesse e apresentar seus donativos e ofertas proporcionalmente aos meios que Deus lhes confiou. Que se registrem nos livros do Céu um Natal como jamais houve em virtude dos donativos que forem dados para o sustento da obra de Deus e o reerguimento do Seu Reino. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884. (O lar adventista, Cap. 77)

Lembremo-nos de que o Natal é celebrado em comemoração do nascimento do Redentor do mundo. Este dia é geralmente gasto em festas e glutonaria. Grandes somas de dinheiro são gastas em desnecessárias condescendências pessoais. O apetite e os prazeres sensuais são satisfeitos a expensas da força física, mental e moral. Todavia, isto se tornou um hábito. O orgulho, a moda e a satisfação do paladar têm tragado imensas quantias que a ninguém, em verdade, beneficiaram, mas animaram uma prodigalidade de meios desagradável a Deus. Esses dias são passados mais em glorificar ao próprio eu do que ao Senhor. A saúde tem sido sacrificada, o dinheiro, pior do que se fosse jogado fora; muitos têm perdido a vida. (Mensagens aos jovens, 311).

A origem do "NATAL"


Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!


I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”


A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.


II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS


Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.


III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO


Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.


IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES


A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”


V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS


O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!


VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA


Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!


VII - VELAS OU LUZESO


Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!


VIII – PRESÉPIO


O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.


CONCLUSÃO


Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?


1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;”(Efésios 5:11) - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” (I Samuel 7:3)


2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (João 8:32); “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2). Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).


3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.


4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".


Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A batalha pela mente - 6ª Parte

5. Líquido às refeições

“Muitos erram em beber água fria às refeições. ... Tomada às refeições, a água reduz o fluxo de saliva; e quanto mais fria a água, maior o dano causado ao estômago. Limonada ou água geladas, tomadas às refeições, retardarão a digestão até que o organismo tenha provido suficiente calor ao estômago, habilitando-o a retomar o seu trabalho. Mastigai devagar, permitindo que a saliva se misture com o alimento. Quanto mais líquido se coloca no estômago às refeições, mais difícil se torna a digestão do alimento; pois o líquido precisa ser absorvido primeiro.” – Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 106

As glândulas salivares necessitam de 4 horas para se encherem. Quando se come qualquer coisa antes da refeição habitual, o cérebro manda a glândula liberar a saliva (ptialina). O amido que não é bem digerido (na boca) vira gordura. Não é o quanto se come o que importa, mas o quanto o organismo aproveita do alimento.

Assim, o ideal é beber de seis a oito copos de água por dia, mas sempre entre as refeições.

Continua...

A batalha pela mente - 1ª Parte
A batalha pela mente - 2ª Parte
A batalha pela mente - 3ª Parte
A batalha pela mente - 4ª Parte
A batalha pela mente - 5ª Parte

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O conflito final e a Igreja de Laodicéia

Estou aqui agora mesmo, são 13:44, engolindo lagrimas só de ouvir um pouco do primeiro sermão! Oh, que poder do Santo Espirito nesse homem de Deus! Faço um apelo para que todos façam grande uso desses sermões...

Jean R. Habkost

Programação realizada na IASD de Dallas, no período de 28 de Março a 04 de Abril de 2.009, dirigida pelo Pr. Dílson Bezerra, que é missionário na África e explana com propriedade acerca das atuais características da Igreja, bem como os elementos que devem se descortinar o horizonte adventista nestes últimos dias desta terra. Os materiais estão disponíveis para download em áudio e vídeo, bem como para acesso online nestas mesmas mídias.

01) - 28/03/09 - A última batalha (Download Áudio)


02) - 29/03/09 - A justiça de Cristo (Download Áudio)


03) - 30/03/09 - A mensagem do primeiro anjo (Download Áudio)


04) - 31/03/09 - A mensagem do segundo anjo (Download Áudio)


05) - 01/04/09 - A mensagem do terceiro anjo (Download Áudio)


06) - 02/04/09 - O alto clamor (Download Áudio)


07) - 03/04/09 - A justiça de Cristo (2) (Download Áudio)


08) - 04/04/09 - A vitória final (Download Áudio)


Fonte - IASD Dallas

Mel auxilia no tratamento de lesões infecciosas

Um estudo da universidade de Nova Zelândia concluiu que o mel é um grande aliado no combate a infecções, provocadas por lesões.


