sexta-feira, 29 de maio de 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Os Batistas e os Adventistas

Os Evangélicos

Que isso sirva de exemplo para os professos guardadores do sábado, e tidos como portadores da verdade, que muitas vezes não dão o valor a ela!

Parte 1


Parte 2


Nota: Não há como não se emocionar...
Hoje à noite, o Jornal Nacional da TV Globo, em continuidade de uma série sobre ação social dos evangélicos, apresentará a Igreja Adventista do Sétimo Dia. A reportagem mostrará as atividades desenvolvidas no Centro Adventista de Desenvolvimento Comunitário (Cadec) com crianças em situação de risco, em Campo Grande e Magarça, zona oeste carioca. São 500 crianças atendidas em três Centros administrados pela sede regional adventista Associação Rio de Janeiro Sul. O repórter Flávio e o diretor de produção Tindaro, que estiveram no local, ficaram impressionados com o atendimento, alimentação (sem agrotóxicos) e cursos profissionalizantes oferecidos aos pais das crianças.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

História da adoração – 1° Parte

Estamos numa época da história da humanidade em que interessa a todos conhecerem os principais lances que marcaram a trajetória dos povos ao longo dos tempos. É o que faremos. Publicaremos nos próximos meses, a cada semana, pequenos capítulos, pelo menos uns 100 ao todo, que abrangerão grande parte da história da adoração durante a trajetória da humanidade. Teremos o cuidado em centrar os assuntos em torno da adoração ao DEUS Criador, e a oposição a essa adoração, ao longo dos tempos.

Os capítulos não passarão de uma página, pelo que facilitará a sua leitura nesses tempos sem tempo. Iniciaremos nos referindo ao próprio DEUS, Criador, continuando com capítulos conforme foi o desenrolar dos acontecimentos. Chegaremos até os nossos dias, visualizando o que as profecias nos revelam quanto ao futuro aqui na Terra, e a eternidade. Desejamos a todos bom entendimento desse assunto. Isso os levará à compreensão de algumas incoerências dramáticas que ocorreram em diferentes épocas e que ainda ocorrem em nossos dias. Por exemplo, como se explica que, sendo o Criador um só, a Bíblia uma só, mesmo assim, há tantas formas diferentes de adoração?

Durante a história da humanidade, que alcança seus seis mil anos em estado de pecado, houve tempos em que ocorreram acontecimentos dramáticos, e tempos em que houve relativa paz. Houve tempos em que DEUS teve que intervir de forma a resguardar a humanidade de um colapso definitivo, de desaparecer para sempre. Ouve tempos em que parecia estar a humanidade na iminência de ser dominada pelas forças do mal, e tempos em que havia grande progresso nas atividades da parte das pessoas fiéis a DEUS.

Hoje estamos vivendo num tempo de uma aparente calmaria. Parece que tudo está normal, e que vai ficar assim por muito tempo. No entanto, exatamente quando tudo parecer normalizado, quando a economia do mundo parece que vai endireitar, quanto os grandes líderes parece que vão se entender, quando o futuro parece estar favorável a todos, quando os grandes problemas parecerem estar encaminhados para serem solucionados, então, repentinamente, uma grande e inesperada convulsão política e social agitará o planeta, o fim virá, e JESUS voltará. O retorno anunciado de JESUS ocorrerá quando os incautos menos esperarem. A estes, Ele virá como a surpresa de um ladrão. Assim, nos tempos em que maior for o conhecimento sobre a Bíblia, em que ela estiver publicada em maior quantidade, em que a ciência da verdade estiver conhecida como nunca na história, é nesses tempos que muitos se perderão. Será esse o tempo em que muitos lamentarão por terem deixado a questão de sua vida para o dia seguinte.

Prof Sikberto R. Marks

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Câncer de Mama

Câncer de mama é o tumor maligno mais frequente entre as mulheres. A sua incidência e mortalidade estão aumentando principalmente entre as mulheres jovens.

Alguns aspectos interessantes foram sugeridos na etiologia de câncer de mama.

A universidade Ben-Gurion, Israel, realizou um trabalho demonstrando o relacionamento entre o câncer de mama e os eventos negativos da vida antes de ser diagnosticada a doença. Desde 1983, foi sugerido que stress psicológico, acontecimentos negativos da vida têm relação com o câncer de mama.

Participaram no estudo 622 mulheres de idade abaixo de 45 anos sendo que 255 tiveram câncer de mama e 367, mulheres saudáveis.

As mulheres que desenvolveram a doença relataram mais que o dobro dos eventos negativos da vida em relação ao grupo saudável.

Os eventos negativos da vida antes de ser diagnosticada foram os seguintes:

1- Perda dos pais antes de 20 anos de idade.

2- Divórcio dos pais antes de 20 anos de idade.

3- Perda de parentes próximos.

4- Perda de cônjuge.

5- Separação do cônjuge.

6- Perda de trabalho.

7- Crise econômica

8- Doença grave dos parentes.

O estudo conclui que o stress e ansiedade influenciam grandemente na gênese e desenvolvimento do câncer de mama, felicidade e otimismo tem efeito preventivo da doença.

O significado atribuído aos acontecimentos da vida influencia nos fenômenos de vida em todas células. É bem documentado que as pessoas que dão significado bom para o acontecimento negativo, aparentemente, sofrem menos doenças e seu sistema de imunidade funciona normalmente. Atribuir bom significado para todos os eventos da vida é o segredo de viver livre das doenças.

Como isso é possível?

Deve ter um olhar além do acontecimento. Enxergar outro lado da moeda. É um olhar de fé. Um olhar de amor.

Há muitas coisas que estão fora do controle humano. Não há uma explicação lógica. Mas quando o amor absoluto, incondicional e imutável conduzirem a razão o impossível se torna o possível, ilógico transforma em lógico e tudo é entendível e aceitável.

A mãe ama seu bebê recém-nascido desta forma. Somente aquele que gera a vida pode comportar-se assim.

O Criador se comporta com todos os seres humanos desta forma, pois Ele que gerou a cada ser existente neste mundo. Seu amor para cada ser vivente é incondicional. Quando o homem compreende e aceita este amor experimentará também o mesmo amor em relação a nossos semelhantes. Assim como Deus considera bom para tudo o homem também enxergará bom todos acontecimentos pela fé em Deus.

Quando contempla o amor infinito de Cristo, mesmo a dor e sofrimento contribuem para alcançar a maturidade.

Vários estudos mostram grandes benefícios de atividade física na prevenção e sobrevida de câncer de mama.

Quem faz atividade física regular diminui o risco de desenvolver o câncer de mama invasivo. Atividade física aeróbica significa ter respiração ofegante por dar passos rápidos. Interessante notar que a atividade física tem efeito cumulativo ao longo da vida e para as que já têm diagnóstico de câncer de mama também foram beneficiadas comparada àquelas que não fazem atividade física.

A atividade física altera estado hormonal, circulação sanguínea resultando imunidade ativa, elevação de disposição física e mental, metabolismo equilibrado, eliminação rápida de toxinas, melhor aproveitamento de energia e controle de apetite entre outros benefícios.

A obesidade está ligada com todos os tipos de câncer de mama. O tecido gorduroso aumenta o nível de estrogênio circulante daí o maior risco. O ganho de peso está relacionado com o câncer de mama de receptor de estrogênio.

Quando se ganha maior quantidade de peso no adulto, maior é o risco e também de metástase.

O estilo de vida que levou a obesidade também influencia nas células da mama provocando as alterações. O sedentarismo, stress, uso excessivo dos alimentos gordurosos, deficiência de sono são mesmos fatores desencadeantes para ambas as patologias.

A deficiência de sono acarreta na produção diminuída de melatonina e isso provoca o mal funcionamento de sistema de defesa propiciando ao crescimento das células cancerosas. Um estudo retrospectivo feito pela universidade de Harvard, EUA, mostra que as enfermeiras que trabalharam no período noturno por mais de 6 meses apresentaram a incidência dobrada de câncer de mama em relação as que trabalharam no período diurno.

Pode-se concluir que ter o estilo de vida que favorece o bom funcionamento de células também protegem contra o aparecimento de câncer de mama.

Espaço Vida Natural

O deus Coca-Cola

Quarta-feira passada(20/05) um colega de classe fez uma observação sobre a "onipresença" da Coca-Cola no mundo que achei muito interessante. Ele brincava dizendo que se um dia os seres humanos viessem a morrer todos ao mesmo tempo (pensei logo: por uma pandemia como a gripe suína? Por uma catástrofe natural como ocorreu no Dilúvio com os dinossauros?), ficando o planeta sem ninguém pra contar história, e se por ventura seres extraterrestres, tipo os mostrados no cinema (aí ele "viajou" um pouco, mas tudo bem), viessem conhecer nosso planeta então desolado, ao notarem o símbolo da Coca-Cola em quase todas as partes da Terra pensariam que a Coca-Cola foi para os humanos uma espécie de deus, adorado mundialmente. Os ETs fariam como fazem os arqueólogos quando querem descobrir em que contexto social estava inserido certo objeto encontrado numa determinada escavação.

A expansão da marca Coca-Cola, com seus refrigerantes de sabor muito agradável (porém nada saudáveis), vem ganhando mercado a cada dia que passa, fruto do processo de globalização econômica e investimentos em marketing. Hoje em dia, se você for para o Vietnã ou para a Rússia, por exemplo, e entrar em uma lanchonete para comprar uma bebida, lá estará à disposição uma variedade de refrigerantes produzidos pela Coca-Cola.

Complemento a ideia de meu colega: O curioso para esses ETs propostos, ao exumarem os restos mortais de algumas pessoas que bebiam do líquido negro estranho, seria notar que o "deus" dessas pessoas não as amava, pois fornecia uma bebida que poderia deixa-las doentes, dependentes física e psicologicamente, além de propiciar o risco de morte, caso ingerida excessivamente.

Apesar de ser uma ficção, fica a moral da história: Não deixe outro deus tomar o lugar do seu DEUS amoroso e verdadeiro, Jesus Cristo, aquele que dá de graça a água da vida, pura e saudável; aquele que sabe de todas as suas necessidades e quer te ajudar, porque Ele é nosso Criador, Mantenedor e Salvador.

André Luiz Marques

Não deixe de ler:
O que acontece quando se bebe Coca-cola!
Refrigerantes causam câncer

Adorar a Deus levantando as Mãos

Há base bíblica para a prática, cada vez mais comum, de levantar e movimentar as mãos durante o canto congregacional?

