segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dicas da Bíblia para Cura de Doenças


Há para os que desejam reconquistar ou manter a saúde uma lição nas palavras da Escritura: “Não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.” Efés. 5:18. Não mediante a excitação ou o esquecimento produzido por estimulantes contrários à natureza e à saúde, não por meio da satisfação dos apetites inferiores e das paixões, se encontrará verdadeira cura ou refrigério para o corpo e a alma. Entre os enfermos muitos existem que estão sem Deus e sem esperança. Sofrem de desejos insatisfeitos, desordenadas paixões, e a condenação da própria consciência; estão-se desprendendo desta vida, e não têm nenhuma perspectiva quanto à por vir. Não esperem os assistentes dos enfermos beneficiá-los  com o conceder-lhes frívolas e excitantes satisfações. Estas têm sido a ruína de sua vida. A alma faminta e sedenta continuará a ter fome e sede enquanto buscar encontrar aqui satisfações. Os que bebem da fonte do prazer egoísta estão enganados. Confundem o riso com a força, e uma vez passada a euforia, a inspiração termina, e são deixados entregues ao descontentamento e desânimo.

A permanente paz, o verdadeiro descanso do espírito, não têm senão uma Fonte. Foi desta que Cristo falou quando disse: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.” Mat. 11:28. “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” João 14:27. Essa paz não é qualquer coisa que Ele dê à parte de Si mesmo. Ela está em Cristo, e só a podemos receber recebendo a Cristo.
Cristo é a fonte da vida. O que muitos necessitam é possuir dEle mais clara compreensão; precisam ser paciente, bondosa e fervorosamente ensinados quanto à maneira em que podem abrir inteiramente o ser às curativas forças celestes. Quando a luz solar do amor de Deus ilumina as mais escuras câmaras da alma, cessam o desassossego, a fadiga e o descontentamento, e satisfatórias alegrias virão dar vigor à mente, saúde e energia ao corpo.
Achamo-nos num mundo de sofrimento. Dificuldades, provações e dores nos aguardam em todo o percurso para o lar celeste. Muitos existem, porém, que tornam duplamente pesados os fardos da vida por estarem continuamente antecipando aflições. Se têm de enfrentar adversidade ou decepção,  pensam que tudo se encaminha para a ruína, que sua sorte é a mais dura de todas, que vão por certo cair em necessidade. Trazem assim sobre si o infortúnio, e lançam sombras sobre todos os que os rodeiam. A própria vida se lhes torna um fardo. Mas não precisa ser assim. Custará um decidido esforço o mudar a corrente de seus pensamentos. Mas a mudança se pode operar. Sua felicidade, tanto nesta vida como na futura, depende de que fixem a mente em coisas animadoras. Desviem-se eles do sombrio quadro, que é imaginário, voltando-se para os benefícios que Deus lhes tem espargido na estrada, e para além destes, aos invisíveis e eternos.
Para toda aprovação proveu Deus auxílio. Quando Israel, no deserto, chegou às águas amargas de Mara, Moisés clamou ao Senhor. Este não proveu nenhum remédio novo; chamou a atenção para o que lhes estava ao alcance. Um arbusto por Ele criado devia ser lançado na fonte para tornar a água pura e doce. Isto feito, o povo bebeu dela e refrigerou-se. Em toda provação, se O buscarmos, Cristo nos dará auxílio. Nossos olhos se abrirão para discernir as restauradoras promessas registradas em Sua Palavra. O Espírito Santo nos ensinará a apoderar-nos de toda bênção, que servirá de antídoto para o desgosto. Para toda amarga experiência havemos de encontrar um ramo restaurador.