Segundo os pesquisadores, o alimento contém substâncias como flavonóides e o peróxido de hidrogênio, que tem grande poder antibacteriano e anti-inflamatório, que removem do ferimento o pus, cascas de feridas e tecidos mortos, estimulando o crescimento de novos tecidos e impedindo a ação das bactérias.

Assim, quando há um ferimento, estas substâncias formam uma camada protetora que impede que a infecção de estenda. Testes com 30 pacientes com ferimentos graves indicaram que o mel é mais efetivo no controle de infecção do que a sulfadiazina de prata, substância base de pomadas e medicamentos antibacterianos utilizados em hospitais.

Os pacientes tiveram o alimento incluído na dieta, ingerindo duas colheres de sopa por dia, durante o tratamento. Após duas semanas, o pus foi eliminado totalmente e a ferida já estava quase curada. Os estudiosos alertam ainda para eficiência do mel em lesões provocadas por queimaduras.

Segundo eles, a capacidade de reduzir a inflamação e retirar os radicais livres do ferimento deve interromper o progresso do dano à pele, bem como proteger contra o estabelecimento de uma infecção. Eles explicam que seu uso deve ser via oral, através de sua inclusão no cardápio diário e nunca como pomada ou creme.

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O Ômega da Apostasia - Louvor, adoração e espiritualidade

Louvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da Apostasia

Pr. Joaquim Azevedo Neto, Ph.D.
Professor de Línguas Bíblicas e Antigo Testamento do SALT-IAENE, Bahia
Editor da revista Hermenêutica
Coordenador do Centro de Pesquisa de Literatura Bíblica


Para uma melhor compreensão do termo Ômega, o qual aparece nos escritos do Espírito de Profecia, temos que considerar o tema do selamento. Quem é que sela? E por que sela? Podemos entender, fundamentados em Efésios 1:13 e 4:30, que o Espírito Santo é quem sela para a redenção. Em Ap 7:1-4 (veja também Ez 9:1-6) o anjo sai a selar o povo de Deus antes, durante e depois da sacudidura preparando-os para o alto clamor e o fechamento da porta da graça. Portanto, a função do Espírito Santo é fundamental nos últimos dias desta geração.

Assim podemos acertadamente dizer que o inimigo das almas tentará neutralizar a obra do Espírito Santo na vida do remanescente. Essa tentativa satânica é a substituição do Espírito verdadeiro pelo falso. Desde a sua queda no Céu, Satanás assim tem trabalhado, mas seus esforços serão mais intensos nos últimos dias. Essa tentativa de substituição pode ser parte do Ômega. Apresentarei detalhes a seguir que corroboram com esta asserção.

Da mesma maneira como o alfa da apostasia no tempo do Dr. Kellogg era relacionado com a natureza de Deus (panteísmo), anulando assim o trabalho de Deus na vida do crente, o qual é a obra do Espírito Santo; assim é de se esperar que o Ômega, contenha esse mesmo elemento de engano, isto é, a tentativa de anular a obra do Espírito Santo para que o remanescente não seja selado e preparado para enfrentar os últimos eventos da história desta terra.

Conseqüentemente, esse é um estudo introdutório à ampla produção literária da IASD e por outros autores mencionados na bibliografia deste estudo. Portanto, diante da expressiva quantidade de publicações referentes ao tema proposto, a objetivação deste estudo é permitir uma re-análise das informações obtidas até o momento por muitos.