Essa pergunta pode parecer sem importância, porém revela que estamos muito interessados em um tipo de culto que esteja biblicamente fundamentado e que não viole as instruções bíblicas. Mostra, também que o movimento das mãos enquanto cantamos está criando certa tensão. Vou falar do uso das mãos durante os atos de adoração, Ficará claro que na Bíblia, o ritual do uso das mãos acontecia, principalmente durante a oração.

1°- Atos não-verbais
As expressões corporais desempenham papel importante na expressão de idéias e emoções. Estudos sobre o papel dos atos não-verbais na adoração nos ajudam a entender um pouco melhor seu significado. Na Bíblia, temos apenas a linguagem da postura, gestos, movimentos e expressões faciais. As artes do antigo Oriente Médio ilustram muitos desses gestos. Os gestos das mãos mencionados na Bíblia, eram também comuns no ambiente de adoração e culto no antigo Oriente Médio.

2°- Levantar das Mãos
As expressões “levantar as mãos [yâdîm]” ou “ Levantar as palmas (mãos) [Kappayim]” são praticamente sinônimas. São usadas em diferentes contextos e, em alguns casos, expressam significados distintos. “O ato de levantar as mãos” é um gesto que expressa adoração no contexto do culto. Os que ministravam no templo eram exortados assim: “Levantem as mãos na direção do santuário e bendigam o Senhor!” (Salmo 134:2)

O gesto indicava que o objeto de louvor era o Senhor e que todo o indivíduo estava envolvido nesse ato. Era também usado para apresentar ao Senhor as orações e súplicas (Salmo 28:2), como se a oração fosse colocada na palma da mão e levantada ao Senhor pedindo-Lhe que aceitasse (Salmo 141:2). Em outros casos, o gesto aparece para expressar a vontade do adorador de receber do Senhor o que pediu (Salmo 63:4,5 – Lamentações 2:19). Mas o levantar das mãos parece expressar algo profundo, algo relacionado com o coração humano: “Derrame o seu coração como água na presença do Senhor. Levante para Ele as mãos” (Lamentações 3:41). O levantar das mãos correspondia ao levantar do íntimo do ser adorador ao Deus adorado, em comunhão com Ele.

3°- Movimentar as Mãos
Neste caso o, verbo é pãrash (acenar), expressando a idéia de que as mãos acenam em frente da pessoa, não necessariamente levantadas. Às vezes, parece que o adorador acena as mãos em direção ao templo, ao Céu (1° Reis 8:38,39,54; Salmo 44:20) ou ao Senhor (Êxodo 9:33). O movimentar das mãos era usado, particularmente, durante as orações de súplica (1° Reis 8:54; Isaías 1:15; Êxodo 9:29; Lamentações 1:17) ou quando havia uma profunda necessidade da presença de Deus (Salmo 143:6). No salmo 88:9, lemos:"A minha vista desmaia por causa da aflição. Senhor, tenho clamado a Ti todo o dia, tenho estendido para Ti as minhas mãos”. A necessidade do salmista é tão intensa que ele implora pela ajuda do Senhor. Embora em necessidade profunda, o adorador vai ao Senhor e estende as mãos a Ele, pedindo ajuda. Esse gesto mais intenso era uma expressão pessoal de dependência de Deus (Salmo 44:20) e a devoção do coração ao Senhor (João 11:13).

4°- E então?
Tanto quanto posso apurar, não há aceno com as mãos durante o culto na Bíblia. O levantar das mãos é comum (1° Timóteo 2:8). A Bíblia não prescreve gestos das mãos na adoração, mas descreve como prática comum aceitável. A arte dos cristãos primitivos indica que eles costumavam orar com os braços e as mãos estendidas para os lados, formando um crucifixo com o corpo. Hoje, unimos nossas mãos, tanto atrás como na frente do corpo, ou simplesmente as deixamos soltas. Ocasionalmente, podemos juntar as palmas das mãos e entrelaçar os dedos, uma prática comum entre os antigos romanos e sumerianos. Em outros tempos, as palmas eram colocadas juntas com os dedos estendidos, ato comum no budismo e hinduísmo. A introdução de novidades em nossas igrejas, influenciadas pelo sistema carismático de adoração, pode perturbar um culto que deveria estar centrado em nosso Criador e Redentor e na Sua Palavra. Seria melhor seguir as práticas comuns da congregação onde coletivamente adoramos o Senhor.

Angel Manuel Rodríguez (Diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Associação Geral).

A música e a guerra entre Cristo e Satanás para dominar a mente do Cristão

Uma das questões que têm sido levantadas em nossos dias na área musical dentro da teologia é a seguinte: de fato, qual a influência e o poder que a música exerce sobre o ser humano? Este artigo tentará responder a esta pergunta, tratando a questão apenas de ponto de vista puramente espiritual.

Antes de prosseguirmos, precisamos entender cinco questões fundamentais para que possamos compreender este grande conflito envolvendo a música, seja ela religiosa ou não:

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Satanás era quem cuidava da música no céu.
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Ele quem ensinava a música.
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Ele quem ministrava até mesmo os instrumentos.
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Abaixo de Deus era a maior autoridade neste assunto.
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Quando Lúcifer se transformou em pecado, o dom musical que possuía também sofreu esta transformação, porém também para o pecado.

Por causa desta transformação, uma de suas principais armas em seu plano para enganar a humanidade hoje é transformar a música pura e sacra em músicas que afastem Deus dos pensamentos dos Seus filhos. E quando estou a falar de música não estou me referindo a letra, porque muitos tem usado essa mistura de usar letras religiosas com músicas mundanas. É importante que tenham em mente que a letra não santifica a música. Satanás promoveria uma mudança na pura música transformando-a em uma música capaz de impedir que os cristãos tenham uma verdadeira experiência com Deus e com sua verdade, a esse respeito Ellen White comenta:“Os anjos associaram-se a Adão e Eva em santos acordes de harmoniosa música...Satanás ouviu o som de suas melodias de adoração ao Pai e ao Filho. E quando Satanás o ouviu, sua inveja, ódio e malignidade aumentaram, e ele expressou a seus seguidores a sua ansiedade por incitá-los a desobedecer, atraindo assim sobre eles a ira de Deus e mudando os seus cânticos de louvor em ódio e maldição ao seu Criador.”– (História da Redenção, p. 31.)

Muitos acreditam que devemos respeitar a cultura musical de cada região e pais, mas na declaração acima podemos perceber que Deus introduziu no Éden uma cultura musical harmoniosa e santa e que satanás quando ouviu tal música resolveu que trataria de mudar essa cultura musical santa para uma música que incitaria as pessoas a desobediência, uma música cultural diferente. Tudo o que este anjo possuía em matéria de talentos e dons, inclusive em questões musicais, ele transformou em puro ódio e maldição . A partir da entrada do pecado, a cultura celestial que existia no Éden foi mudada, e uma nova cultura passou a imperar sobre este planeta. Não podemos nos esquecer que, após a queda do homem, Satanás é considerado o “príncipe deste mundo” (João 12:31; 14:30; 16:11). Dentro desta cultura satânica implantada neste mundo após a queda, surgiram também as culturas musicais provenientes de Satanás. Por esta razão temos que ter muita cautela para não adotarmos a cultura como norma, acima do princípio bíblico, mas antes, fazê-la passar pelo filtro da palavra de Deus.

Analisemos alguns possíveis efeitos significativos da cultura musical implantada neste mundo pelo anjo caído sobre nosso estado, tanto mental quanto espiritual.

Possíveis efeitos da música secular mundana sobre a mente e a espiritualidade:
·

-Pode tornar-te um cristão superficial.
-Pode alterar o comportamento humano baixando as defesas do lobo frontal.
-Pode abrir as portas da vida para os demônios.
-Pode fazer com que você perca o domínio próprio e o discernimento espiritual das coisas.
-Pode corromper o paladar auditivo.


Alguns exemplos de músicas seculares mundanas que tem se introduzido nas igrejas cristãs
.

-Rock
-Funk
-Sertanejo
-Pagode ou samba
-Jazz
-Bluz

Acredita-se que a música tem o poder de alterar o comportamento, influenciando para qualquer tipo de implicação moral. A esse respeito expressou Martin Claret, “Quer abertamente, ou de maneiras sutis, que se comunicam do subconsciente para o subconsciente, os músicos sempre expressam, o nível de harmonia ou desarmonia psicológica que têm dentro de si.” (Martin Claret, O Poder da Música, p. 103.)

Além de implicações Moraes para o bem ou para o mal “A música transfere os elementos da consciência do autor para os ouvintes. Portanto pelas artes tonais haverá implicações morais.” (Martin Claret, O Poder da Música, p. 99.)

O astro de rock Jimi Hendrix declara, ainda mais enfaticamente, uma opinião mais séria ainda : “Você pode hipnotizar as pessoas com a música e quando eles chegarem ao seu ponto mais fraco você pode pregar para os seus subconscientes o que você quiser dizer.” (Jimi Hendrix, entrevistado pela Life (3 de outubro de 1969), pág. 4.)

Além disso, estudos tem demonstrado que a música tem o poder de mexer com as três estruturas na qual somos formados que chamamos de Espiritual, mental e corporal. Melodia, harmonia e ritmo. A melodia trabalha o lado espiritual e talvez seja esta a razão do porque que Gregório se preocupou em produzir músicas com enfase na melodia na chamada música gregoriana. A harmonia trabalha com a parte mental. A divisão, distribuição e junção das vozes para criar a harmonia força o amadurecimento mental e conseqüentemente o intelecto. Agora sobra-nos o ritmo que por sua vez é o mais polêmico. O ritmo fora do padrão espiritual mexe mais com o corpo, e conseqüentemente com as paixões da carne, principalmente se for acentuado e cadenciado por instrumentos não melódicos como os tambores ou bateria. Hoje em dia a ênfase na estrutura da música são os ritmos. Existem exageros nas partes rítmicas da música e pouquíssimo de melodia e harmonia. Portanto se a música traz implicações Moraes, não deveríamos produzir e ouvir músicas que explorem mais a melodia e a harmonia para elevar a mente e a espiritualidade do que o ritmo que apela mais ao corpo?

