sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Revertendo Doenças Cardíacas

Diga adeus a bifes, peixes, arroz branco e açúcar. Farinha e grãos, só integrais. Azeite de oliva, nem pensar. Para o cirurgião americano Caldwell Esselstyn, 77, uma alimentação baseada em folhas, frutas, legumes e grãos integrais é o único jeito de evitar, deter e reverter doenças cardiovasculares. Seu método, que vem sendo aperfeiçoado nos últimos 30 anos, é o tema do documentário “Forks over Knives” (trocadilho que quer dizer tanto “garfos sobre facas” quanto “garfos no lugar de bisturis”), lançado nos EUA e ainda inédito no Brasil. O filme conta a história de pacientes de Esselstyn, médico da Cleveland Clinic (Ohio). Eles venceram problemas cardíacos e evitaram cirurgias ao adotar a dieta. Para o cirurgião, que falou à Folha por telefone, a dieta extrema não é a que ele propõe, e sim a adotada pela maioria dos ocidentais. “Ela garante que milhões de pessoas serão submetidas a cirurgias de peito aberto. Vamos comer vegetais. É para isso que fomos criados.”

O sr. diz que os problemas cardíacos se devem à alimentação. Não há outros fatores de risco envolvidos, como genética?

Se você come a dieta típica ocidental, cheia de carne, óleo e laticínios, você vai ver que, entre mil pessoas, algumas terão infarto aos 40, outras aos 50, outras aos 60, 70 ou 80. Você pode dizer que, geneticamente, quem tem o infarto só aos 80 é mais forte para resistir a essa dieta extrema. Por outro lado, se todo mundo comer uma dieta baseada em vegetais, todos são poupados.

Controlar os níveis de colesterol não é suficiente?

Ao pensar só em números, prestamos atenção à coisa errada. As pessoas tomam remédios para o colesterol, mas ainda querem comer frango frito. O que funciona é o que entra pela sua boca. Toda vez que você come azeite, óleo, leite, manteiga, queijo, sorvete, iogurte e carne, você machuca o delicado revestimento das artérias, o endotélio. Ele é um tapete mágico que produz uma molécula incrível chamada óxido nítrico, que é vasodilatadora e protege a parede dos vasos sanguíneos.

Autópsias de soldados que morreram na Guerra da Coreia e no Vietnã, dos anos 50 a 70, revelaram que 80% dos jovens de 20 anos já tinham problemas coronários visíveis. As obstruções não eram suficientes para causar um infarto, mas estavam lá. Hoje, todos os jovens têm isso.

Sua dieta exclui o azeite de oliva, base da dieta mediterrânea. Ela está toda errada?

Está errada em recomendar azeite. Em Creta, há 60 anos, as pessoas eram magras, comiam muitos legumes e frutas e um pouco de azeite. As desvantagens do azeite eram compensadas pela quantidade de vegetais. Quando você estuda o efeito do azeite com um teste de ultrassom da artéria braquial (no braço), que mede os danos ao endotélio, vemos que o óleo machuca os vasos.

Você chama as cirurgias e angioplastias de soluções mecânicas para um problema biológico. Esses procedimentos não adiantam nada?

Eles não chegam a ser soluções. A medicina tem evoluído no sentido de criar uma lista cara de remédios e de procedimentos perigosos, como a colocação de stents [“molas” inseridas em vasos obstruídos] e pontes de safena. Com o tempo, é preciso colocar outro stent, fazer outra ponte, tomar mais remédios, e, no fim, a pessoa morre do coração assim mesmo.

Os médicos, não sei o porquê, passaram a acreditar que as pessoas não são capazes de mudar seu estilo de vida. Mas o problema é que eles não sabem como transmitir essa mensagem.

