quarta-feira, 16 de março de 2011

Wallpaper Ellen G. White

"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo." - Habacuque 2:2

O intuito deste papel-de-parede é justamente tornar legível a visão em nossas mentes. Vivemos em tempos que milimetricamente cumprem-se as profecias dentro e fora da igreja, contudo em grande maioria não há mudanças em prol de Cristo.

Que o poder de Cristo com Seu Santo Espírito possa impressionar nossas mentes com essas “visões” a tal ponto de um reavivamento e reforma acontecerem.

Para fazer o download de dois wallpapers clique aqui .

terça-feira, 15 de março de 2011

Está o Seu povo a cumprir a tarefa?



menos de dois meses, partilhei com todos uma reflexão na qual sugeria que as catástrofes naturais são um forte aviso de que não poderemos continuar por muito mais tempo negligenciando a nossa responsabilidade evangélica, sob pena de cairmos num desleixo fatal.


Recorri-me de um texto da irmã White (Testemunhos Seletos, v. 3, p. 296), que reproduzo novamente:
"Vi uma imensa bola de fogo cair no meio de algumas lindas habitações, destruindo-as imediatamente. Ouvi alguns dizerem: "Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo." Outros, com acento de voz agoniante, diziam: "Os senhores sabiam! Por que, então, não nos disseram? Nós não sabíamos."
O recente sismo no Japão veio confirmar esta ideia...
Quero ser mais explícito do que fui ontem: eu não tenho simpatia alguma pelos comentários que surgem criticando negativamente e apelidando de sensacionalistas aqueles que apontam para estes eventos como sendo efetivamente o cumprimento de profecias! Aliás, desprezo essa inconsciência de passar por alto estes acontecimentos, uma vez que eles até são o momento mais propício para apresentar às nações as verdades para este tempo.
Se tem dúvidas, reflita bem neste texto:
"É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo" (Profetas e Reis, pág. 277).
Por isso, devemos levantar a nossa palavra falada e escrita, não para simplesmente anunciar este tipo de calamidades, mas para, em meio delas, apresentar a solução para um mundo agonizante e sem remédio!
Fazê-lo, não é uma mera atividade cívica; é uma ordem da parte de Deus, cuja negligência Ele fará prestar contas.
"A obra que há muito devia estar em ativa operação para ganhar almas para Cristo não tem sido feita. Os habitantes de cidades ímpias a serem muito breve visitadas por calamidades têm sido cruelmente negligenciados. Aproxima-se o tempo em que grandes cidades serão varridas, e todos devem ser advertidos desses juízos por vir. Mas quem está dando para a realização desta obra o integral serviço que Deus requer? Atualmente nem uma milésima parte do trabalho a ser feito nas cidades o está sendo, e isso seria feito se homens e mulheres cumprissem o seu inteiro dever" (Manuscrito 53, 1910).
"Os juízos de Deus estão na Terra. Pronunciam solene advertência, dizendo: "Estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis." Mat. 24:44. Vivemos nas cenas finais da história da Terra. Não temos tempo - nem um momento - para perder. Não sejamos achados dormindo na guarda. Persuadamos homens e mulheres de toda parte, a arrependerem-se e fugirem da ira vindoura. Despertemo-los, levando-os a preparar-se imediatamente, pois pouco imaginamos o que está diante de nós" (Meditações Matinais 1953/89, p. 343).
Está a Igreja que Deus estabeleceu na Terra a cumprir a sua tarefa de advertência? Ou parece que temos medo de dizer ao mundo que sabemos bem as razões de tudo isto e percebemos que tudo se encaminha para o fim, numa rápida sucessão de acontecimentos?
Caro amigo e irmão, não perca tempo a lamentar o passado, caso chegue à conclusão que não está a desempenhar o papel que devia. Antes, renove decisões, vontades e compromissos em favor da causa de Deus! Aproveite a oportunidade e distribua Bíblias, folhetos, livros, DVDs, curso bíblicos, faça convites, etc.!
Como refere o Pr. George Knoght, use de uma "santa arrogância" para em meio a tragédias impressionantes, proclamar que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem uma mensagem firme de esperança e salvação!