Na música religiosa o se que faz mais necessário é a reflexão mental da mensagem falada ou cantada para elevar a espiritualidade. Isso não acontece quando a música com ritmos acentuados apelam mais ao corpo do que a mente e a parte espiritual. Isso não implica que devamos extinguir o ritmo porque toda música é construída sobre o ritmo. Os grandes teólogos e estudiosos em música como o Pastor Wolfgang Hans Martin Stefani, Eurydice Osterman, Pastor Vanderlei Dorneles, Pastor Jorge Mário, Pastor Samuele Bacchiocchi, Pastor Dario Pires de Araújo e outros mais, reconhecem que um dos problemas se concentra também na acentuação do ritmo e na marcação com batidas dos tambores ou bateria que apelam mais as sensações emocionais e corporais do que as espirituais e mentais. Alguns poderiam dizer: mas e daí, qual é o problema?

Bom, vejamos a resposta na surpreendente história de um homem chamado Phineas Gage que foi um jovem supervisor de construção de ferrovias da Rutland e Burland Railroad, em Vermont, EUA. Em 1848 de setembro, enquanto estava preparando uma carga de pólvora para explodir uma pedra, ele socou uma barra de aço inadvertidamente no buraco. A explosão resultante projetou a barra, com 2.5 cm de diâmetro e mais de um metro de comprimento contra o seu crânio, a alta velocidade. A barra entrou pela bochecha esquerda, destruiu o olho, atravessou a parte frontal do cérebro, e saiu pelo topo do crânio, do outro lado.

Gage perdeu a consciência imediatamente e começou a ter convulsões. Porém, ele recuperou a consciência momentos depois, e foi levado ao médico local, Jonh Harlow que o socorreu. Incrivelmente, ele estava falando e podia caminhar. Ele perdeu muito sangue, mas depois de alguns problemas de infecção, ele não só sobreviveu à horrenda lesão, como também se recuperou bem, fisicamente.

Porém, pouco tempo depois Phineas começou a ter mudanças surpreendentes na personalidade e no humor. Ele tornou-se extravagante e anti-social, praguejador e mentiroso, com péssimas maneiras, e já não conseguia manter-se em um trabalho por muito tempo ou planejar o futuro. Passou a ter comportamentos inconseqüentes. "Gage já não era Gage", disseram seus amigos. Ele morreu em 1861, treze anos depois do acidente, sem dinheiro e epiléptico, sem que uma autópsia fosse realizada em seu cérebro. O médico que o atendeu, John Harlow, entrevistou amigos de parentes, e escreveu dois artigos sobre a história médica reconstruída de Gage, um em 1948, intitulado "Passagem de uma Barra de Ferro Pela Cabeça”, e outro em 1868, intitulado "Recuperação da Passagem de uma Barra de Ferro Pela Cabeça”.

Phineas Gage tornou-se um caso clássico nos livros de ensino de neurologia. A parte do cérebro que ele tinha perdido, os lobos frontais, passou a ser associada às funções mentais e emocionais que ficaram alteradas. Harlow acreditava que, "o equilíbrio entre as faculdades intelectuais e as propensões animais parecem ter sido destruídas."

O crânio dele foi recuperado, e preservado no Warren Medical Museu da Universidade de Harvard.

Mais recentemente, dois neurobiologistas portuguêses, Hanna e Antônio Damasio da Universidade de Iowa, utilizaram computação gráfica e técnicas de tomografia cerebral para calcular a provável trajetória da barra de aço pelo cérebro de Gage, e publicaram os resultados em Science, em 1994. Eles descobriram que a maior parte do dano deve ter sido feito à região ventromedial dos lobos frontais em ambos os lados. A parte dos lobos frontais responsável pela fala e funções motores foi aparentemente poupada. Assim eles concluíram que as mudanças no comportamento social observado em Phineas Gage provavelmente foram devidos a esta lesão, porque os Damasios observaram o mesmo tipo de mudança em outros pacientes com lesões semelhantes, causando déficits característicos nos processos de decisão racional e de controle da emoção.

"Gage foi o início histórico dos estudos das bases biológicas do comportamento",
disse Antônio Damasio.

A história de Gage também se tornou um passo importantíssimo para os avanços de pesquisas e estudos feitos na área da música e o comportamento humano. Vários teólogos e estudiosos tem associado os ritos frenéticos e música com tambores ou bateria com as reações nada amistosas nos seres humanos que participam delas. Como o assunto aqui pautado tem como referência direta a música religiosa, podemos citar por exemplo dentro deste contexto o que de fato acontece nos cultos pentecostais. Eu pessoalmente assisti a um culto em uma determinada igreja pentecostal, e o que presenciei ali foi exatamente o que também presenciei em um culto de candomblé. O interessante que quero destacar é que sempre antes da hipnose e dos comportamentos estranhos e possessões demoníacas, há uma explosão de música ritmada e com muito tambor ou bateria, isso em ambos os cultos.

Percebe-se que a música teve um papel predominante para que tal êxtase pudesse acontecer. Evidentemente, sem a música com tambores seria mais difícil provocar tal êxtase no culto pentecostal e no culto de candomblé. O que de fato alguns estudiosos e teólogos da música têm descoberto é que assim como Phineas Gage perdeu completamente sua capacidade de racionalizar, discernir, medir e coordenar suas atitudes e decisões depois de ter comprometido no acidente a parte frontal do cérebro que comanda todas essas funções, dessa mesma forma a música com a acentuação do ritmo movido pelos tambores ou bateria também podem inibir a capacidade neurológica do lobo frontal baixando assim suas defesas chegando ao ponto de permitir que os anjos caídos tenham completo domínio sobre os que participam de tal culto.

Na menor das hipóteses, a baixa resistência do lobo frontal impedindo sua capacidade neurológica total, poderia também implicar em reações adversas como por exemplo a superficialidade cristã. Em nossos dias, com a música mundana, especialmente o pop rock entrando para dentro de nossas igrejas, nunca tivemos um mundo tão religioso e ao mesmo tampo nunca tivemos uma religião tão mundanizada. Será que a música mundana que tem entrado e sido aceita pelas igrejas não estaria intimamente ligada com o tipo de cristãos que tem se formado em nossos dias? Cristãos descomprometidos, mornos, apáticos espirituais, indiferentes e sem o devido entusiasmo para estudar mais profundamente a palavra de Deus?

Muitos perguntam: "De que forma músicas como apresentadas aqui poderiam afetar a vida do cristão para o bem ou para o mal?". As músicas que apelam mais a parte mental e espiritual nos condiciona a sermos mais fortes e firmes nos propósitos, decisões, lutas e compromissos espirituais com Deus. De forma contrária, toda música que apele mais ao corpo, aos sentimentos e as emoções tendem a nos tornar superficiais em nossos propósitos, decisões, lutas e compromissos espirituais com Deus. Isso explicaria o alerta de Ellen White ao mencionar a música com tambores apresentada em indiana, que “Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”.(ME, Vol 2 – 36.)

Não podemos de forma alguma subestimar o anjo caído, porque Ellen White ainda escreveu que “Por milhares de anos Satanás tem estado a fazer experiências sobre as propriedades da mente humana, e aprendeu a conhecê-la bem. Por meio de operações sutis nestes últimos dias está ele ligando a mente humana com a sua própria, enchendo-a com suas idéias” (Medicina e Salvação, 11)

Lembremo-nos de que satanás é o maior entendido no assunto da música não somente aqui na terra mas também entre os anjos que caíram com ele e os que restaram no céu.

Atentemos para as advertências bíblicas.


“Cantai louvores a Deus, cantai louvores; cantai louvores ao nosso Rei, cantai louvores. Pois Deus é o Rei de toda a Terra; Cantai louvores com inteligência.” (Salmo 47:6,7)

Neste verso, o salmista nos orienta que música é uma questão de inteligência e sabedoria e não de sentimentos ou gostos pessoais. Muitos escolhem uma música devido a reação aparentemente boa que ela dá, mas lembremo-nos de que nossas emoções também foram maculadas pelo pecado e por isso não podem servir de base para definir o que é bom e o que não é. Nossas escolhas devem ser baseadas pela vontade de Deus apenas. Notemos com atenção o texto seguinte: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:1-2)

Este texto esclarece ainda mais a questão da adoração através da mente, ou seja, o “culto racional”. Além disso, enfatiza que, somente quando meu entendimento (isto é, minha mente) estiver transformado, aí então poderei experimentar a vontade de Deus em minha vida.

Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos.” (Amós 5:23)

Assim como no passado, existem algumas condições para que nossos louvores sejam ouvidos e aceitos por Deus. Portanto é necessário que, ao recebermos a luz acerca do que Deus espera em nosso louvor a adoração musical, que cumpramos Sua vontade e não aquilo que achamos, ou o que agrada ao nosso gosto pessoal. A Bíblia tem respostas suficientes para sabermos escolher melhor a música que usamos com o objetivo de adorar a Deus. Portanto busquemos essas respostas com humildade e com a orientação do Espírito de Deus e com certeza as encontraremos.

“Cantai ao Senhor um cântico novo.” (Salmos 96:1)

Nove vezes a Bíblia fala em cantar “um novo cântico”. Sete vezes essa frase ocorre no Velho Testamento (Salmos 33:3; 40:3; 96:1; 98:1; 144:9; 149:1; Isaías 42:10) e duas vezes no Novo Testamento (Apocalipse 5:9; 14:2). Mas não se trata aqui de uma ordem para cantarmos somente composições que acabaram de ser criadas. Trata-se de cantar uma nova experiência, na qual é possível louvar a Deus com um novo significado.

No Novo Testamento a palavra grega traduzida por “novo” é kainos, que significa novo em qualidade e não em tempo. O segundo significado é expresso pela palavra grega neos. O Theological Dictionary of the New Testament (Dicionário Teológico do Novo Testamento) claramente explica a diferença entre as duas palavras gregas neos e kainos. “Neos é o que é novo no tempo ou origem.... kainos é o que é novo em natureza, diferente do habitual, impressionante, melhor que o velho”.

Cantai ao Senhor um cântico novo, significa que os velhos cânticos devem ser deixados. Cantai ao Senhor um cântico novo de uma nova vida, de um novo coração, de uma nova mente, de novos valores, novos princípios e não cânticos velhos e mundanos cheios de uma cultura imposta por Satanás.