Não devemos permitir que o futuro, com seus difíceis problemas, suas não satisfatórias perspectivas, façam nosso coração desfalecer, tremer-nos os joelhos, pender-nos as mãos. “… Se apodere da Minha força”, diz o Poderoso, “e faça paz comigo; sim, que faça paz comigo.” Isa. 27:5. Os que submetem a vida a Sua direção e a Seu serviço, jamais se verão colocados numa posição para a qual Ele não haja tomado providências. Seja qual for nossa situação, se somos cumpridores de Sua Palavra, temos um Guia a nos dirigir o caminho, seja qual for nossa perplexidade, temos um seguro Conselheiro; seja qual for nossa tristeza, perda ou solidão, possuímos um Amigo cheio de compassivo interesse.
Se, em nossa ignorância, damos passos em falso, nosso Salvador não nos abandona. Nunca precisamos sentir que nos achamos sós. Temos anjos por companheiros. O Consolador que Cristo nos prometeu enviar em Seu nome permanece conosco. No caminho que conduz à cidade de Deus não há dificuldades que os que nEle confiam não possam vencer. Não existem perigos de que não lhes seja possível escapar. Não há uma tristeza, uma ofensa, uma fraqueza humana para a qual não haja Ele provido o remédio.
Ninguém tem necessidade de se abandonar ao desânimo e desespero. Satanás poderá se achegar a vós com a cruel sugestão: “Teu caso é desesperado. És irremissível.” Mas há para vós esperança em Cristo. Deus não nos manda vencer em nossas próprias forças. Pede-nos que nos acheguemos bem estreitamente a Ele. Sejam quais forem as dificuldades sob que labutemos, que nos façam vergar o corpo e a alma, Ele está à espera de nos libertar.
Aquele que tomou sobre Si a humanidade sabe compadecer-Se dos sofrimentos dela. Cristo não só conhece cada alma, suas necessidades e provações particulares, mas também sabe todas as circunstâncias que atritam e desconcertam o espírito. Sua mão se estende em piedosa ternura a todo filho em sofrimento. Os que mais sofrem, mais simpatia e piedade dEle recebem. Comove-Se com o sentimento de nossas enfermidades, e deseja que Lhe lancemos aos pés as perplexidades e aflições, deixando-as ali.
Não é sábio olhar-nos a nós mesmos, e estudar nossas emoções. Se assim fazemos, o inimigo apresentará dificuldades e tentações que enfraquecerão a fé e destruirão o ânimo. Estudar atentamente nossas emoções e dar curso aos sentimentos é entreter a dúvida, e enredar-nos em perplexidades. Devemos desviar os olhos do próprio eu para Jesus.
“E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós abundantemente. … E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus.” Col. 3:15-17.
Quando sois assaltados pelas tentações, quando o cuidado, a perplexidade e as trevas parecem circundar vossa alma, olhai para o lugar em que pela última vez vistes a luz. Descansai no amor de Cristo, e sob Seu protetor cuidado. Quando o pecado luta pelo predomínio no coração, quando a culpa oprime a alma e sobrecarrega a consciência, quando a incredulidade obscurece a mente – lembrai-vos de que a graça de Cristo é suficiente para subjugar o pecado e banir a escuridão. Entrando em comunhão com o Salvador, penetramos na região da paz.