Quando trato alguém com doença cardíaca, fazemos um curso de cinco horas. O paciente vai entender o que causou a doença e o que ele deve fazer para revertê-la. No fim, oferecemos uma refeição à base de vegetais e uma apresentação de 1h15 sobre como comprar e preparar alimentos, ler rótulos e lidar com restaurantes e viagens.
A revolução da saúde nunca vai acontecer por causa da descoberta de um remédio. Nunca vai ser por causa de um novo procedimento cirúrgico. A revolução vai acontecer quando as pessoas estiverem informadas do ponto de vista nutricional, para evitar as comidas que vão fazê-las perecer por uma doença.

Qual percentual dos seus pacientes tem melhora?

Quase todos. Quando começamos o programa, e as pessoas ainda não sabiam se ia funcionar, 70% se recuperavam. Agora estamos em 90%. O que torna esse tratamento tão poderoso é que posso mostrar raios-X de artérias do nosso primeiro grupo. Os pacientes percebem que, se os outros conseguiram, eles também vão.

O sr. diz que moderação mata. Por que não dá para comer carne com moderação?

Moderação é dizer: Qual a quantidade de um alimento que sei que vai me prejudicar eu posso comer e conseguir escapar das doenças? Isso é loucura. Quantos bifes posso comer? Quantas batatas fritas engorduradas? Como assim? É a mensagem errada.

O sr. acredita que sua dieta pode ser adotada globalmente?

O Brasil está destruindo a atmosfera e o mundo ao queimar as florestas que são ótimas para capturar o CO2. Por quê? Para produzir carne, que vai fazer as pessoas morrerem cedo e ter vidas miseráveis e infelizes. Se toda essa área for substituída por vegetais, é possível produzir muito mais. Vamos comer plantas, é para isso que fomos criados.

(Folha)

Nota: O que esse médico está corajosamente afirmando já foi dito há mais de um século pela escritora norte-americana Ellen White, em livros como A Ciência do Bom Viver e Conselhos Sobre o Regime Alimentar, entre outros. É só seguir esses conselhos.[DB]