“Adejam anjos em torno de uma habitação além. Jovens estão ali reunidos, ouvem-se sons de música em canto e instrumentos. Cristãos acham-se reunidos nessa casa; mas que é que ouvis? Um cântico, uma frívola canção, própria para o salão de baile. Vedem, os puros anjos recolhem para si a luz, e os que se acham naquela habitação são envolvidos pelas trevas os anjos afastam-se da cena. Têm tristeza no semblante. Vede como choram! Isto vi eu repetidamente pelas fileiras dos observadores do sábado…”
(Mensagem aos Jovens, p. 295)

Ellen White apresenta nesta declaração que a música é um conflito não só na mente humana, mas também um conflito espiritual. E não poderia ser diferente, uma vez que a mente humana é o campo desta guerra entre o bem o e mal. Cada escolha feita, cada decisão tomada é uma batalha, que será vencida por Deus ou pelas hostes do mal. O fato de os anjos recolherem para si a luz que deles irradiava demonstra claramente a natureza espiritual deste conflito, demonstrando também qual dos lados estava vencendo aquela batalha específica.

O que podemos dizer das músicas (Música e não a letra) apresentadas em nossas programações, congressos e campais evangelísticos atualmente? E das músicas ouvidas em nosso cotidiano? Se pudéssemos ver o invisível, qual seria o semblante dos anjos ao nos contemplarem, enquanto executamos as músicas que estamos acostumados a ouvir?

“Satanás não faz objeções à música, uma vez que a possa tornar um caminho de acesso à mente dos jovens.”
(Mensagens aos Jovens, p. 295)

Satanás foi o responsável pela música no céu, (Ezequiel 28:13) e, infelizmente, tem sido o responsável pela música que entra em nossas casas e em muitas de nossas igrejas com o objetivo de ter acesso a nossas mentes tornando-nos superficiais em nosso compromisso com Deus.

“...E quando Satanás o ouviu, sua inveja, ódio e malignidade aumentaram, e ele expressou a seus seguidores a sua ansiedade por incitá-los a desobedecer, atraindo assim sobre eles a ira de Deus e mudando os seus cânticos de louvor em ódio e maldições ao seu Criador.”
(História da Redenção, p. 31)

A cultura musical de satanás produzida por ele, está associada ao seu ódio ao criador e suas criaturas. É possível que a música, mesmo a música religiosa, esteja mais satisfazendo aos gostos de Satanás do que de Deus. Esta não precisa ser uma regra geral. Certamente, não é a vontade de Deus que isso ocorra entre Seus filhos. Portanto como tem sido as tuas escolhas musicais? Quais sons tem alimentado a tua mente? São sons que alimentam e excitam a natureza carnal, ou sons que alimentam e elevam a natureza espiritual?

Dois riscos de se falar de música


1º -
Critérios baseados no gosto pessoal.

2º -
Tentar mostrar às pessoas que se deve mudar o gosto musical (Salmos 96:1).

Tratar do assunto de música em nossos dias pode custar muito desgaste devido a estes dois riscos, o gosto pessoal das pessoas e da necessidade de mudar os próprios gostos.

São poucos os que estão dispostos a sacrificar seus gostos. Quando entregamos nossa vida a Cristo, isto implica em uma nova percepção do mundo, englobando todas as áreas da vida. Muitas coisas precisam mudar e muitos gostos também, mas uma grande maioria dos professos filhos de Deus não leva em consideração a mudança que também é necessária nos gostos musicais. Estes também deveriam ser refinados e aguçados, colocados em consonância com os princípios divinos do verdadeiro louvor.

Precisamos treinar nosso gosto ao ambiente celestial, adquirindo uma apreciação pelas verdadeiras músicas que realmente traçam a linha de nosso ser com o céu. A esse respeito Ellen White escreveu que foi-lhe “mostrada a ordem, a perfeita ordem do Céu, e senti-me arrebatada ao escutar a música perfeita que ali há. Depois de sair da visão, o canto aqui me soou muito áspero e dissonante. Vi grupos de anjos que se achavam dispostos em quadrado, tendo cada um com uma harpa de ouro. Há um anjo que dirige sempre, o qual toca primeiro a harpa a fim de dar o tom, depois todos se ajuntam na majestosa e perfeita música do Céu. Ela é indescritível. É melodia celestial, divina, enquanto cada semblante reflete a imagem de Jesus, irradiando glória indizível.” (Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 45)

“Precisamos aprender a entoar aqui o cântico do Céu, de modo que quando terminar a nossa peleja possamos participar do cântico dos anjos celestiais na cidade de Deus.” (Historical Sketches, págs. 145 e 146).

“A música forma uma parte do culto de Deus nas cortes do alto. Devemos esforçar-nos em nossos cânticos de louvor, por aproximar-nos o mais possível da harmonia dos coros celestes.” (Evangelismo, pág. 507).

Se a mensageira do Senhor apela para que nos esforcemos em aproximar o mais possível da harmonia dos coros celestiais, não deveríamos dar atenção as orientações bíblicas com respeito a música e as características da instrumentação usada na adoração, ao invés de introduzir músicas com instrumentos característicos do rock, jazz e bluz de característica secular mundana mudando apenas a letra? Espero que declarações como esta nos leve a uma profunda reflexão.

4 critérios para escolher uma boa música


1º - Letra
– Mensagem que esta música transmite, porque elas são gravadas na mente do ouvinte.

“Poucos meios há eficientes para fixar Suas palavras na memória do que repeti-las em cânticos. E tal cântico tem maravilhoso poder. (...) É um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais. Quantas vezes à alma oprimida duramente e pronta a desesperar, vêm à memória algumas das palavras de Deus - as de um estribilho, há muito esquecido, de um hino da infância - e as tentações perdem o seu poder, a vida assume nova significação e novo propósito, e o ânimo e a alegria se comunicam a outras almas!”
(Educação, pág. 166, 167).

2º - Ritmo
– Toda música tem ritmo, mas nem todo ritmo é saudável a mente. Por esta razão veja algumas considerações importantes a respeito do ritmo:

“A música saudável pode ser alegre ou reflexiva, mas nunca coloca o ritmo em uma posição mais importante que a mensagem. Quando uma música mexe mais com o corpo do que com o coração, torna-se perigosa.”
(Erton Kohler, RA – Agosto de 2006, Pág. 19).

“O elemento que mais facilmente caracteriza uma música é seu ritmo. Alguns acham que a Igreja tem preconceito para com o ritmo. A igreja canta suas mensagens, e estas possuem ritmo. Só que há ritmo que caracteriza o sensual, o profano, e com estes devemos recusar cantar de nossa fé. Se é a isso que chamam de “preconceitos a ritmos”, então devemos ter, e muito”
(Jorge Mário de Oliveira, Artigo: Melodia, Ritmo e Harmonia).

“Na atualidade, o elemento musical muito explorado na música popular é o ritmo. Seu efeito sobre o físico e a mente são marcantes pelo fato de que o ser humano é um ser rítmico (o pulsar do coração, a respiração, o andar e falar). Após uma contínua repetição de uma mesma célula rítmica por um período relativamente longo de tempo, a mente ficará relaxada e entorpecida. Isto favorece um estado de hipnose, como acontece nos cultos de Candomblé e nos espetáculos de rock. A música em que o elemento rítmico é predominante, agirá como intoxicador que em si não leva uma pessoa a praticar ato algum, porém diminui a sua resistência ao impulso de praticá-lo.”
(Pr. e Prof. Dario Pires de Araujo – Artigo: Parâmetros para a Escolha de Música Sacra)

3º - Autor ou cantor
– Quando eu gosto de uma música, tenho a tendência de admirar o cantor.

“É lei, tanto da natureza intelectual como da espiritual, que, pela contemplação, nos transformamos. O espírito gradualmente se adapta aos assuntos com os quais lhe é permitido ocupar-se. Identifica-se com aquilo que está acostumado a amar e reverenciar.”
(O Grande Conflito, pág. 555).

Tendo em mente o texto acima, vemos a importância de darmos atenção indevida a estes agentes humanos e, com isso corrermos o risco de adquirirmos característica pessoais dele e não de Jesus . As características do cantor de seu comportamento, caráter e idéias se transferem, por conta desta lei do mundo espiritual, aos seus ídolos ou admiradores.

4º - Reação sua para com a música
– Ela pode fazer desenvolver bons comportamentos, mas também pode desenvolver maus comportamentos.

“A história dos cânticos da Bíblia está repleta de sugestões quanto aos usos e benefícios da música e do canto. A música, muitas vezes, é pervertida para servir a fins maus, e assim se torna um dos poderes mais sedutores para a tentação. Corretamente empregada, porém, é um dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a coisas altas e nobres, a inspirar e elevar a alma. (...) Tem poder para subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para suscitar pensamentos e despertar simpatia, para promover a harmonia de ação e banir a tristeza e os maus pensamentos, os quais destroem o ânimo e debilitam o esforço.”
(Educação, p. 166, 167).

Considerações finais


O relato Bíblico nos diz, em Êxodo 32, que Moisés subiu para buscar as tábuas de pedra que selavam o concerto de Deus com Seu povo. O povo, preocupado com a demora de Moisés pediu a Arão que fizesse um deus para guiá-los e ele fez um bezerro de ouro. Josué disse a Moisés: Ouça sons de guerra. Moisés respondeu: Não, são cantos de orgia. Eles estavam adorando um bezerro, cantando orgias e dançando.

Este mesmo povo havia dito, há poucos dias atrás que “Tudo o que o Senhor tem falado, faremos.” (Êxodo 19:8) Agora, abandonando e desprezando o concerto que havia acabado de ser feito, afastaram-se de Deus, elegendo diante de si outros deuses. A conseqüência direta foi que:

1°- A música naquele dia foi capaz de levá-los aos pés de Satanás.
2°- A música naquele dia foi capaz de levá-los à prostituição.
3°- A música daquele dia foi capaz de levá-los ao adultério.
4°- A música daquele dia foi capaz de levá-los ao mais baixo nível moral.
5°- A música daquele dia foi capaz de levá-los para as trevas.
6°- A música daqueler dia foi capaz de fazer o corpo dominar sobre a mente.
7°- Através da música, Satanás teve total controle sobre suas mentes.

Trazendo para nossos dias, de maneira apenas ilustrativa e figurativa poderíamos dizer que o grito de guerra de Satanás seria o mesmo dos bailes funks da atualidade, “TÁ TUDO DOMINADO”. A música tem o poder de elevar, santificar, fortalecer, de nos aproximar de Deus, mas também tem o poder para corromper o caráter, enfraquecer a moral e de nos afastar de Deus colocando o ser humano sobre o domínio do inimigo das almas.

