terça-feira, 7 de junho de 2011

Inforativo

Ola meus queridos leitores.

Venho través deste lhes informar que sou integrante do Projeto Salve a África, fundado em 2009, organizado e melhor alicerçado em 2011. O projeto visa o compartilhar da fé Adventista em auxílio físico, mental e espiritual do continente africano. Em detrimento disto estarei embarcando para o continente nesta terça-feira as 18:00 horas no aeroporto Galeão - RJ.

Permaneceremos de 07 de Junho a 05 de Julho em constante trabalho, contudo temos possibilidades de permanecermos por mais tempo.

O grande intuito deste informativo é lhes comunicar que o Literalmente Verdade permanecerá em aguardo durante todo o período. Alguns poderiam afirmar que estando em território africano o site poderia ser atualizado, porém deixo claro que após chegarmos em Luanda nos dividiremos pelas vilas e vilarejos, onde não há água encanada, energia elétrica, tão pouco internete. Também, é claro, com a intensidade do trabalho que será desenvolvido o tempo nos assaltará.

O projeto atualmente possui um site/blog que após a viagem será atualizado com fotos e relatos do trabalho.

Estaremos em uma equipe composta de 7 evangelistas. Entre eles:

Cleyton Silva, natural do Rio de Janeiro – BR, após atuar por 7 anos na área da enfermagem, hoje dedica sua vida como médico-missionário em tempo integral. Em prol de vidas que carecem de cura física, mental e espiritual Clayton tem esforçado-se ao máximo para alcançar aqueles que pela sociedade são oprimidos e rejeitados e neste contexto afirma: “Existem pessoas perecendo sem a luz do evangelho no continente africano e tenho a clara percepção de que Deus me chamou para compartilhar o evangelho eterno neste sofrido continente."

Jairo Moura, natural de Fortaleza no Ceará – BR, dedica sua vida como médico missionário. Jovem, cheio de vigor e amor para com as almas que perecem neste mundo decidiu atender o chamado e pela fé tem esforçado-se para compartilhar o Poder que transforma vidas com a África.

Jean R. Habkost, natural de Santa Catarina – BR, jovem, cristão e dedicado na pregação do evangelho é o fundador e porta-voz do ministério de apoio a Igreja Adventista do Sétimo, Literalmente Verdade. Atua na área de web design e design gráfico, contudo é um estudioso entusiasta da medicina preventiva, a qual promove um novo estilo de vida para a prevenção e até mesmo cura de doenças como câncer, diabetes e cardíacas. Pela graça do Salvador tem buscado com grande desejo levar a salvação ao país que por muitos tem sido explorado, esquecido e descredibilizado. “Ainda existe esperança para um pais que aparentemente não conhece o sentido desta palavra”, afirma.

Margareth Fernandes, natural de São Paulo – BR, trabalhou por 10 anos como professora, atualmente dedica sua vida ao trabalho voluntário de amparo familiar e educacional. Sua maior paixão é ver o desenvolvimento de cada criança que com grande honra e responsabilidade auxilia. Famílias bem estruturadas formam crianças bem educadas que por fim constituem a sociedade. Sua maior luta é ajudar na reestruturação de famílias, preparando assim uma sociedade preparada não somente para viver neste mundo, mas uma sociedade de caráter celestial.


Fraternalmente, Jean R. Habkost

Esperma passa informações nutricionais no DNA

Um novo estudo mostra que somos mais do que apenas os nossos genes, e que há muitas maneiras de nossos pais nos “passarem coisas”. Pesquisadores descobriram que o esperma pode passar informação nutricional – não codificada no DNA – de geração para geração. Os pesquisadores alimentaram ratos com uma dieta de baixa proteína, desde que eles nasceram até atingirem a maturidade sexual. A expressão de centenas de genes foi alterada na prole desses machos. Essas alterações incluíram uma modificação química associada à redução da atividade de um gene envolvido na síntese de lipídios e colesterol no fígado. Da mesma forma, uma série de alterações metabólicas apareceu no fígado dos ratos cujos pais foram alimentados com a dieta de baixa proteína. A sequência de pares nos genes dos ratos não sofreu alteração. Pelo contrário, ocorreram modificações químicas que alteraram a forma como os genes se expressam, ou como eles funcionam em ratos.