As Promessas de Restauração
“O Senhor resgata a alma dos Seus servos,
E nenhum dos que nEle confiam será condenado.” Sal. 34:22.
“No temor do Senhor, há firme confiança,
E Ele será um refúgio para Seus filhos.” Prov. 14:26.
“Sião diz: Já me desamparou o Senhor;
O Senhor Se esqueceu de mim.
Pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria,
Que se não compadeça dele, do filho do seu ventre?
Mas, ainda que esta se esquecesse, Eu, todavia, Me não esquecerei de ti.
Eis que, na palma das Minhas mãos, te tenho gravado.” Isa. 49:14-16.
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Não temas, porque Eu sou contigo;
Não te assombres, porque Eu sou o teu Deus;
Eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da Minha justiça.” Isa. 41:10.
“Vós, a quem trouxe nos braços desde o ventre
E levei desde a madre.
E até à velhice Eu serei o mesmo
E ainda até às cãs Eu vos trarei;
Eu o fiz, e Eu vos levarei,
E Eu vos trarei e vos guardarei.” Isa. 46:3 e 4.
Coisa alguma tende mais a promover a saúde do corpo e da alma do que um espírito de gratidão e louvor. É um positivo dever resistir à melancolia, às idéias e sentimentos de descontentamento – dever tão grande como é orar. Se nos destinamos ao Céu, como poderemos ir qual bando de lamentadores, gemendo e queixando-nos por todo o caminho da casa de nosso Pai?
Os professos cristãos que se estão sempre queixando, e que parecem julgar que a alegria e a felicidade sejam um pecado, não possuem genuína religião. Os que encontram um funesto prazer em tudo que é melancolia no mundo natural; que preferem olhar às folhas mortas em vez de colher as belas flores vivas; que não vêem beleza nas elevações das grandes montanhas e nos vales revestidos de luxuriante verdor; que fecham os sentidos à jubilosa voz que lhes fala na natureza e é doce e harmoniosa ao ouvido atento – estes não estão em Cristo. Estão colhendo para si mesmos tristezas e sombras, quando poderiam ter esplendor, o próprio Sol da Justiça surgindo-lhes no coração e trazendo saúde em Seus raios.
Freqüentemente vosso espírito se poderá nublar por causa do sofrimento. Não busqueis pensar então. Sabeis que Jesus vos ama. Ele compreende vossa fraqueza. Podeis fazer Sua vontade com o simples repousar em Seus braços.
É uma lei da natureza que nossas idéias e sentimentos sejam animados e fortalecidos ao lhes darmos expressão. Ao passo que as palavras exprimem pensamentos, é também verdade que estes seguem aquelas. Se exprimíssemos mais a nossa fé, mais nos regozijássemos nas bênçãos que sabemos possuir – a grande misericórdia e o amor de Deus – teríamos mais fé e maior alegria. Língua alguma pode traduzir, nenhuma mente conceber a bênção que resulta de apreciar a bondade e o amor de Deus. Mesmo na Terra podemos fruir alegria como uma fonte inesgotável, porque se nutre das correntes que emanam do trono de Deus.
Eduquemos, pois, o coração e os lábios a entoar o louvor de Deus por Seu incomparável amor. Eduquemos a alma a ser esperançosa, e a permanecer na luz que irradia da cruz do Calvário. Nunca devemos nos esquecer de que somos filhos do celeste Rei, filhos e filhas do Senhor dos Exércitos. É nosso privilégio manter um calmo repouso em Deus.
“E a paz de Deus, … domine em vossos corações; e sede agradecidos.” Col. 3:15. Esquecendo nossas próprias dificuldades e aflições, louvemos a Deus pela oportunidade de viver para glória de Seu nome. Que as novas bênçãos de cada dia nos despertem no coração louvor por esses testemunhos de Seu amoroso cuidado. Quando abris os olhos pela manhã, dai graças a Deus por vos haver guardado durante a noite. Agradecei-Lhe pela paz que tendes no coração. De manhã, ao meio-dia e à noite, qual suave perfume, ascenda ao Céu a vossa gratidão.
Quando alguém vos pergunta como vos sentis, não penseis em qualquer coisa triste para contar a fim de atrair simpatia. Não faleis de vossa falta de fé e de vossas aflições e sofrimentos. O tentador se deleita em ouvir palavras assim. Quando falais em assuntos sombrios, estais a glorificá-lo. Não nos devemos demorar no grande poder de Satanás para nos vencer. Entregamo-nos muitas vezes em suas mãos por falar no poder dele. Falemos ao contrário no grande poder de Deus para ligar aos Seus todos os nossos interesses. Falai do incomparável poder de Cristo, e de Sua glória. Todo o Céu está interessado em nossa salvação. Os anjos de Deus, milhares de milhares, e miríades de miríades, são comissionados a ministrar aos que hão de herdar a salvação. Eles nos guardam do mal, e repelem os poderes das trevas que nos estão procurando destruir. Não temos nós motivo de ser a todo momento agradecidos, mesmo quando existem aparentes dificuldades em nosso caminho?
Cantar Louvores
Que o louvor e ações de graças sejam expressos em cânticos. Quando tentados, em lugar de dar expressão a nossos sentimentos, ergamos pela fé um hino de graças a Deus.
Louvamos-Te, ó Deus, pelo dom de Jesus,
Que por nós, pecadores, foi morto na cruz.
Coro
Aleluia! Toda a glória Te rendemos sem fim.
Aleluia! Tua graça imploramos. Amém.
Louvamos-Te, ó Deus, pelo Espírito, luz
Que nos tira das trevas e a Cristo conduz.
Ó, vem nos encher de celeste fervor,
De esperança e bondade, de fé, zelo e amor.