Revisão de Literatura

O tema Ômega da apostasia assemelha-se a um quebra cabeça que merece ter atenção devida antes que se torne uma bola de neve que cresce até tornar-se uma avalanche descendo a ladeira. No passado, já tivemos muitos outros problemas teológicos. O Pastor José Carlos Ramos faz uma lista deles na sua obra que cito a seguir; hoje temos outros problemas como os antitrinitarianos, testemunhas de Yoshua, os perfeccionistas, os que querem redefinir babilônia, os pentecostais, os legalistas, os pós-modernistas, os liberais e muitos outros que incomodam a igreja de forma geral. Dessa forma, as lições do passado devem ser aprendidas hoje, pois não é seguro ignorar problemas enquanto ainda são embrionários, pois podem gerar danos futuros à igreja. Podemos ver que muitos estão perguntando sobre o assunto, muito se tem publicado, mas na prática poucos tem tomado o tempo necessário para ler estas instruções. Assim, as opiniões e cultura prevalecem como autoridade neste assunto. Portanto, devemos colocar de lado nossas pressuposições e opiniões individuais e usando todas as ferramentas exegéticas, históricas, arqueológicas e teológicas, fundamentados na Palavra e no Espírito de Profecia achar soluções plausíveis para este dilema que se aproxima como uma avalanche místico-religiosa e cultural. Toda solução deverá possuir características redentoras sem causar divisões. A igreja Adventista do Sétimo Dia é, simbolicamente, o corpo de cristo na Terra, é a igreja remanescente, aquela que possui a última mensagem de advertência ao mundo, portanto devemos nos manter unidos na verdade evitando assim, que a igreja se secularize seguindo os moldes populares pós-modernos.

Vários estudiosos têm contribuído com este estudo. O Pr. José Carlos Ramos no seu último livro aponta acertadamente, fundamentado na Bíblia e no Espírito de Profecia, que a oposição de um grupo de pessoas à doutrina da Trindade, especialmente contra o Espírito Santo, é uma peça do quebra cabeça do Ômega. Se não aceitamos a existência do Espírito Santo como é que aceitaríamos a Sua obra na nossa vida dentro do processo da santificação?

Outro autor, Lewis R. Walton também apresenta uma análise histórica do que possivelmente poderia ser o Ômega adicionando outras peças ao quebra cabeça.[3] Ele apresenta nove pontos a ser considerados. Nove características do Alfa da apostasia que poderiam ser repetidos no Ômega: (1)enganavam as pessoas . Aqueles que apoiavam o Alfa não falavam segundo a Bíblia nem os Testemunhos; (2) traziam divisões nas igrejas em vez de uni-las na mensagem presente; (3) atacavam os fundamentos da nossa crença como igreja remanescente, o Santuário, o Juízo, o Espírito de Profecia, a natureza de Deus, Justificação pela Fé, etc.; (4) atacavam a estrutura organizacional da IASD e seus líderes; (5) esforçavam para alcançar os jovens até o ponto que E.G. White teve que escrever, no caso do nosso colégio em Battle Creek, o seguinte “Pais, mantenham os vossos filhos longe de Battle Creek. . . . Heresias sutis tem tomado a mente. . .. Uma advertência tenho recebido para dar aos pais, se teus filhos estão em Battle Creek, chamem nos de volta imediatamente.[4] (6) Atacavam o Espírito de Profecia, a validade dos Testemunhos e a inspiração de E. G. White; (7) Causavam um clima de ataques e críticas entre os membros da igreja; (8) atacavam os padrões morais dizendo que isto é legalismo portanto deve ser mudado, assim neutralizando a obra do Espírito na vida do crente; (9) proclamavam uma reforma na mensagem e não de vida.

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Nota DDP: Ainda no tema:
- Apostasia Ômega - Brian Neumann (Áudio - Inglês)
- Ômega - Lewis R. Walton (Texto - Link externo)

Sugiro ainda seja adquirido o citado livro do Pr. José Carlos Ramos "A Igreja em perigo: O Ômega da apostasia predita por Ellen White". Os elementos de identificação deste movimento derradeiro do erro dentro da Igreja são por demais importantes neste tempo em que vivemos e, o estudo atento destes elementos apontam para as possibilidades que envolvem a música neste contexto.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Imoralidade na Fronteira - Sedução - 2ª Parte

A Separação

Outra aplicação cabível ao tema, seria transpor todo o ocorrido para os termos proféticos, traçando assim o paralelo com os 144.000. Colocando os termos em ação encontramos como primeiro passo a coabitação com mulheres, que em profecia, mulher significa igreja (Efésios 5:23 e 32), em segundo encontramos idolatria e, por fim, uma falsa adoração, obtemos então o seguinte quadro: contaminação com igreja(s), que nos levam a alguma idolatria (não apenas de “santos”, mas de ídolos musicais por exemplo) e por fim uma falsa adoração por cegueira espiritual (leia Primeiros Escritos pág. 54 a 56).