Reavivamento e Reforma

Como parte do programa especial de Reavivamento e Reforma, da Conferência Geral, surge a iniciativa “777 – Comunidade Mundial de Oração pelo Espírito Santo“.

O obejtivo é envolver todos os Adventistas do mundo numa gigantesca corrente de oração pelo derramamento do Espírito Santo sobre o povo de Deus. Assim, todos os Adventistas são convidados a orar ao Senhor, sete dias por semana (ou seja, todos os dias), em duas ocasiões: às 7 horas da manhã e/ou às 7 horas da tarde/noite. Desta forma, será estabelecida uma interminável corrente de oração, uma vez que cada um orará no seu fuso horário.

Uma frase de Ellen White surge como particular motivação: “uma corrente de fervorosos e devotos crentes devia rodear o mundo” (Review and Herald, 3 de janeiro de 1907).

Faça planos para participar: todos os dias, 7 da manhã ou 7 da tarde, ore pelo derramamento do Espírito Santo em si mesmo e em nossa Igreja! Não se esqueça que “só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).



Participe e divulgue essa iniciativa em sua igreja, clique na imagem a baixo e faça o download 
do arquivo pronto para impressão em tamanho  A3.

terça-feira, 8 de março de 2011

A devassidão virou piada no país do carnaval

Imagine a cena: na sala de estar, a família assiste ao telejornal, quando, no intervalo, aparece a propaganda de uma marca de cerveja. A filha pequena acompanha com olhos curiosos e depois pergunta:

- Pai, o que é devassa?

O pai, tentando encontrar a melhor definição, apela para o dicionário:

- É uma pessoa depravada, dissoluta, libertina, licenciosa.

- E o que é uma pessoa depravada e libertina - volta a perguntar a filha.

A coisa fica complicada. O pai fecha o dicionário e tenta sozinho, medindo as palavras:

- É alguém que não se comporta bem... “Fica” com muitas pessoas, faz sexo sem compromisso. Essas coisas.

- A Sandy não era uma boa moça de família?

- Creio que sim.

- Ela não é casada?

- Sim, filha, a Sandy é casada.

- A Sandy é devassa?

O pai pensa um pouco, procura acompanhar a lógica da filha, coça o queixo e reponde com certa insegurança:

- Não. Acho que a Sandy não é devassa. Pelo menos acho que nunca foi.

- Então por que ela fez esse comercial que diz que todo mundo tem um lado devassa?

- Não sei. Talvez pelo dinheiro. Talvez por brincadeira. Sei lá.

- Posso brincar de ser devassa também?

No país do carnaval, quando a nudez e a baixaria viram brincadeira, por que não brincar com a devassidão? Por que não minimizar a imoralidade considerando normal o bizarro e o indecente? Os pais que se virem para explicar essas coisas para os filhos.

Não sei o que passa na cabeça da Sandy; se ela fez o comercial por “brincadeira” ou por dinheiro (será que precisa?). Não sei se ela cansou de vez da imagem de garota “certinha”. O fato é que a campanha publicitária da cerveja está dando o que falar. Virou motivo de piada no Twitter e permaneceu alguns dias nos Trend Topics como tema mais comentado (“A Sandy é tão devassa que um dia passou em frente à casa da Wanessa Camargo, tocou a campainha e saiu correndo!”, foi um dos melhores #sandyfacts que surgiram na rede social). Segundo os publicitários da agência responsável pela campanha, a intenção era justamente esta: criar repercussão e polemizar. Conseguiram.