O canto é uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo. Ao abrirmos assim o coração à luz da presença do Salvador, teremos saúde e Sua bênção.
“Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” João 14:18 e 27.
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“Louvai ao Senhor, porque Ele é bom,
Porque a Sua benignidade é para sempre.
Digam-no os remidos do Senhor,
Os que remiu da mão do inimigo.” Sal. 107:1 e 2.
“Cantai-Lhe, cantai-Lhe salmos;
Falai de todas as Suas maravilhas.
Gloriai-vos no Seu santo nome;
Alegre-se o coração daqueles que buscam ao Senhor.” Sal. 105:2 e 3.
“Pois fartou a alma sedenta
E encheu de bens a alma faminta,
Tal como a que se assenta nas trevas e sombra da morte,
Presa em aflição e em ferro.
Então, clamaram ao Senhor na sua angústia,
E Ele os livrou das suas necessidades.
Tirou-o das trevas e sombra da morte
E quebrou as suas prisões.
Louvem ao Senhor pela Sua bondade
E pelas Suas maravilhas para com os filhos dos homens.”
Sal. 107:9, 10, 13-15.
“Por que estás abatida, ó minha alma,
E por que te perturbas dentro de mim?
Espera em Deus,
Pois ainda O louvarei.
Ele é a salvação da minha face
E o meu Deus.” Sal. 42:11.
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” I Tess. 5:18. Esta ordem é uma certeza de que mesmo as coisas que nos parecem ser adversas contribuirão para o nosso bem. Deus não nos mandaria ser agradecidos por aquilo que nos causasse dano.
“O Senhor é a minha luz e a minha salvação;
A quem temerei?
O Senhor é a força da minha vida;
De quem me recearei? Sal. 27:1.
“No dia da adversidade me esconderá no Seu pavilhão;
No oculto do Seu tabernáculo me esconderá. …
Pelo que oferecerei sacrifício de júbilo no Seu tabernáculo;
Cantarei, sim, cantarei louvores ao Senhor.” Sal. 27:5 e 6.
“Esperei com paciência no Senhor,
E Ele Se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
Tirou-me de um lago horrível, de um charco de lodo;
Pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos;
E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus.”
Sal. 40:1-3.
“O Senhor é a minha força e o meu escudo;
NEle confiou o meu coração, e fui socorrido;
Pelo que o meu coração salta de prazer,
E com o meu canto O louvarei.” Sal. 28:7.
Um dos mais seguros impedimentos à restauração dos enfermos é o concentrarem a atenção em si mesmos. Muitos inválidos acham que todo o mundo lhes devia mostrar simpatia e dar auxílio, quando o que eles precisam é desviar a atenção de si mesmos e pensar nos outros, e deles cuidar.
Muitas vezes são solicitadas orações pelos aflitos, os tristes e desanimados, e isso é correto. Devemos rogar que Deus derrame luz na mente obscurecida, e conforte o coração magoado. Mas Deus só atende às orações em favor dos que se colocam no rumo de Suas bênçãos. Ao mesmo tempo que pedimos por esses aflitos, devemos estimulá-los a se esforçar por ajudar aos que se acham mais necessitados que eles. Dissipar-se-ão as trevas de seu próprio coração enquanto buscam auxiliar a outros. Ao buscarmos confortar nosso semelhante com o conforto com que nós mesmos somos confortados, a bênção nos é devolvida.
O capítulo 58 de Isaías é uma prescrição tanto para as doenças do corpo como para as da alma. Se desejamos saúde e a verdadeira alegria da vida, devemos pôr em prática as regras dadas nesta escritura. Diz o Senhor quanto ao serviço que Lhe é aceitável e a suas bênçãos:

“Não é também que repartas o teu pão com o faminto
E recolhas em casa os pobres desterrados?
E, vendo o nu, o cubras
E não te escondas daquele que é da tua carne?
Então, romperá a tua luz como a alva,
E a tua cura apressadamente brotará,
E a tua justiça irá adiante da tua face,
E a glória do Senhor será a tua retaguarda.
Então, clamarás, e o Senhor te responderá;
Gritarás, e Ele dirá: Eis-me aqui;
Acontecerá isso se tirares do meio de ti o jugo,
O estender do dedo e o falar vaidade;
E, se abrires a tua alma ao faminto
E fartares a alma aflita,
Então, a tua luz nascerá nas trevas,
E a tua escuridão será como o meio-dia.
E o Senhor te guiará continuamente,
E fartará a tua alma em lugares secos,
E fortificará teus ossos;
E serás como um jardim regado
E como um manancial cujas águas nunca faltam.” Isa. 58:7-11.

As boas ações são bênçãos duplas, beneficiando tanto o que pratica como o que é objeto da bondade. A consciência de proceder bem é um dos melhores medicamentos para corpos e mentes enfermos. Quando a mente está livre e satisfeita por um sentimento de dever cumprido e o prazer de proporcionar felicidade a outros, a animadora influência traz vida nova a todo o ser.
Que o inválido, em lugar de exigir constantemente simpatia, procure comunicá-la a outros. Que o fardo de vossa própria fraqueza, dor e aflição seja lançado sobre o compassivo Salvador. Abri o coração ao Seu amor, e deixai que este flua para os outros. Lembrai-vos de que todos têm provações duras de suportar, tentações difíceis de resistir, e está em vossas mãos fazer qualquer coisa para aliviar esses fardos. Exprimi gratidão pelas bênçãos que tendes; mostrai apreciação pelas atenções de que sois objeto. Mantende o coração cheio das preciosas promessas de Deus, a fim de que possais tirar desse tesouro palavras que sejam um conforto e vigor para outros. Isso vos circundará de uma atmosfera que será benéfica e enobrecedora. Seja vossa aspiração beneficiar os que vos rodeiam, e encontrareis sempre ocasião de ser úteis, tanto aos membros de vossa própria família, como aos outros.
Se os que estão padecendo má saúde esquecessem o próprio eu em seu interesse pelos demais; se cumprissem o mandamento do Senhor de ajudar aos mais necessitados que eles, haveriam de compreender a veracidade da profética promessa: “Então, romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará.” Isa. 58:8.
Mara e Elim
Hoje é Elim com suas palmeiras e fontes,
E sombra feliz para a fadiga do deserto.
Ontem foi Mara, somente rocha e sal,
Solidão sem fim e penosa canseira.
Contudo, o mesmo deserto encerra ambas,
A mesma brisa sobre ambas sopra;
O mesmo vale abriga uma e outra,
E as mesmas montanhas as envolvem.
Assim é conosco sobre a Terra, e assim,
Quanto eu saiba, sempre foi.
O amargo e o doce, a dor e a alegria,
Jazem lado a lado, à parte apenas um dia.
Por vezes Deus converte o amargo em doce,
Por vezes nos abriga na concha de Sua mão.
Por vezes nos guia a fontes aprazíveis;
Por vezes nos traz a um oásis de palmeiras.
Que importa? A prova não será longa.
De igual modo passam Mara e Elim.
Fontes e palmeiras ficam para trás,
Chegamos à cidade de nosso Deus enfim.
Oh! terra feliz! além destes montes solitários,
Onde jorram cantando as fontes eternas.
Oh! santo paraíso! Oh! bendita mansão!
Onde breve finda nossa peregrinação. Horácio Bonar (Tradução livre de J. S. Schwantes).
Bendita Segurança
Que segurança! Sou de Jesus!
Eu já desfruto bênçãos da luz!
Sei que herdeiro sou de meu Deus;
Ele me leva à glória dos Céus!
Coro
Canta, minh’alma! Canta ao Senhor!
Rende-Lhe sempre honra e louvor!
Canta, minh’alma! Canta ao Senhor!
Rende-Lhe sempre honra e louvor!
Sendo submisso sempre ao bem,
Sinto os enlevos puros do além;
Anjos, descendo, trazem do alvor
Ecos da graça, bênçãos do amor.
Sempre vivendo em Seu grande amor,
Me regozijo em meu Salvador;
Esperançoso, vivo na luz;
Quanta bondade tem meu Jesus! Fanny J. Crosby.

Fonte: Livro Ciência do Bom Viver, pgs 241 – 259

sábado, 15 de outubro de 2011

Uma Chave Fundamental - Alexandre Cruden

Em meios aos pioneiros da Igreja Adventista, temos em grande destaque Guilherme Miller, um homem para um tempo oportuno. Nascido em Pittsfied, Massachusetts em 15 de Fevereiro de 1782, Miller foi deísta em boa parte de sua vida, até o momento em que após assistir em sua igreja um comovente apelo de um pregador em 1816 voltou-se com ardor a Bíblia afim de compreendê-la, uma vez que sua visão era de que a Bíblia, se fosse realmente a palavra de Deus, deveria explicar por si só suas aparentes contradições. Entre 1816 e 1818 estudou intensivamente a Palavra de Deus usando apenas uma concordância bíblica de Cruden. Ok! Paremos por aqui. Comumente ouve-se falar que Miller utilizou uma concordância bíblica de Cruden, contudo, o que é uma concordância? Quem foi Cruden!?

Alexandre Cruden foi sem dúvida um homem proeminente na sistematização do estudo da Bíblia, nascido em 1699 em Aberdeen na Escócia e tendo vivido boa parte de sua vida em Londres onde faleceu em 1 de Novembro de 1770, lutou pelos direitos morais da nação e esforçou-se para trazer ao mundo um meio de facilitar o estudo e a compreensão das Escrituras.

Cruden estudou gramática em Aberdeen e formou-se Mestre em Artes em Marischal College, contudo não exerceu a profissão pois logo foi acometido de problemas psicológicos segundo algumas fontes históricas e internado em uma casa para portadores de doenças psíquicas.1

De 1722 a 1735 dedicou-se ao mundo literário, foi professor particular do filho de um grande fazendeiro, exercendo o cargo com outras famílias também, mais tarde foi contratado pelo 10º Conde de Derby como secretário e leitor, contudo por deficiência da linguá francesa acabou sendo dispensado, voltando à Londres, abriu por tanto uma loja de livros em Royal Exchange, obtendo o título de livreiro da Rainha em abril de 1735 por recomendação do prefeito e da maioria dos vereadores.2