Adventismo - Parte 4


Lições de Israel
Na ocasião em que Deus chamou Israel para ser o Seu povo escolhido, não era Seu propósito qualificá-los como os únicos dignos da salvação. Ele queria que Israel fosse testemunha da excelência de Seu caráter e governo às nações. O propósito da existência de Israel era iluminar o mundo para que todos pudessem dar as boas-vindas a Jesus quando Ele viesse à Terra. O povo de Israel foi bem-sucedido ou fracassou em sua missão? Sabemos que como povo, Israel não preparou o mundo para a primeira vinda de Cristo. Note, por favor, a abordagem de Cristo à luz das falhas do povo. Você já observou que Jesus, no período em que esteve nesta Terra, dedicou pouco tempo para alcançar os gentios – o mundo? A maior parte do tempo e energia de Jesus foi dedicada em esforços para restaurar o povo de Israel, levando-o ao arrependimento. Deus desejava iluminar o mundo através desse povo. Assim, Jesus dedicou a maior parte de Seu tempo realizando a obra mais difícil de todas – derrubar as paredes da apatia e do preconceito para levar o povo de volta à obediência a Deus.
O propósito do adventismo é realizar exatamente a mesma tarefa que foi comissionada a Israel. Deus não está qualificando apenas os adventistas do sétimo dia como dignos da salvação, mas deseja que sejamos testemunhas da excelência do Seu caráter e governo diante do mundo. Nossa missão é preparar o mundo para a segunda vinda de Cristo. A pergunta que deve ser sinceramente respondida é: “O adventismo está sendo bem-sucedido em cumprir sua missão?”
Talvez possamos encontrar a resposta num editorial de William Johnsson para a Adventist Review [Revista Adventista norte-americana] de 3 de julho de 1986. O Instituto Gallup, instituto responsável por realizar pesquisas de opinião pública, foi escolhido para determinar a atitude do público em relação à Igreja Adventista do Sétimo Dia. “Apesar de 70% dos entrevistados afirmarem já ter ouvido ou lido a respeito da igreja, quando inquiridos sobre o que mais gostaram ao nosso respeito, 52% não foram capazes de dar uma resposta. Outros 21% responderam: ‘Nada em especial’. Ou seja, 73% do público entrevistado não conseguiu achar nenhum característica atraente a respeito da igreja. Esse número equipara-se às respostas dadas à pergunta: ‘Do que você menos gosta nos adventistas?’ Novamente, 51% dos entrevistados não tinham resposta e outros 20% disseram que não tinham nada contra em particular. A falha da igreja em projetar uma imagem precisa, preocupa-me. Temo que estamos ‘escondendo a candeia debaixo do alqueire.’”
Em outra pesquisa publicada pela Adventist Review de fevereiro de 1995, apenas 53% dos entrevistados já tinham ouvido falar a respeito da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Além disso, observou-se um notório aumento do número de pessoas que nos confundiam com a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ou com as Testemunhas de Jeová.
Precisamos perguntar-nos outra vez: “O adventismo está sendo bem-sucedido ou falhando em cumprir a missão de preparar o mundo para a segunda vinda de Cristo?” A verdade difícil de ser encarada é que estamos perigosamente falhando, assim como os judeus falharam há dois mil anos.
A inspiração detalha o plano de Deus para a Igreja Adventista do Sétimo Dia: “É intuito de Cristo que a ordem celeste, o celeste plano de governo e a divina harmonia celeste, sejam representadas em Sua igreja na Terra. Assim é Ele glorificado em Seu povo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 680). Observe que Deus é glorificado quando a Sua igreja revela o plano celeste de governo para o mundo. Está o plano celeste de governo sendo rotineiramente visto na Igreja Adventista do Sétimo Dia? Têm os planos humanos geralmente se colocado acima da expressa vontade de Deus para a igreja?
“O povo de Deus tem uma grande obra a fazer... O mundo precisa ver na igreja de Deus verdadeira ordem, verdadeira disciplina, verdadeira organização” (Manuscripts, 30, 1900). Somente, então, cumpriremos nossa missão e permitiremos que Jesus retorne a este mundo. “[...] Pela igreja será finalmente exibida a última e plena manifestação do amor de Deus ao mundo, que deve ser iluminado com Sua glória” (Testemunhos para Ministros, p. 50). Observe que o amor de Deus será visto através da igreja. Ele não será manifestado através de anjos ou das pedras, mas através do Seu povo. Assim, o sucesso da igreja de Deus em refletir o Seu caráter é muito importante para o término do grande conflito.