Abrindo para o assunto dos 144.000 sem explanar de forma completa, por não ser esse o foco no momento, vamos nos prender ao contexto de andar na fronteira do santo com o profano ou nos decidirmos de uma vez por todas de qual lado vamos ficar, pois caso contrário seremos vomitados, sendo que não somos nem quentes nem frios (Apocalipse 3:16).

Há várias características encontradas nos 144.000, que nos revelam quem será esse grupo. O assunto é polêmico? Só para aqueles que não se aprofundam em estudar e permanecem no “eu acho”. Deus nos deixou através da Sua palavra e dos escritos da pena inspirada grande luz sobre o assunto, só não vê quem não quer. Uma das características é que são os vivos dos últimos dias, que permanecerão em pé para a vinda de Cristo (Primeiros Escritos, pág. 15). Mas o mais contextual ao assunto no momento encontra-se no capítulo 14 de Apocalipse, no versículo 4, que diz: “São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos. ...”. O que significa mulher em profecia? Igreja!

Haverá um grupo de pessoas seladas pelo selo do Deus vivo (Apocalipse 7:2 e 3), que não se contaminará com igrejas, pois “são castos”. Castidade tem um significado muito definido, equivalente a “nada”, ou seja, não a relação dos santos com igrejas que promovem uma idolatria, ou uma prostituição espiritual findando em uma falsa adoração.

Quantas igrejas verdadeiras encontramos na Bíblia? Apenas uma segundo consta em Apocalipse 12:1 e 2, justamente a igreja que o dragão (diabo) está irado (Apocalipse 12:17) e são os seus “membros” os que guardam os mandamentos de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12), um único povo verdadeiro.

Então temos uma falsa igreja e juntamente com ela temos suas filhas (Apocalipse 17), a grande Babilônia espiritual (Igreja Católica Roma) e todo o mundo evangélico que desvia os ouvidos de ouvir a lei (Provérbios 28:9). Temos então uma igreja verdadeira e uma falsa com suas filhas. Entendendo esse princípio, logo descobrimos com quais “mulheres” os santos dos últimos dias não se contaminarão.

Com referência a essas “mulheres” Deus nos dá uma luz no Espirito de Profecia: “Aproximamo-nos do fim da história terrestre, e Satanás está trabalhando como nunca antes. Ele está procurando atuar como dirigente do mundo cristão. … Deseja envolver o mundo inteiro em sua confederação. Ocultando sua perversidade sob o disfarce do cristianismo, ele assume os atributos de um cristão e alega ser o próprio Cristo.” (EF pág. 135).

Que tipo de contaminação pode ocorrer? Alguns podem pensar: “Eu não participo do culto deles”, outros talvez: “Eu nem tenho amizade com esse povo”. Meus queridos, deixe-me dizer que o diabo é muito astuto, caso você não saiba. Não temos uma participação ecumênica, não compartilhamos doutrinas e alguns por ficarem nesse ponto acham que não estão se contaminando. Mas quantos de nós ouvem a mesma música? Compartilham os mesmos DVDs? E logo até as mesmas ideias!? Eis aqui o grande trunfo do diabo para contaminar o povo de Deus!

Tal como os Israelitas se contaminaram com as mulheres, que os seduziram para os ídolos findando no desvio da adoração, hoje muitos professos “israelitas espirituais” estão se contaminando com as mulheres/igrejas. Isso sem dúvida alguma os levará à idolatria (musical por exemplo) e por fim a uma falsa adoração descrita em Primeiros Escritos páginas 54 a 56, onde o próprio satanás se coloca ao lado do trono de Deus e emiti uma luz para o povo que não entende o período em que estamos vivendo.