Embora tenha obtido um título da Rainha, o seu maior desejo era ser proclamado cavaleiro da corte, uma vez que assim teria mais autoridade moral para corrigir o povo, visto que por volta de 1750 denominou-se “O Corretor do Povo”, e foi em torno de "corrigir" as pessoas em aspectos morais ou na observância do Sábado que Cruden dedicou-se.3 Era seu costume carregar uma esponja, a qual utilizava para apagar todas as inscrições imorais encontradas por ruas e casas, sendo em especial as inscrições que continham o número 45, motivo este de particular senso de dever para com o Rei George William Frederick (George III), uma vez que na edição de número 45 do North Briton foi publicado por John Wilkes um forte ataque contra o Rei, tornando assim este número popular entre os partidaristas contrários ao Rei.4 As correções morais tantas vezes proclamadas por Cruden tiveram como 'pano de fundo' sempre o real interesse de bem-estar para com as pessoas e a sociedade. Conta-se que ao repreender uma prostituta por exerce a atividade, ela declarou não ter outra opção para sustentar-se, ele buscou então promovê-la como empregada doméstica, não obtendo sucesso (pois ninguém a contratou), Cruden contratou-a, a qual trabalhou para ele fielmente até o dia de sua morte.5

Partindo do princípio de que uma sociedade bem estruturada inicia-se com a educação, 'o Corretor' dedicou-se aos jovens também, visitando em Junho e Julho de 1755 Oxfod e Cambridge, ondem foi muito bem recebido e condecorado. Promovendo a moralidade aos jovens, como estimulo Cruden nomeou “vices corretores” para representá-lo na universidade. Ele também visitou Eton, Windsor, Tonbridge e escolas de Westminster, onde ele designou quatro jovens para serem seus representantes. Atualmente uma exortação para a Universidade Cambridge é preservada entre cartas de J. Neville de Emmanuel ao Dr. Cox Macro, no Museu Britânico. 6

Sabe-se que Alexander foi internado algumas vezes em sanatórios para tratamentos psiquiátrico, inclusive uma das internações ocorreu no ano de 1720 em Tolbooth. Comumente biógrafos apresentam duas teorias principais para justificar suas internações:
1. Foi mordido por um cão e contraiu raiva;
2. Ele apaixonou-se pela filha de um clérigo de Aberdeen e não foi correspondido;7
Contudo uma fonte biográfica de Julia Keay, a qual em particular aceitaremos como a mais plausível, afirma que Cruden não era portador de loucura alguma, mas vítima de uma exploração cruel nas mãos de inimigos que encontram no hospício o melhor lugar para manterem o seu adversário trancafiado. Julia Keay escreve com habilidade e realiza uma investigação muito elaborada, com evidências primárias leva o leitor a desenvolver uma avaliação independente sobre Cruden.8 Aceitaremos essa fonte pelo contexto que já foi apresentado até o momento, afinal de contas ter em vista um homem proeminente na obra literária e mantenedor de um alto nível de moralidade não poderia ser possuidor de loucura.

Relatando as obras literárias mais conhecidas de Cruden, como a sua autobiográfica The Adventures of Alexander the Corrector, para o momento citaremos por fim sua grande obra, a qual o promoveu ao longo da história: A Concordância Bíblica. Segundo suas próprias palavras:
“A concordância é um dicionário, ou um índice da Bíblia, onde todas as palavras utilizadas pelos Escritos Inspirados são organizadas em ordem alfabética, e os vários locais onde elas ocorrem são referidos para nos ajudar a encontrar as passagens e as várias significações/sentidos da mesma palavra são comparados.”.9
Reconhecido até mesmo no meio acadêmico atual, no âmbito da Ciência da Informação10 admite-se que para o tempo em que vivera, Cruden estava além do seu tempo pois sua concordância publicada em sua primeira edição no ano de 1737 em comparação com a Bíblia que possuí 800 mil palavras, comporta extraordinariamente 2,4 milhões de palavras. Sem qualquer meio tecnológico ninguém sabe realmente como um homem poderia completar essa gigantesca tarefa que por exemplo comporta um artigo de 4000 mil palavras para referência a “sinagoga”, apenas utilizando uma versão da Bíblia King James, pena e papel em um pequeno quarto em Londres. Autores literários como o Cardeal Hugo, John Marbeck e Samuel Johnson não foram capazes de alcançá-lo ainda que Hugo tenha preparado uma concordância para a Bíblia Latina, Marbeck a primeira concordância inglesa em 1550 e Johnson seu Dicionário da Língua Inglês, ambos contaram com auxílio. Com cerca de 500 monges empenhados na produção a Concordância Latina foi concluída, e com seis secretários o Dicionário da Língua Inglês foi publicado.11 O empenho e a capacidade deste homem foram desafiadoras e sublimes. Ainda que quase unanimemente muitos concordariam que embrear-se em um trabalho de tamanha magnitude seria loucura, Cruden declara seu objetivo:
“Meu grande objetivo e desejo neste trabalho, é de tornar o estudo das escrituras sagradas mais fácil para todos os cristãos, seja cristãos leigos ou ministros do evangelho que fazem das escrituras o estandarte de suas pregações... ...é um meio de propagação entre os meus conterrâneos, e por todos os domínios britânicos, o conhecimento de Deus”.12
Alexander Cruden continuou sua vida revisando e reeditando sua concordância até sua morte em 1770. Em 1870 haviam 32 edições, entre o século XIX e XX 64 edições foram publicadas e até hoje nunca saiu de catálogo.