O que podemos fazer já que a nossa igreja atualmente não está sendo bem-sucedida em cumprir a missão de preparar o mundo para o retorno de Jesus? Uma atitude que muitos estão adotando hoje é ignorar os problemas da igreja adventista e sair pelo mundo evangelizando. Essa atitude é atrativa, pois o próprio Jesus ordenou que levássemos o evangelho a todas as nações, entre as quais se encontram muitos indivíduos receptivos ao evangelho, ao passo que a igreja parece estar bastante resistente a qualquer reforma mais significativa em seu meio. Além disso, se simplesmente ignorarmos a desobediência dentro da igreja e nos concentrarmos na salvação de almas, receberemos muitas congratulações da própria igreja pelo bom trabalho que estamos realizando, sem contar que é pessoalmente gratificante dar estudos bíblicos e preparar pessoas para o batismo.
Foi essa a atitude, porém, que Cristo adotou na ocasião em que esteve entre Seu povo escolhido
fracassado? Por três anos e meio Jesus dedicou tempo tentando restaurar Sua preciosa igreja, que estava correndo risco de se autodestruir. Ele dedicou pouquíssimo tempo para alcançar os gentios, apesar de muitos terem necessidade do evangelho. A primeira prioridade de Cristo foi tentar restaurar Seu povo para que pudessem levar a mensagem verdadeira ao mundo gentílico.
O falecido Pr. Henry Baasch, ex-presidente da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, partilhou conosco um princípio vital e uma advertência importante:
“A música é composta por três partes – melodia, ritmo e acompanhamento. Todas as três são essenciais, mas não são iguais em importância. A melodia deve sobressair-se muito mais e não deve ser ofuscada pelo ritmo ou pelo acompanhamento. A evangelização do mundo pela pregação, ensino, propaganda impressa e gasto de grande soma de dinheiro em campanhas, edifícios, equipamentos, viagens e assim por diante, por mais vitais que sejam, por si só, não cumprem a comissão principal confiada à igreja remanescente. Não são a melodia. No máximo, o acompanhamento.
“A melodia deve soar alto, suave a princípio, mas cada vez mais clara, trata-se do cântico da vitória sobre o pecado, o cântico de Moisés e do Cordeiro, soando mais e mais alto, mais e sempre mais perto do Padrão celestial, mais e mais distante do mundo, rumo ao auge da completa e final dispensação de Sua graça, em vasos de barro destituídos de todo mundanismo e declarados solenemente pelo testemunho do anjo: ‘Aqui está a paciência dos santos, aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus’ (Ap 14:12). Pela primeira vez esse testemunho será proclamado a respeito de toda a comunidade dos santos.
“Que Laodiceia seja advertida! Certa vez, Davi caiu vítima da influência mágica dos números (ver 1Cr 21:1) – a prática de inspiração satânica que sutilmente leva ao orgulho e à satisfação própria, que sorrateiramente substitui quantidade por qualidade, mediocridade por mérito e pompa por simplicidade. A sedução dos números, tamanho e quantidade, se permitida a sua prevalência, encherá os bancos de Laodiceia com ‘filhos ilegítimos’ e engrossará suas fileiras com uma multidão misturada que, como no passado, pode fazer com que a marcha seja paralisada numa outra ‘Cades-Barneia’. Deus nos livre de tal coisa!
“Que Laodiceia reflita a respeito de seu caminho! Que ela pare e faça um inventário, que analise e determine em que ponto se desviou do Padrão em suas múltiplas atividades ministeriais, educacionais, médicas, sociais, etc. Que ela sinceramente confesse suas fraquezas, peça perdão e, então, trace seu futuro caminho em harmonia com o conselho divino. Que ela se afaste da arte sutil de racionalizar, que faz com que o mau pareça bom, a transgressão uma necessidade, tentando ‘atualizar’ o que é eternamente novo e jovem – sempre a cabeça e nunca a cauda.
“A menos que Laodiceia submeta-se a um autoexame sincero e a uma firme autodisciplina, descerá sobre ela uma tempestade que sacudirá suas fileiras e varrerá para o lado todos os seus pertences, com sua elaborada mobília e custosos equipamentos, limpando a área para o próprio Deus tomar as rédeas (ver Testemunhos para Ministros, p. 300; Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 80; Romanos 9:28) de um exército de pessoas ‘não identificadas’, cujos nomes e retratos talvez não sejam encontrados em nenhum registro, ou documento da igreja, ou livros, nem sua presença vista pelos escritórios ou plataformas” (Our Firm Foundation, março de 1989).
Lembrem-se de que essa forte advertência não vem de um crítico da igreja, mas de um líder que entendeu claramente o que constitui o sucesso e o fracasso na Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Continua...