Abrindo para um questão musical, peço para você pensar o seguinte: a igreja adventista se unirá ecumenicamente? Claro que não! Mas se o indivíduo estiver ouvindo e vendo o mesmo que o resto do mundo de falsos cristãos estiver ouvindo e vendo, está ou não está individualmente sendo ecumênico? É obvio que sim! Eis aqui a contaminação com as “mulheres.

Muitos estão dando as boas vindas a essas “mulheres” que não trazem a doutrina de Cristo e tornando-se cúmplices das suas obras más (2 João 10 e 11).

Por todas as vezes que tive o privilégio de ser professor da escola sabatina neste trimestre, nas várias igrejas que tenho palestrado por Santa Catarina, tenho feito a seguinte pergunta: Se o povo que vagava no deserto negasse os conselhos de Deus dados ao Seu profeta Moisés, eles entrariam na Canaã ou pereceriam no deserto? Com certeza que pereceriam... Então cabe a nós a seguinte pergunta: Se nós hoje negarmos os conselhos de Deus dados a Sua profeta Ellen G. White, vamos entrar na Nova Canaã ou pereceremos no deserto deste mundo!?

Reflita... Pois com certeza pereceremos...

Jean R. Habkost

Imoralidade na Fronteira - Sedução - 1ª Parte

A batalha pela mente - 5ª Parte

4. Terceira refeição abundante

“O jantar, quando muito cedo [5 horas de intervalo], interfere com a digestão da refeição anterior. Sendo mais tarde, não é digerido antes da hora de deitar. Assim o estômago deixa de conseguir o devido repouso. O sono é perturbado, cansam-se o cérebro e os nervos, é prejudicado o apetite para a refeição matutina, o organismo todo não se restaura nem estará preparado para os deveres do dia.” – Educação, pág. 205.

“O estômago, quando nos deitamos para dormir, deve ter terminado todo o seu trabalho, para fruir o descanso, assim como as outras partes do corpo. O trabalho da digestão não deve prosseguir em tempo algum das horas do sono.” – Conselhos Sobre o regime Alimentar, pág. 175

“Sob certas circunstâncias, talvez algumas pessoas tenham necessidade de uma terceira refeição. Esta, porém, deve ser muito leve, e de comida de fácil digestão. Bolachas de sal, ou pão torrado e fruta, ou bebida de cereal, eis os alimentos mais próprios para a refeição da noite.” – A Ciência do Bom Viver, pág. 321

É bom lembrar que o ideal é fazer o desjejum de um rei, almoçar como príncipe e jantar como servo.

Continua...

A batalha pela mente - 1ª Parte
A batalha pela mente - 2ª Parte
A batalha pela mente - 3ª Parte
A batalha pela mente - 4ª Parte

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Centro Ellen G. White

O site Centro de Pesquisas Ellen G. White foi reformulado. Mas quem é afinal Ellen White?

Ellen White era uma pessoa de notáveis talentos espirituais, que viveu a maior parte de sua vida durante o século 19 (1827-1915), mas através de seus escritos ela continua exercendo um extraordinário impacto em milhões de indivíduos ao redor do mundo.

Durante toda a sua vida ela escreveu mais de 5.000 artigos e 49 livros; mas hoje, incluindo compilações de seus manuscritos, mais de 100 livros estão disponíveis em inglês, e cerca de 70 em português. Ellen G. White é a escritora mais traduzida em toda a história da literatura. Seus escritos abrangem uma ampla variedade de tópicos, incluindo religião, educação, saúde, relações sociais, evangelismo, profecias, trabalho de publicações, nutrição e administração. Sua obra-prima sobre o viver cristão feliz, Caminho à Cristo , já foi publicada em cerca de 150 idiomas.