Ellen White diz que ela viu uma cena, relatada em Mensagens aos Jovens, p. 295. Veja esta fascinante declaração da mensageira do Senhor:

Vi Satanás plantando sua bandeira nos lares dos que professam ser os escolhidos de Deus; mas os que andam na luz devem ser capazes de discernir a diferença entre a negra bandeira do adversário e a bandeira manchada de sangue, de Cristo.
(Testimonies, vol. 4, p. 200; Serviço Cristão, p. 209).

A pergunta que surge é: No tema abordado aqui, que tipo de bandeira tem você plantado em seu lar, em sua sociedade e em sua igreja?Leia também: Uso de bateria na igreja e Palestra em audio sobre música com Daniel Spencer.

Gilberto Theiss

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Lição 8 - Descanso

Lição 8 - Descanso (parte 1)


Lição 8 - Descanso (parte 2)


Lição 8 - Descanso (parte 3)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Guarda do sábado será preservada no ENEM 2009

Na manhã desta quarta-feira, 20 de maio, o líder de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista para a América do Sul, pastor Edson Rosa, e o advogado da Igreja para a mesma região, doutor Luigi Braga, estiveram em reunião com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, doutor Reynaldo Fernandes.

Este é o órgão responsável pela aplicação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). O motivo do encontro foi encontrar uma alternativa para os adventistas que irão participar do ENEM, nos dias 03 e 04 de outubro deste ano, já que a data envolve um sábado. Também participaram do encontro o chefe de gabinete João Marcos Martins, e o deputado Charles Lucena.

O presidente do INEP, informou que já estava no planejamento ter salas disponíveis para os guardadores do sábado. Durante a audiência foi feita uma solicitação no sentido de que na normativa para aplicação do ENEM conste a existência desta sala especial onde os guardadores do sábado possam ficar reservados até o horário do por do sol do dia 03 de outubro, quando então, farão a prova. Essa solicitação foi prontamente aceita pelo presidente Dr. Reynaldo Fernandes.

Para o pastor Edson Rosa, “trata-se de uma conquista junto ao Ministério da Educação que permite a liberdade de consciência. Nossos alunos terão o direito de guarda do sábado preservado e poderão participar tranquilamente desta seleção”. O pastor ainda acrescenta que “assim que tivermos a normativa em mãos vamos divulgá-la”.

Já está agendada uma segunda audiência com o doutor Reynaldo Fernandes, quando, em entrevista, ele dará maiores esclarecimentos sobre o a importância do ENEM e o direito de consciência que deve ser preservado.

O ENEM é um exame individual, de caráter voluntário que, a partir deste ano, deixará de ser apenas um instrumento para avaliação, e passará a ser adotado como válido para ingresso na universidade.

Fonte: ASN

Os Adventistas e a Coca-Colca

Na revista Adventist World saiu um artigo explicando a posição da igreja sobre a cafeína. Respodendo à pergunta se a igreja mudou sua posição sobre a cafeína.

Os autores Allan R. Handysides e Peter N. Landless, ambos do Ministério da Saúde da Associação Geral da IASD, escreveram: "Não, a igreja não mudou sua posição na questão do chá, café e outras bebidas que têm cafeína".

Nos regulamentos Eclesiásticos-Administrativos da Associação Geral da IASD de 2007/2008, página 293, lemos o seguinte: "É desaconselhado o uso do café, chá e outras bebidas que contêm cafeína e qualquer substância prejudicial". No artigo também é citado os problemas causados por refrigerantes e bebidas energéticas que contém cafeína, algumas em quantidades igual e até maiores que o café. E você, o que pensa sobre este assunto? Quais bebidas na sua opinião se enquadram em outras bebidas que têm cafeína?

Coca-Cola

Uma declaração do recém eleito presidente da Bolívia, Evo Morales, colocou a sociedade em choque por revelar que uma das bebidas mais consumidas do planeta pode fazer uso de uma planta proibida pela comunidade internacional. Evo Morales em entrevista a BBC de Londres revelou que os EUA são o principal comprador de 99% das folhas de coca comercializadas legalmente na Bolívia.

A política anti-drogas

A controvérsia do mais novo presidente das Américas vem do fato de que a multinacional Coca- Cola que fabrica os refrigerantes, tem livre comercio e uso das folhas, e a Bolívia que detêm a produção e comercialização, é limitada e hostilizada ao tentar comercializar para benefício próprio.

Descendente de índios e eleito para ser um presidente populista, Evo Morales não se conforma que a empresa de refrigerantes tenha privilégios de ter a folha de coca na composição do xarope que compõem a base da bebida e seja restrito para outros usos. A empresa norte-americana diz já ter retirado o alcalóide (cocaína) das folhas, ao usá-las para composição de aromatizantes no refrigerante.

“Segundo dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, existem hoje três empresas no país autorizadas a importar folhas de coca; uma delas, Stepan Chemical, é responsável desde 1903 pela fabricação, para a Coca-Cola, de um aromatizante incluído na fórmula do refrigerante”. “Esta demanda americana pelas folhas de coca é alimentada pelo uso da planta como base para a fabricação de um aromatizante utilizado na preparação da Coca-Cola.

O aromatizante é obtido após a retirada do alcalóide cocaína, para garantir que o produto final não tenha nenhum traço da droga. A utilização da coca como base para aromatizantes é permitida graças à existência de um artigo específico na Convenção Única das Nações Unidas sobre Narcóticos, de 1961, que diz que o uso de folhas de coca deve ser permitido “para a preparação de agente aromatizante, que não deve conter nenhum alcalóide” e que “na medida necessária para tal uso” deve ser permitida a “produção, importação, exportação, comércio e posse de tais folhas”.

A história da Coca-cola

Formulada por um farmacêutico que manipulava formulas medicinais, o xarope tinha como objetivo ser um remédio para as dores de cabeça dos clientes; o copo do xarope era misturado a água carbonada e vendido a 0,05 centavos no balcão da farmácia de John Pemberton, o farmacêutico de Atlanta. O nome do xarope é batizado de Coca-cola, embora ninguém afirme que a formula medicinal manipulada por Pemberton, contivesse o extrato das folhas de coca; vindo de um farmacêutico, era de se esperar que o medicamento possuísse em seu nome, a especificação do ‘santo’ remédio...

No século 19 a cocaína foi descoberta por Wohler em 1860, médico que procurava um anestésico local para substituir a morfina, depois disto a cocaína era sugerida pelos médicos para ser utilizada em consultórios dentários e oftalmológicos. Pemberton, o farmacêutico, queria um anestésico para as dores de cabeça, e a ultima novidade era a cocaína, que sem restrições como há hoje em dia, pode ter sido utilizada na formula do xarope da Coca-cola.

Discussões a parte, o quadro alimentar que se projeta diante deste fato é que o consumidor se vê em uma incógnita tremenda; o refrigerante mais consumido no mundo se encontra com uma sombra sob sua imagem. Estima-se que a cada 10 segundos, 126 mil pessoas tomam um dos produtos da Coca-Cola. Embora a empresa afirme que as folhas de coca são utilizadas apenas como aromatizantes, e passam por um processo de retirada do alcalóide, os químicos relatam que a extração de alcalóides das folhas, não ocorre em um processo 100% e que um baixo percentual permanece nos extratos; o mesmo acontece para alcalóides como a cafeína que passa pela extração da droga para compor os cafés descafeinados.

Porém a empresa divulgou o seguinte edital: “A Coca-Cola é um produto autorizado em mais de 200 países com o aval dos mais rígidos e conceituados órgãos de segurança alimentar; de fiscalização sanitária e de saúde. No Brasil, todos os produtos da Coca-Cola estão registrados no Ministério da Agricultura. A concessão do registro representa a chancela do Ministério quanto à segurança da fórmula; da produção e das condições de higiene, de acordo com a legislação brasileira. O Ministério da Justiça no Brasil, através do Instituto Nacional de Criminalística, concedeu laudo atestando, após minuciosa análise, que não existe nenhuma substância entorpecente ou psicotrópica na Coca-Cola. Esse estudo foi feito no ano de 2000, ocasião que, mais uma vez, veio à tona essa falsa alegação. Talvez esse folclore surja por conta da não revelação da fórmula do produto. Trata-se de um dos segredos industriais mais bem guardados do mundo, trancado a sete chaves desde 1886”.

É uma formulação energizante, se houvesse possibilidade de estar na composição básica do refrigerante, os efeitos da substância cocaína, seriam a dependência da bebida, onde o consumidor seria levado a sempre dar preferência pela marca, haveria também um estado de revitalização energética, agitação e euforia. Como a possibilidade da composição pode ser baixa, estes efeitos seriam brandos no consumidor. Além da composição do xarope incluir o subproduto das folhas de coca, o refrigerante também possui a cafeína; uma porção de 200 ml (copo) de Coca-Cola, por exemplo, contém 19 miligramas (mg)de cafeína. Além disso, o refrigerante também leva entre 10 a 12 % de açúcar. Isso equivale a 240 gramas de açúcar na tradicional garrafa de 2 litros.

Leia também: O que acontece quando se bebe Coca-cola!
Refrigerantes causam câncer

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Características Músicas – Parte 3 (Na Bíblia)

Pergunta-se a 100 pessoas a noção de equilíbrio, e teremos 100 opções diferentes. Qual devemos seguir?

Antes de responder leve em consideração dois textos:

“Assim diz o SENHOR: maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!” (Jeremias 17:5)

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?” (Jeremias 17:9)

Agora a resposta cabível é: O equilibro de Deus, é o que deve ser seguido! Não há opinião humana, muito menos gostos e desgostos que possam ser o mais correto a se seguir pois “nossa justiça é trapo de imundícia” (Isaías 64:6)
Devemos andar em linha reta, conforme nos diz o Senhor:

“Os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele; quando vos desviardes para a direita ou para a esquerda.” (Isaías 30:21)

“Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.” (Provérbios 4:27).

Devemos buscar na sua palavra a voz que nós diz o caminho, sem nos desviarmos nem para o liberalismo e comodismo conforme os prazeres nem para um fanatismo sem o Espírito Santo. E no assunto de música, nada como buscar a luz em sua palavra, e para isso vejamos alguns aspectos como os instrumentos no Santuário e de alguns acontecimentos na vida de Davi.