De maneira sublime Deus orquestrou a história – em meio as Reformas, aos martírios e a grande sede pelas Escrituras Tyndale no dia de sua morte clama pela pelo Rei da Inglaterra, sua oração é atendida, o Rei e eruditos de toda Inglaterra empenham-se com ardor para em 1611 a Bíblia mais fiel ao texto ser publicada, King James Verson.13 No entanto a providência Divina não parou por ai, Deus coloca nas mãos de Cruden esta versão e então é produzida sua extraordinária obra com base na fidelidade do seu texto, para em fim, entre 1816 e 1818 Guilherme Miller ter em suas mãos a Chave Fundamental composta da Bíblia fiel, da Concordância fiel e do Espírito Fiel! Todo o período entre o século XVI e XVII foi de grande empenho espiritual, desde os eruditos literários quanto os grandes compositores como Johann Sebastian Bach ou Jean Philippe Rameau, e tratando-se de música, esse foi o período que a música terrena mais aproximou-se da celeste14, ou seja, Deus veio unindo todos os elementos necessários para culminar no surgimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, era Seu desejo que herdássemos não só a literatura protestante mas também a música deste período, conhecido como Barroco e déssemos continuidade a Reforma, indo avante e além das barreiras deste mundo! Assim, nada temos que temer quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos a maneira pela qual Deus tem guiado Sua igreja.15

J. R. Habkost

Referências 
1 NNDB, Biografia de Alexandre Cruden, MA, Marischal College; 
2 WIKIPEDIA, Alexander Cruden, 08 de Fevereiro de 2011; 
3 JULIA KEAY, Alexander the Corrector, Publicado em The Independent, 06 de Maio de 2004; 
4 NO CAMINHO DE JESUS, Alexander Cruden o Atormentado Gênio, 31 de Maio de 2010; 
5 Ibidem; 
6 NNDB, Biografia de Alexandre Cruden, MA, Marischal College; 
7 MR. JENSON LIM, Alexander Cruden – Madness or Affliction?, 01 de Junho de 2009; 
8 JULIA KEAY, Alexander the Corrector, Publicado em The Scriptorium, 20 de Dezembro de 2006; 
9 ALEXANDER CRUDEN, Citado em Alexander Cruden – Madness or Affliction?, 01 de Junho de 2009; 
10 LUCIANA G. S. S., Caracterização dos pesquisadores em Tratamento Temático da Informação, UNESP 2010; 
11 MR. JENSON LIM, Alexander Cruden – Madness or Affliction?, 01 de Junho de 2009; 
12 ALEXANDER CRUDEN, Bible Concordance, 1ª e 2ª Edição, 1737 e 1761; 
13 J. R. HABKOST, A Bíblia King James e sua História, 24 de Abril de 2011; 
14 DARIO P. DE ARAÚJO, Música, Adventismo e Eternidade, págs. 50 a 62, PR: Gráfica e Editora Líder, 2007; 
15 ELLEN G. WHITE, Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 443, SP: Casa Publicadora, 2008 – Parafraseado;

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

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domingo, 2 de outubro de 2011

Mulher Competênte!?