Os adventistas do sétimo dia crêem que a Sra. White era mais que uma escritora talentosa - ela foi apontada por Deus para ser uma mensageira especial a fim de atrair a atenção de todos para as Santas Escrituras, e para ajudá-los a se prepararem para a segunda vinda de Cristo. Desde os 17 anos de idade até o seu falecimento, aos 87 anos, Deus lhe deu cerca de 2000 sonhos e visões. As visões variavam em duração, podendo ser de menos de um minuto até cerca de quatro horas. O conhecimento e conselhos recebidos através dessas revelações foram por ela escritos a fim de serem compartilhados com outros. Assim, seus escritos são aceitos como inspirados pelos adventistas do sétimo dia, e a qualidade excepcional dessas obras é reconhecida mesmo pelos leitores ocasionais.

Como nos é declarado no livro Nisto Cremos “Os escritos de Ellen White não constituem um substitutivo para a Bíblia. Não podem ser colocados no mesmo nível. As Escrituras Sagradas ocupam posição única, pois são o único padrão pelo qual os seus escritos – ou quaisquer outros – devem ser julgados e ao qual devem estar subordinados” ( Nisto Cremos, Associação Ministerial, Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1989, p. 305).

Contudo, conforme escreveu Ellen White, “O fato de que Deus revelou Sua vontade aos homens por meio de Sua Palavra, não tornou desnecessária a contínua presença e direção do Espírito Santo. Ao contrário, o Espírito foi prometido por nosso Salvador para aclarar a Palavra a Seus servos, para iluminar e aplicar os seus ensinos” ( O Grande Conflito, p. 9).

ECOmenismo: nazismo pintado de verde



Nota: Cuidar do meio ambiente é algo legítimo e correto. Forjar dados para sustentar a tese do aquecimento global antropogenicamente provocado é um crime contra a humanidade e revela o espírito autoritário que se esconde por trás dos bastidores do atual movimento ambientalista mundial.

É tempo de aprender com a história:

"Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais democratas, eu calei, porque, afinal, eu não era social democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles levaram a mim, não havia mais quem protestasse." Martin Niemöller

Minuto Proféitco

Imoralidade na Fronteira - Sedução - 1ª Parte

A Reforma

Apenas pelo título é possível ir longe, meditando na questão de andar nas fronteiras do pecado, onde muitos andam tão perto que o santo e o profano quase não se enxerga mais divisão. Me refiro ao povo Adventista! Porém vamos ao “sub-título” Sedução, no primeiro dia da semana, desta lição.

A palavra sedução nos trás um significado sutil, pois não de forma grosseira ou forçada, mas com leveza, leva o individuo a cometer ações, sejam boas ou más. No caso a ser estudado vemos o povo Israelita sendo seduzido para o pecado contra Deus. Fazemos então o paralelo profético com toda essa situação analisando os passos para a queda do povo.

Temos como primeiro passo relações sexuais com as mulheres do povo pagão, como segundo temos sacrifícios aos deuses pagãos e por terceiro temos uma adoração pagã feita pelo povo do Deus verdadeiro. Temos três pontos que podem ser abertos para várias colocações, as quais farei duas, sendo a primeira relacionada a reforma de saúde.

Satanás trabalha com três pontos de ataque os quais nunca muda, e nestes é colocado várias artimanhas que se enquadrem aos pontos fundamentais para a queda humana. São estes, o Apetite, a Presunção e a Adoração. Passe a reparar a partir de hoje nos relatos bíblicos relacionados a queda em pecado e você sempre encontrará estes três pontos.

“Satanás tem vencido seus milhões, tentando-os a condescender com o apetite. … Alcançado este objetivo, Satanás pode vir com suas outras duas tentações principais e encontrar pronto acesso. Suas múltiplas tentações provêm destes três grandes pontos principais.” (CSRA pág. 151)

No caso ocorrido com os Israelitas relatado no livro de Números no capítulo 25, vemos a queda do povo no apetite sexual, desta maneira ocorre uma cegueira espiritual os levando a presunção de que não haveria mau nenhum em participar das festas aos deuses, pois eles eram o povo escolhido. É justamente isso que tem ocorrido com muitos jovens de nossa igreja quando o assunto parte para “baladas” e “festas de fundo de quintal”, onde geralmente se cai no apetite alimentar, cegando lhe a visão do perigo de participar de algo no terreno do inimigo, assim temos um final trágico, com o desvio da verdadeira adoração, ao Deus verdadeiro para a sutil adoração a satanás pois fomos seduzidos. Justamente o que ocorreu com os Israelitas. Findaram adorando Baal.