Em entrevista ao programa Conexão Direta do canal GNT, exibido em dezembro de 2003, Sandy disse que não gostava de cerveja: “Eu não gosto do gosto de cerveja. Não importa se é com álcool ou sem álcool. Acho amargo a cerveja. Gosto de bebidas mais docinhas.” Em resposta a essa incoerência, Sutton, sócio e diretor de criação da agência que criou a campanha, alfineta: “Será que a Juliana Paes toma Antarctica?” Segundo ele, é sabido que a Sandy não é uma bebedora de cerveja ou alguém que frequente baladas. “O conceito [nessa campanha] é mostrar que a Devassa é democrática, que até alguém que não é fã de cerveja deveria tomá-la. Nosso objetivo é conquistar novos consumidores”, diz Sutton.

Se o objetivo é mostrar que até quem não é fã de cerveja pode tomar a bebida, fica também a ideia de que mesmo quem não é devasso pode experimentar a devassidão, ainda que seja de vez em quando – no carnaval apenas, quem sabe?

Nesta semana, foi noticiado que metade dos homens tem o vírus HPV, cujo contágio se dá principalmente por via sexual. O HPV é em grande parte responsável pelo câncer de colo de útero, entre outros. A aids ainda ceiva milhares de vidas que se envolvem em sexo inseguro (como se houvesse sexo seguro fora dos limites estabelecidos pelo Criador do sexo). Pesquisa realizada anos atrás indicou que jovens envolvidos com sexo sem compromisso e sem romantismo desenvolvem depressão, baixa autoestima e até anorexia. Ficou provado que ninguém gosta de se sentir um objeto de prazer. Outra pesquisa indicou que metade dos brasileiros se diz insatisfeita com sua vida sexual, embora se apregoe na mídia em geral que o Brasil é um país “fogoso” e as revistas femininas só falem de sexo. Parece que o problema não está na quantidade.

Anos atrás, também, a revista Criativa afirmou em nota que o jogador Kaká é “sem graça” porque resolveu casar virgem. Engraçados são os jogadores devassos, que se envolvem com travestis, casam e descasam como quem troca de roupa?

A Sandy que me desculpe, mas ao emprestar sua imagem para uma marca de cerveja que promove a devassidão como se fosse brincadeira acabou prestando grande desserviço a uma geração carente de valores e que caminha para a falência moral.

Esse cenário devasso foi profetizado há muitos anos nas páginas da Bíblia Sagrada. E meu único consolo está em saber que logo isso terá fim e iremos morar num lugar em que as pessoas serão vistas como filhos e filhas de Deus, não como pedaços de carne em exibição no açougue carnavalesco da devassidão.

Michelson Borges

Nota 1: O diálogo acima entre pai e filha é fictício, mas a história a seguir é real: num dos raros dias em que nos sobra um tempinho para isso, estávamos assistindo ao telejornal, quando, no intervalo, surgiu a “Globeleza” sambando completamente nua. Minha filha se espantou: “Pai, ela está pelada!” Imediatamente desliguei a TV e não a liguei mais desde então (pelo menos até que a palavra “carnaval” não mais esteja nos noticiários e nos comerciais). À medida que o tempo passa, fica mais difícil criar os filhos neste mundo e prepará-los para a cidadania celestial. Quem puder, fuja das cidades nesta época. Minha família já está com as malas prontas.[MB]

Nota 2: Segundo estudo do Instituto Sensus feito em 2004 em todo o Brasil, 57% dos brasileiros não gostam de carnaval e somente 21% pretendiam brincar nas ruas ou viajar para brincar no carnaval. A pesquisa mostrou ainda que 49% dos brasileiros queriam descansar em casa no feriado e apenas 6% pretendiam viajar. Outra pesquisa, realizada no Espírito Santo pelo Instituto Futura, em 2011, entrevistou 408 pessoas e mostrou que mais de 60% dos capixabas não gostam dos dias de folia. Os principais motivos para rejeitarem a festa é que 17,3% preferem tranquilidade à agitação dos blocos e desfiles de escolas de samba, enquanto 14,5% reclamam do aumento da violência no feriado. Só que a mídia faz todo mundo pensar que carnaval e devassidão são manias nacionais. Não caia nessa.[MB]