O fenômeno é chamado epigenética, que é quando os genes em si não mudam, mas sua função muda. Essas alterações químicas, como os genes em si, são herdadas. Segundo os pesquisadores, os resultados provam que essa alteração externa do código genético pode desempenhar um papel importante na transmissão de informações ambientais para a geração seguinte.

E a ideia não é nova. Em humanos, estudos epidemiológicos indicam que se o seu avô paterno passou fome, você está em maior risco de desenvolver obesidade e doenças cardiovasculares. Isso é consistente com a ideia de que quando os pais passam fome, é melhor para seus descendentes acumular calorias.

Um estudo com ratos publicado no início deste ano também constatou que os pais em uma dieta de alto teor de gordura passam problemas de saúde às suas filhas.

Os pesquisadores dizem que ainda não está claro como essas alterações químicas são codificadas e transmitidas a partir do pai. No entanto, esses resultados, mais os de outros estudos, sugerem que os cientistas têm que repensar as abordagens básicas para o estudo de doenças complexas, como diabetes, doença cardíaca ou alcoolismo.

(Hypescience)

Nota: Esse estudo deixa mais do que claro que os pais têm grande responsabilidade no legado que passam aos filhos. O estilo de vida adotado pelos pais terá reflexos em seus descendentes. Portanto, além de certos hábitos da intemperança serem nocivos para quem os mantém, trata-se também de um ato de egoísmo não abrir mão desses hábitos quando se quer ter filhos.[MB]

As grandes fraudes da ciência

A revista Aventuras da História do mês passado traz uma interessante (e franca) matéria sobre as principais fraudes científicas da história. Entre elas, quero destacar três, duas das quais ainda aparecem de vez em quando por aí, nas argumentações pró-darwinismo, e constam de livros-texto de biologia do ensino médio. Curiosamente, na semana passada, outra polêmica envolveu livros aprovados pelo Ministério da Educação (MEC): material didático destinado à educação no campo ensina que dez menos sete é igual a quatro, entre outros erros. Os livros foram impressos e distribuídos a alunos de escolas multisseriadas, ou seja, de séries diferentes, de escolas públicas da zona rural do país. Em comunicado oficial, o MEC reconheceu que “erros de diagramação, editoração e revisão” foram constatados em fevereiro, por especialistas contratados pelo órgão. No entanto, a suspensão do uso do material didático só ocorreu na quinta-feira (2), pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após denúncia do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou na sexta-feira (3) que foram gastos R$ 13,4 milhões na impressão do material didático com conteúdo errado. Os livros foram distribuídos para cerca de 40 mil classes, que atendem 1,3 milhão de alunos.

Os erros de matemática são lamentáveis, sem dúvida, mas, pior que erros desse tipo, que podem ser facilmente detectados pelos professores e até por alunos mais atentos, são os erros ideológicos que visam a favorecer uma filosofia (a darwinista) em detrimento de outras cosmovisões – inclusive perpetuando fraudes já desmascaradas, como estas, relacionadas na matéria da revista Aventuras da História:

O homem de Piltdown. Em 18 de dezembro de 1912, o arqueólogo Charles Dawson e o geólogo Arthur Smith apresentaram a suposta maior descoberta arqueológica da história: o crânio de Piltdown, o “elo perdido” entre o Homo sapiens e nossos ancestrais primatas. Ele fora encontrado em 1908 por um operário no lugarejo de Piltdown, perto de Sussex, na Inglaterra. Faziam parte dos achados: um crânio parcial, um dente solto e uma mandíbula com dentes. Em 1953, o dentista T. A. Marston provou que o crânio era uma fraude. Testes de flúor mostraram que os dentes pertenciam a um orangotango e o crânio a um ser humano. Até hoje não se sabe quem foi o autor da graude. Muitos apostam em Dawson. Um candidato forte na lista de suspeitos era o teólogo e filósofo jesuíta Teilhard de Chardin. Também paleontólogo e conhecido por seu senso de humor, ele estava em Piltdown entre 1908 e 1909.