Repare alguns ocorridos com relação a esses três pontos de ataque do inimigo.

Adão e Eva

Queda no apetite, presunção de ser como Deus e por fim passam a adorar satanás.

Daniel e seus amigos

São tendados pelo apetite com os manjares do rei, logo vem a presunção a Daniel pelas interpretações de sonhos e por fim a adoração na estatua de Nabucodonosor. Houve queda? Não! Por que eles venceram desde a primeira tentação, o apetite.

Jesus no deserto

“No deserto da tentação Cristo defrontou as grandes tentações principais que assaltariam os homens. Ali enfrentou, sozinho, o inimigo astuto e sutil, vencendo-o. A primeira grande tentação teve que ver com o apetite; a segunda, com a presunção; a terceira, com o amor do mundo.” (CSRA pág. 151) Houve queda? Não!

O que eu quero deixar claro é que, quando decidimos condescender com o apetite é certo que não venceremos os outros dois estágios da gerra! Quando pegamos está questão e colocamos de uma forma geral a igreja vemos que 99,9% da igreja está no segundo estágio, a Presunção por 99,9% da igreja estar caída na condescendência pelo apetite. Então encontramos o estado da igreja descrito em Isaías 29: 9-13 “Pasmai, e maravilhai-vos; cegai-vos e ficai cegos; bêbedos estão, mas não de vinho, andam cambaleando, mas não de bebida forte. Porque o Senhor derramou sobre vós um espírito de profundo sono, e fechou os vossos olhos, os profetas; e vendou as vossas cabeças, os videntes. Pelo que toda visão vos é como as palavras dum livro selado que se dá ao que sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele responde: Não posso, porque está selado. Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele responde: Não sei ler. Por isso o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas tem afastado para longe de mim o seu coração, e o seu temor para comigo consiste em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu;”

Uma descrição a mais está em Apocalipse 3:17 “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.”

E um complemento do Espirito de Profecia: “É uma solene declaração que faço à igreja, de que nem um entre vinte dos nomes que se acham registrados nos livros da igreja, está preparado para finalizar sua história terrestre, e achar-se-ia tão verdadeiramente sem Deus e sem esperança no mundo, como o pecador comum.” (EF pág. 172)

Então temos um povo mais uma vez estagnado na presunção e cegos. Pergunto: quantos de nós hoje sabem explicar os santuários para um “gentio”? E as 2300 tardes e amanhãs? Ou quem sabe a profecia de 2520 anos de Moisés a qual engloba os 2300 anos de Daniel 8 e um duplo período de 1260 anos de perseguição contra o povo de Deus, sem falar nos 144,000. Estamos bêbados e cegos, sem entender os sinais e as profecias que nos guiaram no pior caminho que já houve na história da humanidade.

Com relação ao assunto de saúde deixo este ultimo texto de profunda meditação: “Foi-me mostrado que se penetrou muito pouco na reforma de saúde até agora. Enquanto alguns sentem profundamente, e exercem sua fé na obra, outros permanecem indiferentes e mal deram o primeiro passo na reforma. Parece haver neles um sentimento de descrença, e ao restringir esta reforma o apetite concupiscente, muitos retrocedem. Têm outros deuses diante do Senhor. Seu paladar, seu apetite, é seu deus, e quando o machado é posto à raiz da árvore, e os que têm condescendido com o apetite pervertido a expensas da saúde são feridos, seu pecado apontado, mostrados os seu ídolos, eles não se querem convencer; e embora a voz de Deus lhes fale diretamente para abandonarem esses hábitos destruidores da saúde, alguns querem ainda apegar-se às coisas prejudiciais de que gostam. Parecem entregues a seus ídolos, e Deus logo dirá aos Seus anjos: Deixai-os. (CSS pág. 453)

Continua...

Jean R. Habkost