Vamos primeiro em 2 Samuel 6:1 à 19, aqui encontramos Davi levando a arca para Jerusalém mas algumas coisas aconteceram que são importantes para entendermos sobre música. Note que no versículo 3, a arca foi colocada sobre um carro de bois, e confirmada essa descrição do versículo 6, já no versículo 5 temos uma lista de instrumentos da qual o povo estava utilizando durante a viagem, agora notemos o que aconteceu. Os bois tropeçam Uzá (que não era levita) toca a arca e morre, (6), e Davi se enche de temor com o acontecido, questionando o que havida feito de errado (9). Por três meses a arca ficou na casa de Obede-Edom,(11) passando isso Davi resolve tentar novamente e com todo o cuidado tenta fazer o melhor possível para dar certo, ele coloca as pessoas devidamente designadas para levarem a arca e muda também a parte musical do cortejo! Levando ao som de trombetas retirando os tambores como havia colocado antes. (15). Note que para o cortejo continuar Davi teve que fazer uma reforma. Podemos dizer claramente que Davi teve que deixar de fazer do SEU jeito e passou a fazer conforme o jeito de Deus. (Leia também 1° Crônicas 15: 25 à 28 e Patriarcas e Profetas pág. 705 à 707).

Quanto a dança de Davi, adianto aqui a luz sobre essa questão: “Outra vez pôs-se em movimento o longo séquito, e a música de harpas e cornetas, trombetas e címbalos, ressoava em direção ao céu, misturada com a melodia de muitas vozes. E Davi saltava. ... diante do Senhor, acompanhando em sua alegria o ritmo do cântico.
A dança de Davi em júbilo reverente, perante Deus, tem sido citada pelos amantes dos prazeres para justificarem as danças modernas da moda; mas não há base para tal argumento. Em nosso tempo a dança está associada com a extravagância e as orgias noturnas. A saúde e a moral são sacrificadas ao prazer. Para os que freqüentam os bailes, Deus não é objeto de meditação e reverência;” (Patriarcas e Profetas pág. 707)

Instrumentos na adoração

Deus estabeleceu o santuário como a sua habitação no antigo Israel, depois temos as sinagogas no novo testamento e hoje temos nossas igrejas contemporâneas, vemos uma clara modificação nos lugares onde o povo de Deus se reuniam e se reúnem para adorar. Não precisamos mais de sacrifícios, nem sermos judeus, pais a graça de Cristo está aberta a todos. Mas será que a adoração a Deus mudou também? Temos a base de que assim como no antigo santuário Deus não permitiu tambores em sua adoração, hoje e na nova terra também não há de ter nem haverá de ter. Temos aqui versículos sobre instrumentos e adoração de Deus no céu Apocalipse 5:8-14; 7:11-12; 11:16; 14:2; 15:2; 19:4, as quais nem uma delas contam tambores, mas vamos ao santuário ver como é a adoração musical dentro dele, lembrando que o santuário terrestre é CÓPIA do celestial, logo o que houve nele aqui há lá no céu.

Em 1° Crônicas 25: 1 à 6, temos a função e os instrumentos dos quais deveriam fazer parte da adoração. Note que os profetas deveriam profetizar ao som de harpas, alaúdes e címbalos (1) e também o canto para a Casa do Senhor (6). Temos também no capítulo 28 versículo 19 a afirmação de que todo o Santuário foi escrito por mandado de Deus. Temos mais uma confirmação disso em 2° Crônicas 29:25Também estabeleceu os levitas na Casa do SENHOR com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do SENHOR, por intermédio de seus profetas.”

Na vitória de Josafá sobre Moabe e Amom, o povo ao retornar para Jerusalém, entraram na casa de Deus para adorar com alaúdes, harpas e trombetas. (2° Crônicas 20:28).

Interessante que é clara a distinção de instrumentos que Deus escolheu para a Sua adoração. Nada de instrumentos que enfatizam o rito, pois Deus sabe que o ritmo estimula o corpo, a harmonia a mente e a melodia o espírito, logo devemos ter uma música com menos ênfase no ritmo, melhorando a harmonia e enfatizando a melodia, que é a mensagem que deve ser pronunciada e gravada pelo seu povo.

Esdras 3:10 e Neemias 12:27 nos relatam mais ocasiões de louvor a Deus sem tambores e sim com os instrumentos que Deus havia ordenado como úteis para o Seu louvor.

Os Salmos

Salmos são o que poderíamos dizer hoje, “hinos”, porem hinos antes de vir o Messias, Jesus o Cristo. Existe a grande polemica sobre o Salmo 149 e o 150, mas antes de irmos até eles vejamos algo interessante em outros Salmos, os quais são todos feitos para os instrumentistas dos quais Deus ordenou para o seu louvor:

Salmo 4 – “Salmo de Davi ao mestre de canto, com instrumentos de cordas

Salmo 5 – “Salmo de Davi ao mestre de canto, para flautas

Salmo 6 – “Salmo de Davi ao mestre de canto, com instrumentos de cordas. Em tom de oitava.”

Salmo 45:8 – “dos palácios de marfim os instrumentos de cordas e te alegram.”

Salmo 47:5 – “o Senhor subiu ao som de trombeta.”

Salmo 67 – “Ao mestre de canto, para instrumentos de cordas

Salmo 76 – ““Ao mestre de canto, com instrumentos de cordas. Salmo de Asafe”

Salmo 88 – “Salmo dos filhos de Cora ao mestre de canto, para ser cantado com cítara

Salmo 92: 1,3 – “(Cântico para o dia de Sábado) Bom é render graças ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo, anunciar de manhã a tua benignidade, e à noite a tua fidelidade, sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério, ao som solene da harpa.”

Salmo 108:2 – “Preparado está o meu coração, ó Deus; cantarei, sim, cantarei louvores, com toda a minha alma. Despertai, saltério e harpa; eu mesmo despertarei a aurora.”

Salmo 137:1,2 – “Junto aos rios de Babilônia, ali nos assentamos e nos pusemos a chorar, recordando-nos de Sião. Nos salgueiros que há no meio dela penduramos as nossas harpas,”

Salmo 147:7 – “Cantai ao SENHOR com ações de graças; entoai louvores, ao som da harpa, ao nosso Deus”

Interessantemente, nota-se que foram feitos salmos de louvores destinados a todos os instrumentos permitidos dentro do santuário, os quais Deus escolheu para que fosse louvado, e não vemos nem um Salmo para o mestre da percussão ou mestre dos tambores. Por que será?

“A exclusão do tambor no templo pode indicar que Deus não quis o instrumento na música de adoração por causa de sua relação direta com o misticismo e por sua influência no sentido de excitar as danças e embotar a consciência e o juízo. O ritmo do tambor que inclinava as pessoas à dança deveria estar fora do culto que requer a lucidez da mente para a compreensão da vontade de Deus. Além disso, uma vez que o templo era uma representação do trono de Deus, a música a ser usada ali deveria distinguir-se daquela usada nas celebrações profanas”. (Pastor Vanderlei Dorneles - Professor e doutorando em Teologia pela Andrews Universit)

“O Estudo da música e da liturgia do Templo de Jerusalém, bem como do Santuário celestial, foi muito instrutivo. Vimos que, por respeito pela presença de Deus, instrumentos de percussão e música de entretenimento que estimula as pessoas fisicamente, não eram permitidos nos serviços do Templo, nem são usados na liturgia do Santuário Celestial. Para a mesma razão, instrumentos rítmicos e música que estimula as pessoas fisicamente em vez de elevá-las espiritualmente, está fora de lugar na igreja hoje. A adoração nos dois templos, terrestres e celestial, também nos ensina que Deus deve ser adorado com grande reverência e respeito. Música na igreja não pode tratar Deus com frivolidade e irreverência. Deveria ajudar aquietar nossas almas e a responder a Ele em reverência.” (Pastor Samuelle Bacchiocchi - Professor e Doutor em teologia na Andrews Universit)

“Uma possível explicação para não usar bateria pode ser que, por sua natureza, não é um instrumento melódico. Em toda a Bíblia, há numerosas referências para cantar e fazer “Melodia” com a voz e com instrumentos. Como a bateria não é capaz de fazer “melodia”, as sagradas Escrituras não a apresentam como sendo usada no santuário.

Dos três principais elementos da música – ritmo, melodia e harmonia – o ritmo é o elemento que oferece satisfação imediata, e não requer o grau de reflexão e contemplação que a melodia e a harmonia requerem. O aspecto característico da bateria e de outros instrumentos de percussão na música de hoje, é o de acentuar a batida suplantando a melodia e todos os outros elementos. Pesquisas científicas têm provado que quando o impulso e o repouso da música é rápido, apela mais ao físico. Por outro lado, quando o tempo entre o impulso e o repouso é mais lento, a mente é mais ativamente envolvida...

Esta é a razão pela qual os jovens naturalmente se inclinam para a música que é rápida ou que tem uma batida enérgica. O fato de ela ser contemporânea é significativo e relevante para eles – o que eles podem entender. Isso apóia o raciocínio de que se alguém quer que Deus controle sua mente, é difícil que Ele o faça através de uma maneira que acentua o físico no lugar da mente. ‘Satanás sabe que órgãos provocar para animar, absorver e seduzir a mente, de maneira que Cristo não seja desejado. Os anseios espirituais da alma por conhecimento divino, por crescimento na graça, estão ausentes ( LA,pág. 407).’” (Prof. Eurýdice Osterman - Professora na Universidade Adventista de Oakwlld e Doutora em Música)

E quanto aos tão polêmicos Salmos 149 e 150? Uma leitura com atenção e consideração pelo o que Deus quer dizer e o que devemos escutar e não o que queremos escutar, pode-se desvendar claramente a grande polemica. Note no Salmo 149 os versículos 5 e 6 a referencia de leito e espada de dois gumes. Agora eu pergunto: Você leva a sua cama para igreja? Ou quem sabe vai armado? Creio que não! Seria dentro do templo? Também creio que não.

Mas e agora o 150 logo no seu primeiro versículo nos diz que devemos louvar no seu santuário e no firmamento. O que falar do versículo 4 que diz que devemos louvar com adufes e danças? Isso é no santuário? Não.

O Salmo 150 não afirma desta forma: “Louvai a Deus no seu santuário COM...” mas simplesmente ele descreve uma lista de motivos e meios que podemos louvar a Deus.

Então podemos louvar a Deus com adufes?