domingo, 11 de setembro de 2011

A Bíblia segundo o Capitão América


O rabino Rami Shapiro, professor da Universidade Middle Tennessee State, disse recentemente ao canal CNN que “a maioria das pessoas que afirmam ter um amor profundo pela Bíblia na verdade nunca leu esse livro”. Se ele está certo, provavelmente a maioria delas não reconhecerá uma citação bíblica quando ler uma. Ao contrário da crença popular, “Deus ajuda quem se ajuda” não é um versículo da Bíblia. “A limpeza anda ao lado da piedade” também não. “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando” tampouco está lá. Uma pesquisa divulgada neste mês pela Sociedade Bíblica Americana fez um teste com os moradores daquele que é considerado o maior país cristão do mundo, e revela algumas surpresas.

A frase “De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados” foi atribuída pela maioria dos entrevistados ao… Capitão América. As outras opções eram o pastor e ativista Martin Luther King e o ex-presidente George W. Bush. Uma minoria conseguiu perceber que se tratava do versículo de 2 Coríntios 4:8, este, sim, presente na Bíblia.

Segundo a Harris Interactive, que realizou a entrevista online a pedido da American Bible Society, nada menos que 63% dos entrevistados achavam que a frase fora dita pelo Capitão América, Luther King ou Bush.

Símbolo do nacionalismo americano do pós-guerra, o Capitão América ao que se sabe não citava a Bíblia ao enfrentar os nazistas e posteriormente outros supervilões.

A iniciativa da Sociedade Bíblica Americana visava a promover uma nova edição da Bíblia chamada “A Bíblia da Liberdade”, que usa uma tradução contemporânea. A citação foi um exemplo de 3.500 versículos que receberam destaque na “Bíblia da Liberdade” criada para ajudar as pessoas a superar traumas. A pesquisa também perguntou sobre quais eram os maiores traumas dos leitores na última década.

O resultado mostra que apenas 9% dos americanos sentem-se mais seguros hoje do que antes dos atentados de 11 de setembro de 2001, considerando que o terrorismo é hoje o maior trauma dos norte-americanos. Também foi divulgado que 82% dos americanos não confiam na Bíblia como uma maneira de ajudá-los a lidar com seus traumas. Apenas 4% afirmaram confiar em ajuda profissional para superar traumas e 6% disseram não acreditar que algo pode ajudá-los.

(Pavablog)

Nota: Se não confiam mais na Bíblia nem conhecem sua mensagem de esperança, como não vão se sentir inseguros e ter medo do futuro? Teoricamente, os Estados Unidos se consideram uma nação cristã, mas essa pesquisa mostra que o cristianismo deles (de modo geral) é apenas nominal. No Brasil, a situação é ainda pior: aqui também dizem que vivemos num país cristão, mas as práticas religiosas da maioria mais se assemelham ao paganismo. São dias difíceis estes, porque são dias em que a verdadeira fé está ausente, como previu Jesus (Lc 18:8).[MB]

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Adventismo - Parte 3

Quando Pode Cristo Retornar?
            A segunda vinda de Cristo simplesmente ainda não foi possível, pois ela depende da vitória de Deus no grande conflito. Na década de 1840, Deus levantou um povo que passou por uma experiência maravilhosa. No entanto, após o grande desapontamento, as coisas desmoronaram e o povo de Deus não teve coragem de avançar unido. Ele foi fragmentado e somente alguns poucos sobreviveram a esse período difícil. Jesus ansiava retornar logo após 1844, mas não pôde, pois Seu povo não permaneceu unido avançando sob Sua liderança. Assim, Jesus acionou, por assim dizer, o “modo de espera”, algo semelhante ao que acontece com as missões espaciais na base de lançamento da Flórida quando algo de errado acontece com o equipamento.
Depois de passar quarenta anos vagueando pelo deserto, Jesus apresentou-Se novamente ao Seu povo perguntando-lhe se estava disposto a avançar com Ele. Mais uma vez, porém, o povo de Deus recusou-se a sair do lugar. Em vez de perguntar: “O que a Palavra de Deus diz?” Perguntou:“O que os líderes dizem?” Desperdiçamos uma boa parte do último século negando que de fato protelamos a vinda de Cristo por mais de cem anos. Alegamos que o arrependimento de nossos antepassados foi genuíno e que temos ensinado a doutrina da justiça pela fé desde então. Mas na verdade, a negação da mensagem de 1888 é tão real e forte hoje como foi em 1890. Como resultado dessa falha na década de 1890, Cristo precisou protelar Seus planos outra vez por mais de um século. Hoje, Ele está fazendo outro apelo ao movimento adventista do sétimo dia dizendo que está pronto para levar-nos ao lar, se estivermos prontos para avançarmos em união com Ele. A questão diante de nós é idêntica à questão de 1888. O que acontecerá desta vez? Responderemos de tal modo que Deus possa finalmente levar a efeito Seu plano, ou continuaremos a colocar nossos interesses egoístas acima da vindicação de Deus no grande conflito?

Continua...