quarta-feira, 2 de março de 2011

Crescendo No Lar

     Pesquisa feita no Distrito Federal confirma que a violência dentro das escolas, sob as mais variadas formas, é uma das maiores adversárias da educação. A pesquisa, que ouviu quase 10 mil alunos e mais de 1.300 professores na capital federal, aponta que 69% dos estudantes e 71% dos professores já presenciaram violência física dentro da escola e 15% dos alunos e 7% dos professores disseram ter sido vítimas dessa violência. 27% dos alunos e 16% dos professores já foram roubados no colégio. 

     A violência verbal também faz parte da rotina dos estudantes. Quase metade deles disse que já foi vítima de xingamentos e 31% admitiram já ter agredido verbalmente um colega. Toda essa violência, de acordo com a pesquisa, interfere diretamente no rendimento escolar. Quatro em cada dez alunos disseram que não conseguem se concentrar nos estudos e não sentem vontade de ir à escola por medo.¹

     Com um índice tão elevado de violência que academicamente contextualizado demonstra ser tão prejudicial ao rendimento do aluno, temos as seguintes perguntas: o que fazer com a violência? Como proporcionar um ambiente escolar seguro? Como garantir um auto nível de aprendizagem para o aluno? A resposta pra essas e tantas outras perguntas correlacionadas é “homeshcooling” ou aprendendo no lar. Escolas no lar com profunda dedicação do pais são a solução para todos os problemas pós-modernos encontrados na sociedade em que nos encontramos.

     O movimento de escolas no lar teve seu inicio nos Estados Unidos da América e de tantas razões para tal as seguintes são as mais frequentemente apresentadas:
  1. Pais estão reavaliando suas responsabilidades dadas por Deus na educação de seus filhos;
  2. As escolas públicas estão cada vez mais refletindo princípios humanistas e não cristãos;
  3. O papel social das escolas tem decaído muito;
  4. As influências dos grupos de colegas;
  5. A maioria das escolas particulares refletem os males sociais das escolas públicas;
  6. Os custos da educação da escola particular foram além dos recursos de muitos pais;
  7. O desenvolvimento acadêmico dos alunos decaiu de modo alarmante;²

     Em contra partida ao tão prejudicial método de ensino (escola seculares), 13 crianças de seis famílias de escolas do lar foram testadas. Todas alcançaram a marca de 90%, ou seja, nos 10% superiores da nação. Uma das crianças de Dong Ort alcançou um percentil de 96% e outra alcançou 99%. Em Nebraska, Lesley Sue Rice ganhou uma média de 3 anos, em um anos, sob a orientação de sua mãe que tinha nível de segundo grau. Corine Johnson, de 8 anos de Ridgewood, Nova Jersey, superou aos trabalhos de nível de quinta série em casa³ 

     Em vista dos incríveis resultados obtidos pela educação no lar, resta-nos acatar o conselho e exemplo Divino: “O método de educação estabelecido no Éden centralizava-se na família. Adão era o "filho de Deus" (Luc. 3:38), e era de seu Pai que os filhos do Altíssimo recebiam instrução. Tinham, no mais estrito sentido, uma escola familiar. No plano divino de educação, adaptado às condições do homem após a queda, Cristo ocupa o lugar de representante do Pai, como o elo conectivo entre Deus e o homem; Ele é o grande ensinador da humanidade. E Ele ordenou que os homens e mulheres fossem Seus representantes. A família era a escola, e os pais os professores.4



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1- Jornal da Globo, 06 de Maio de 2009;
2- Uma Visão Adventista da Educação, pág. 94;
3- Raymond & Dorothy Moore, Home Grown Kids, pág. 24;
4- Ellen G. White, Educação, pág. 33