As mariposas salpicadas. Entre 1850 e 1950, na Inglaterra, as mariposas salpicadas, da espécie Biston betularia, tornaram-se mais escuras. No início do século 19, eram clarinhas. Com o tempo, foram ficando negras, com manchas brancas. A explicação foi dada pelo biólogo Bernard Kettlewell: um expediente evolucionário de proteção por mimetismo. Na Inglaterra poluída do século 19, os troncos das árvores ficavam enegrecidos pela fuligem do carvão das chaminés. As mariposas, escurecidas, ficavam camufladas e não eram vistas pelas aves, seu predador. Provou a tese em 1955, soltando mariposas brancas e negras junto a troncos de árvores em florestas. Como previsto, os pássaros se alimentaram mais dos insetos brancos nas regiões poluídas e dos negros nas regiões de natureza. As mariposas que se deram mal eram as que se destacavam mais no ambiente. Em 1980, porém, um detalhe que passou despercebido finalmente saltou aos olhos dos pesquisadores: mariposas não vivem em troncos de árvores. A pesquisa era fajuta desde o ponto de partida.

Embriões falsos. O engodo torna-se mais difícil de detectar quando o perpetrador é um figurão. Parece ser o caso do alemão Ernst von Haeckel. Naturalista renomado e criador do termo “ecologia”, Haeckel foi autor, em 1874, de uma série de desenhos de embriões de vertebrados – peixes, galinhas, seres humanos – que mostravam similaridades marcantes em seus primeiros estágios. Segundo ele, seria a prova de um ancestral comum, ponto essencial à teoria da evolução das espécies de Darwin. Os desenhos estavam errados. Não havia esse estágio inicial. No entanto, a descoberta – feita em 1997 pelo embriologista inglês Michael Richardson – foi tardia: por um século os desenhos serviram de base aos manuais de biologia.

Injustiça. Em 1953, na Universidade de Cambridge, o britânico Francis Crick e o americano James Watson ganharam notoriedade mundial ao descobrir a estrutura do DNA, em forma de dupla hélice. Quando publicaram a descoberta na revista Nature, não deram crédito à colega de departamento Rosalind Franklin. Sem as fotografias do DNA, feitas por Rosalind por difração de raios x, não teriam feito a descoberta. É o que conta o autor Robert Wright na matéria “Molecular Biologists Watson & Crick”, publicada na revista Time em 1999. Rosalind não teve a quem recorrer.

Criacionismo.com

quinta-feira, 2 de junho de 2011

OMS - Celular pode aumentar risco de câncer

A radiação de telefones celulares pode causar câncer, anunciou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta terça-feira. A agência lista o uso do telefone móvel como "possivelmente cancerígeno", mesma categoria do chumbo, escapamento de motor de carro e clorofórmio. A informação foi publicada no site CNN Health.

Antes do anúncio de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde.

Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares.

A equipe encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para os seres humanos."

Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.

O tipo de radiação que sai de um telefone celular é chamado de não-ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.

"O que a radiação do micro-ondas faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro", disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Lós Angeles.

A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos - ou causadores de câncer - para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; não classificados quanto ao risco de câncer para o homem; e provavelmente não cancerígeno para os seres humanos.

O tabaco e o amianto estão na categoria "cancerígeno para os seres humanos". Chumbo, escapamento do carro e clorofórmio estão listados como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".

O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.

A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabagismo, o amianto e a gasolina.

O líder de um instituto de pesquisa do câncer da Universidade de Pittsburgh enviou um memorando a todos os funcionários, pedindo a diminuição do uso do celular por causa de um possível risco de câncer.

A indústria de telefonia celular afirma que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.

O anúncio de hoje pode ser um divisor de águas para as normas de segurança. Os governos costumam usar a lista da Organização Mundial de classificação de risco cancerígeno como orientação para as recomendações de regulamentação ou ações.


Folha São Paulo