Dois pontos com relação a isso:

- Nos dois capítulos (149 e 150), a palavra dança vem da palavra hebraica Maschowal que se refere a instrumento de sopro como a gaita de foles, cornetim ou flauta, e não a dança como sugere algumas traduções.

- Ainda que fosse adufes e danças, eu lhe pergunto: Depois de tudo o que já foi visto sobre o santuário e os instrumentos escolhidos por Deus, você acha que encontramos uma contradição Bíblica? Apenas um versículo pode contradizer toda lista e liturgia do santuário? De forma alguma! Olhando no contexto histórico é simples encontrar onde louvar a Deus com “adufes” e “danças”, e este seria durante a guerra, onde tambores eram tocados para ritmar o exército á marchar (dançar) para o combate, honrando assim a Deus, pois Ele estava com eles nas batalhas e os fazia vencer. E hoje isso ainda se enquadra em nossa igreja, não em guerras, mas nas marchas dos Desbravadores em suas cerimônias ou em eventos como o desfile do dia da independência do Brasil (07 de setembro).

“Porque eu, o SENHOR, não mudo...” (Malaquias 3:6)

“...Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” (Tiago 1:17)

Deus ainda é o mesmo, e ainda quer o louvor como Ele ordenou que fosse. Deus não é secular, nem mundano, Deus é santo e quer um povo santo, com hábitos santos (separados).

Jean R. Habkost

Google é evolucionista


Nota: Devido a revelação do fóssil de uma criatura de 47 milhões de anos (segundo dizem eles... Confira aqui os métodos de datação fóssil), em Nova York nesta terça-feira (19/05), a Google demonstra a sua posição quanto ao grande conflito entre Criacionistas e Evolucionistas. Um fóssil onde “parte da comunidade científica se mostra cética em relação à descoberta”, a mídia em geral faz a sua parte de alarmista e formadora de opiniões.

Depois os alarmistas somos nós!

Confira a notícia sobre o fóssil aqui.

domingo, 17 de maio de 2009

II Voz & Louvor - 23 de Maio

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Características Músicas - Parte 2 (No Espírito de Profecia)

1. O que diz EGW. Sobre a perversão e o emprego correto da música?

“A música, muitas vezes, é pervertida para servir a fins maus, e assim se torna uma dos poderes mais sedutores para a tentação. Corretamente empregada, porém, é um dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a coisas altas e nobres, a inspirar e elevar a alma.”(Ed. p. 166)

2. Mencione 5 dos poderes que a música possui.

“Poder para: (1) subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para (2) suscitar pensamentos e (3) despertar simpatia, para (4) promover a harmonia de ação e (5) banir a tristeza e os maus pensamentos, os quais destroem o ânimo e debilitam o esforço.”
(Ed. p. 167)

3. Que tipo de música deve ser cantado no lar?

“Que haja cântico no lar, de hinos que sejam suaves e puros, e haverá menos palavras de censura e mais de animação, esperança e alegria.”(Ed., p. 167)

4. Que relação existe entre o canto e a oração como partes do culto?

“Como parte do culto, o canto é um ato de adoração tanto quanto a oração.”
(Ed., p. 167)

5. Em que aspecto é a música o mais eficiente dos meios?

“O canto é um dos meios mais eficientes para impressionar o coração com verdades espirituais.”(R.H., 6 de Junho de 1912)

6. O que é capaz de fazer o cântico quando glorifica a Deus?

“Vi que o cântico que glorifica a Deus afasta, com freqüência, o inimigo e que louvar o Senhor o derrotaria e nos daria a vitória.”(Carta 5, 1850)

7. Como Jesus usava a música?

(1) Para livrar-Se da tentação. (Ev. 498)
(2) Para saudar a luz matinal.
(3) Para alegrar Suas horas de labor.
(4) Para levar alegria celeste ao cansado e ao abatido. (CBV., p. 52)
(5) Para expressar o contentamento que Lhe ia no coração.
(6) Para Louvar e dar graças a Deus.
(7) Para manter comunhão com o Céu.
(8) Para animar os companheiros que se queixavam da fadiga do trabalho.
(9) Para banir os anjos maus.
“Dir-se-ia que Seu louvor bania os anjos maus e, como incenso, enchia de fragrância o lugar em que Se achava. O espírito dos ouvintes era afastado de seu terreno exílio, para o lar celestial.”(DTN., p. 73)

8. Porque que os Israelitas repetiam o cântico junto ao mar durante suas viagens?

Para animar os corações e acender a fé dos viajantes peregrinos."Assim, elevavam-se seus pensamentos acima das provações e dificuldades do caminho; abrandava-se, acalmava-se aquele espírito inquieto e turbulento; implantavam-se os princípios da verdade na memória; e fortalecia-se a fé. A ação combinada ensinava ordem e unidade, e o povo era levado a um contato mais íntimo com Deus e com outros.”(Ed., p. 39)

9. Analise o contraste que há entre o antigo costume e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada?

“Fazia-se com que a música servisse a um santo propósito, a fim de erguer os pensamentos àquilo que é puro, nobre e edificante, e despertar na alma devoção e gratidão para com Deus. Que contraste entre o antigo costume, e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada! Quantos empregam esse dom para exaltar o”eu", em vez de usá-lo para glorificar a Deus!”(PP. 12ª ed., de 1991, p. 637)

10. O que leva os incautos a se unirem com os amantes do mundo?

“O amor pela música leva os incautos a unir-se com os amantes do mundo nas reuniões de diversões aonde Deus proibiu a seus filhos irem.”(Ibid.)

11. Para que Satanás emprega a música?

Para distrair a mente do dever e da contemplação das coisas eternas.”Assim aquilo que é uma grande bênção quando devidamente usado, torna-se um dos mais bem sucedidos fatores pelos quais Satanás distrai a mente, do dever e da contemplação das coisas eternas.”(Ibid.)

12. Qual deve ser nosso esforço no que diz respeito a nossos cânticos de louvor?

“... Devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais.”(Ibid.)

13. O que ocorre quando cantamos com o espírito e a compreensão?

“Quando seres humanos cantam com o Espírito e a compreensão, músicos celestes apreendem os acordes e unem-se no cântico de louvor.”(Testimonies, Vol. 9, pp. 143.)

14. Com que intenção deve-se gastar tempo no cultivo da voz?

“Aquele que nos tem concedido todos os dons que nos capacitam a ser coobreiros com Deus, espera que Seus servos cultivem suas vozes, a fim de que possam falar e cantar de modo que todos compreendam. Não é necessário um cântico ruidoso, mas entoação clara, pronúncia correta e expressão vocal distinta. Que haja tempo para o cultivo da voz de modo que o louvor a Deus possa ser entoado em tons claros e suaves, não com aspereza e estridência que ofendem o ouvido.”(Ibid.)

15. Por que é difícil disciplinar os cantores e mantê-los em forma ordeira?

“Mas às vezes é mais difícil disciplinar os cantores e mantê-los em forma ordeira, do que desenvolver hábitos de oração e exortação. Muitos querem fazer as coisas à sua maneira. Não concordam com deliberações, e são impacientes sob a liderança de alguém. No serviço de Deus se requerem planos bem amadurecidos. O bom senso é coisa excelente no culto do Senhor.”(EV., p. 505)

16. O que não é música? Quais as duas características do bom cântico?

“Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros - dominado e melodioso.”(EV., p. 510)

17. Qual seria a característica de solos inadequados?

“Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos que eram de todo inadequados ao culto da casa do Senhor. As notas longamente puxadas e os sons peculiares, comuns no canto de óperas, não agradam aos anjos.”(Ibid.)

18. Que tipo de cânticos os anjos unem-se a nós em cantar?

“Eles (os anjos - pois esta nota é continuação da anterior)se deleitam em ouvir os simples cantos de louvor entoados em tom natural. Os cânticos em que cada palavra é pronunciada claramente, em tom harmonioso, eis os que eles se unem a nós em cantar. Eles tomam o estribilho entoado de coração com o Espírito e o entendimento.”(EV., pp. 510 e 511)

19. Que tipo de cântico é preferível para os serviços de adoração a Deus?

O Canto congregacional.”Nem sempre poucos devem tomar parte no serviço de canto. Tanto quanto possível que toda a congregação se una em louvor.”(Testimonies, vol. 9, p. 144).”O canto não deve ser feito apenas por uns poucos. Todos os presentes devem ser estimulados a tomar parte no serviço de canto.”(EV., p. 507)

20. Que critérios devem ser usados na escolha do canto para o culto divino?`

(1) Devemos nos esforçar para aproximar-nos o mais possível da harmonia dos coros celestiais.
(2) Usar vozes educadas.
(3) Escolher hinos com música apropriada para a ocasião.
(4) Melodias alegres, mas solenes.
(5) Voz modulada, suavizada e dominada.

“A música forma uma parte do culto de Deus nas cortes do alto. Devemos esforçar-nos em nossos cânticos de louvor, por aproximar-nos o mais possível da harmonia dos coros celeste. Tenho ficado muitas vezes penalizada ao ouvir vozes não educadas, elevadas ao máximo diapasão, guinchando positivamente as palavras sagradas de algum hino de louvor. Quão impróprias essas vozes agudas, estridentes, para o solene e jubiloso culto de Deus! Desejo tapar os ouvidos, ou fugir do lugar, e regozijo-me ao findar o penoso exercício. Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hinos com musica apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres, e todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e dominada.”
(EV., pp. 507 e 508)

21. Do que Deus não se agrada (Em termos de música)?

“Vi que todos devem cantar com o espírito e com o entendimento também. Deus não se agrada de algaravia e desarmonia (dissonância) . O correto é sempre mais grato que o errado.”(Testimonies, Vol. 1, p. 146 ; TS. Vol. 1, p. 45)

22. Quais os resultados quando o povo de Deus aproxima-se do canto correto, harmonioso?

Deus é glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos favoravelmente impressionados.
“E quanto mais perto o povo de Deus puder aproximar-se do canto correto, harmonioso, tanto mais é Ele glorificado, a igreja beneficiada, e os incrédulos favoravelmente impressionados.”(Ibid.)

23. Como eram as músicas executadas na reunião campal de Indiana em 1900 segundo relatado por Testemunhas oculares?

(1) Acompanhadas por instrumentos musicais tais como: órgão, contrabaixo, rabecas, flautas, tamborins, cornetas e um grande surdo.
(2) Muito altas a ponto de não se poder ouvir a voz da congregação ao cantarem.
(3) São musicas dançantes com letra sagrada.
(4) Não usavam o hinário que os Adventistas da época usavam.
(5) Eram ritmadas.

24. Como seriam as músicas imediatamente antes da terminação da Graça? Por que seria assim?

Com gritos, tambores e dança. Porque os sentidos dos seres racionais ficarão confundidos.
“As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça. Demosntrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas.”
(ME. Vol. 2, p. 36)

25. A quem haveriam de atribuir o tipo de música que ocorria antes da terminação da Graça?

“E isto será chamado operação do Espírito Santo.”(Ibid.)

26. Por que métodos o Espírito Santo nunca se revela?

“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído.”
(Ibid.)

27. Com que intenção Satanás criaria tal tipo de música?

“Isto é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo.”
(Ibid.)

28. O que seria melhor do que usar o tipo de música usada na campal de 1900?

“É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em Janeiro último, seria introduzida em nossas reuniões campais. A verdade para este tempo não necessita nada dessa espécie em sua obra de converter almas. Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção.”(Ibid.)

29. O que Satanás fará da música?

“Essas coisas que aconteceram no passado hão de acorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigia.”(ME. Vol. 2. p. 38)

30. Como não sermos enganados pelos ardis de Satanás?

Lendo, estudando e dando ouvidos à Palavra de Deus e aos Testemunhos do Espírito de Profecia.
“Deus convida Seu povo, que tem a luz diante de si na Palavra e nos Testemunhos, a ler e considerar, e dar ouvidos. Instruções claras e definidas tem sido dadas a fim de todos entenderem.”(Ibid.)

31. Que tipo de música não se ouviam nas Escolas dos Profetas?

Valsas frívolas ou canções petulantes.
“A arte da melodia sagrada era diligentemente cultivada. (na Escola dos Profetas) Não se ouviam valsas frívolas ou canções petulantes que elogiassem o homem e desviassem de Deus a atenção; ouviam-se, porém, sagrados e solenes salmos de louvor ao Criador, que engrandeciam Seu nome e relatavam Suas obras maravilhosas.”(FEC.p. 97)

32. Que tipo de música, e o que havia na espécie de social descrita em CPPE. na p. 306?

“Tem havido em____________uma espécie de reuniões sociais inteiramente diversas em seu caráter, reuniões de prazer, que tem sido um opróbrio às nossas instituições e à igreja. Essas reuniões estimulam o orgulho do vestuário, orgulho da aparência, a satisfação do próprio eu, a hilaridade e frivolidade. Satanás é recebido como hóspede de honra e toma posse dos que promovem essas reuniões.
A visão de que um desses grupos me foi apresentada - grupo em que se achavam reunidas pessoas que professavam crer na verdade. Uma delas achava-se a um instrumento de música, e cantava canções que faziam chorar os anjos da guarda; Havia ruidosa alegria, havia riso vulgar, abundância de entusiasmo e uma espécie de inspiração; mas a alegria era daquela espécie que unicamente Satanás é capaz de produzir.”(CPPE. p. 306)

33. Que tipo de música se adequam ao gosto dos jovens?

“Foi-me mostrado que a juventude deve assumir um padrão elevado e fazer da Palavra de Deus seu conselheiro e sua guia. Solenes responsabilidades repousam sobre os jovens, às quais consideram levianamente. A apresentação de música em seus lares em vez de conduzir à santidade e espiritualidade tem sido um meio para afastar as mentes da verdade. Canções frívolas e música popular do dia parecem adequadas ao seu gosto. Os instrumentos de música tem tomado o tempo que deveria ser devotado à oração.”
(Testimonies, vol. 1, pp. 496 e 497)

34. Descreva a atitude dos anjos diante de um grupo de cristãos que cantam músicas e canções frívolas?

“As coisas eternas tem pouco peso para a juventude. Anjos de Deus choram quando registram palavras e atos de professos cristãos. Adejam anjos em torno de uma habitação além. Jovens estão ali reunidos; ouvem-se sons de música em canto e instrumentos. Cristãos acham-se reunidos nessa casa; mas que é que ouvis? Um cântico, uma frívola canção, própria para um salão de baile. Vede, os puros anjos recolhem para si a luz, e os que se acham naquela habitação são envolvidos pelas trevas. Os anjos afastam-se da cena. Tem a tristeza no semblante. Vede como choram! Isto vi eu repetidas vezes pelas fileiras dos observadores do sábado, e especialmente em _____________.”
(Testimonies vol. 1, p. 506)

35. O que é música para muitos professos observadores do sábado?

“A música é o ídolo adorado por muitos professos cristãos observadores do Sábado. Satanás não faz objeções à música, uma vez que a possa tornar um caminho de acesso à mente dos jovens.”(Ibid.)

36. Que tipo de música não se harmoniza com o gosto de jovens cristãos professos?

“Jovens reúnem-se para cantar e, se bem que cristãos professos, desonram freqüentemente a Deus e sua fé por frívolas conversas e a escolha que fazem da música. A música sagrada não está em harmonia com seus gostos. Minha atenção foi dirigida aos positivos ensinos da Palavra de Deus, que haviam sido passados por alto. No juízo todas essas palavras da Inspiração hão de condenar os que não lhes deram ouvidos.”(Ibid.)

37. O que produz as diversões teatrais?

“Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro. Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. Canções baixas, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essa exibições se corromperá em seus princípios. Não há em nosso país influência mais poderosa para envenenar a imaginação, destruir as impressões religiosas e tirar o gosto pelos prazeres tranqüilos e as realidades sóbrias da vida, que as diversões teatrais. O amor a essas cenas aumenta a cada condescendência, assim como o desejo de bebidas intoxicantes se fortalece com seu uso.”(CPPE., p. 302)

38. Como Balaão conseguiu trazer o desagrado de Deus sobre os Israelitas?

“...Aconselhou Balaque a proclamar uma festa idólatra em honra a seus deuses, e persuadiria os israelitas a assistirem-na de modo que se deleitassem com a música, e então, as mais belas mulheres midianitas seduziriam os israelitas levando-os a transgredir a lei de Deus e a se corromperem e também influenciariam a sacrificar aos ídolos. Este conselho satânico foi muito bem sucedido.”(Espiritual Gifts, vol. 4, p. 49)
“Iludidos pela música e dança, e seduzidos pela beleza das vestais gentílicas, romperam sua fidelidade com Jeová.”(PP., p. 479)

39. EGW. Fala de música secular aceitável cantada pelos músicos do navio onde se encontrava. Que características possuíam?

“Por cerca de uma hora a neblina não se dissipava e o sol não conseguia penetrá-la. Os músicos (no navio), que deviam desembarcar naquele local, entretinham os impacientes passageiros com música bem apresentada e bem selecionada. Ela não feria os sentidos como na noite anterior, mas era suave e realmente gratificante aos sentidos porque era harmoniosa.”(Carta 6b, pp. 2 e 3 . Escrita ao desembarcar na Nova Zelândia em Fevereiro de 1893)

40. A formação musical do irmão ”S” se adequava mais a quê?

“O irmão S possui bom conhecimento musical, mas sua formação em música foi do tipo a adequar-se mais ao palco do que ao solene culto de Deus.”(Manuscrito 5, 1874)

41. Qual a opinião de EGW, sobre os movimentos corporais na música para o serviço religioso?

“Movimentos corporais são de pouco proveito. Tudo o que está ligado, de alguma forma, com o serviço religioso deve ser digno, solene e impressivo....Pode-se dizer o mesmo do canto. Assumis atitudes não dignas. Pondes todo o volume e potência de voz que podeis. Abafais os acordes mais suaves e as notas de vozes mais harmoniosas que a vossa. Esse movimento corporal e a voz alta e estridente não faz harmonia àquele que ouvem na terra e aos que ouvem no Céu.”(Ibid.)

42. Do que Deus não se agrada em Ministros que professam ser representantes de culto? Por quê?

“Deus não se agrada quando ministros que professam ser representantes de Cristo, representam-No tão mal como se fossem arremessar o corpo em atitudes de representação, gesticulando de modo indigno e vulgar, apresentando movimentos grosseiros e reles. Tudo isso diverte e despertará a curiosidade daqueles que desejam ver coisas estranhas, empolgantes e bizarras, mas não elevará a mente e o coração daqueles que as testemunham.”(Ibid.)

43. O que não apresenta o côro dos anjos? Por quê?

“O coro dos anjos não apresenta notas estridentes e gesticulações. Seu canto não irrita o ouvido. É suave e melodioso e flui sem o esforço que eu tenho presenciado. Não é forçado e estridente exigindo exercícios físicos.”(Ibid.)

44. Quando há movimentos grosseiros durante o canto o que ocorre com alguns?

“Alguns não conseguem reprimir pensamentos não sagrados e sentimentos de leviandade ao ver os movimentos grosseiros durante o canto.”(Ibid.)

45. A exibição e contorções do corpo, a aparência desagradável da melodia forçada pareciam tão fora de lugar para onde? O que produziam?

“A exibição e contorções do corpo, a aparência desagradável da melodia forçada pareciam tão fora de lugar para a casa de Deus, tão cômicas, que as solenes impressões produzidas nas mentes foram removidas. Os pensamentos daqueles que crêem na verdade não permanecem tão elevados como antes do canto.”(Ibid.)


46. Por que foi muito difícil tratar com o irmão”S”?

“Tem sido muito difícil lidar com o caso do irmão S.. Ele tem se portado como uma criança indisciplinada e deseducada. Quando seus atos são questionados, em vez de tomar a reprovação como uma bênção, ele deixa que seus sentimentos o julguem melhor, torna-se desencorajado e não faz nada. Se ele não puder fazer tudo como quiser, do seu modo, não ajudará de modo nenhum.”(Ibid.)

47. Qual a origem da música?

“A música é de origem celeste. Há grande poder nela.”(Ibid.)

48. É suficiente conhecer os rudimentos do canto? Por quê?

“Não é suficiente conhecer os rudimentos do canto; porém, aliado ao conhecimento, deve haver tal ligação com o Céu que anjos possam cantar através de nós.”(Ibid.)

49. O irmão ”S” cantava na igreja mas seu canto em realidade era oferecido a quem?

“Tendes cantado mais para os homens do que para Deus.”(Ibid.)

50. Qual era o árduo trabalho do irmão”S”?

“Tem sido um árduo trabalho para vós superar vossos hábitos naturais e viver uma vida santa e abnegada.”(Ibid.)

Pr. Irineu Koch