Domingo, 02 de Outubro de 2011 em pleno século XXI em meio a tantas facetas da humanidade deparo-me com a intrigante, por assim dizer “prosa”:

“O que torna um sonho irrealizável é a inércia de quem sonha!!!
Meu nome é MULHER! Eu era a Eva Criada para a felicidade de Adão;
Mais tarde fui Maria Dando à luz aquele Que traria a salvação;
Mas isso não bastaria Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia A mulher de verdade Para a sociedade;
Não tinha a menor  vaidade Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi: Não dá mais! Quero minha dignidade Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha Sou pai, mãe, arrimo de família;
Sou caminhoneira, taxista, Piloto de avião, policial feminina, Operária em construção...
Ao mundo peço licença Para atuar onde quiser;
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA E meu nome é MULHER..!!!!
(O Autor é desconhecido, mas um verdadeiro sábio...)
(Enviar a todas as MULHERES MARAVILHOSAS e só aos homens
inteligentes...)   --

             Por referência final afirma-se que em meio ao anonimato de sua autoria encontra-se grande sabedoria. Catedraticamente afirmo e questiono: onda há sabedoria em uma mulher ser “pai, mãe e arrimo de família”, uma vez que torna-se possível isto mediante um lar desestruturado, promotor da ausência masculina que supostamente deveria ser o “pai”, o que por sua grande maioria ausenta-se por uma gravidez pré-cojugal, pela invasão inescrupulosa do álcool, ou talvez pelo infame adultério e há quem não se surpreenda, mas o avassalador e desmoralizante homo sexualismo tem entrado para a lista dos “Exterminadores do Futuro” pós-matrimoniais.
                A base de uma sociedade jamais esteve e jamais estará nas mãos de uma mulher “sem vaidade e que busca dignidade”, há os que digam que sou machista, contudo afirmo que o mundo não gira em torno do umbigo de um homem. A base de uma sociedade digna de se admirar está em um lar bem estruturado, em uma mulher que com sua devida competência cumpre o seus devidos deveres.
               O conceito do anônimo de competência é ser caminhoneira, taxista, piloto de avião, policial e operária em construção, porém como devemos nominar a atitude de pilotar um avião, cordernar o transito, encarcerar ladrões e erguer ilusões nas construções enquanto crianças, jovens e adolescente são conduzidos à nuvens negras e carregadas a tal ponto que os derrubaria ao mais profundo oceano enquanto sobrevoam na suposta liberdade juvenil do século XXI? Que nome daremos ao ato de crianças, jovens e adolescente terem suas capacidades mentais furtadas por exposição descontrolada e quase “normalizada” à boa e velha senhora Mídia? Vasculhem seus dicionários se forem capazes e digam-me que nome dou ao fato de mulheres estarem construindo seus castelos de concreto enquanto o inestimável caráter de seus filhos é desestruturado, demolido e aniquilado pela suposta liberdade juvenil do século XXI?
               Unamos a ausência paterna e materna com uma Televisão e teremos como resultado um “monstro”. Um monstro hiperativo, desleixo, respondão, irreverente, mórbido, sedentário, glutão, tóxico dependente de efeitos sonoros e visuais, alheio por completo de conhecimentos gerais, ciências, biologia, história e anatomia. Inseto de consciência para negar a literatura diária e o dinamismo prático daquilo que é acumulado.
               Deixem o tempo tomar conta do seu tempo e promovam a liberdade das propensões imorais de seus filhos, para termos o belo resultado pintado em um quadro negro com tinta de sangue. Esta é a imoral sociedade em que vivemos, promíscua, sem limites para o prazer egoísta e a satisfação do ego, libertina e exarcebada promotora da libertinagem. Uma sociedade que em meio a tantos avanços promissores da ciência, medicina e tecnologia afunda-se na publicidade carcinogênica do fumo, dos industrializados, da insalubridade empresarial, da neo-escravatura sistemática do capitalismo e da incansável batalha para tornar o anormal em moral. Resultado: um câncer no âmago de cada ser. E qual o carcinogênese desta sociedade? A licença que as supostas competentes reivindicam ao mundo para fazerem o que quiserem.
               Que esmero há em ser caminhoneira enquanto crianças, jovens e adolescente recebem cargas de sensualismo, violência, egoísmo e morbidade pela mídia que nos invade de maneira oportunista? Que esmero há em taxiar, pilotar e até mesmo encarcerar enquanto nossos filhos são carreados rumo ao destino aniquilador, pois a piloto abandonou o avião familiar e permitiu o encarceramento mental do futuro social. Lóbulos frontais após lóbulos frontais sendo erradicados pelo atrofismo futurístico, ilusório e artificial do que construímos neste século.
               Ser professora no lar e garantir a subsistência física, moral e intelectual da humanidade não foi de grande apreço para a senhorita competente. O desenvolvimento pleno de todas as faculdades humanas foram permutadas pela vã propalarção da sua satisfação própria e infelicidade de ser competente naquilo que realmente lhe cabia. Tão pouco bastou ser a simples, cortes e humilde mulher virtuosa, agraciada pelo dever de educar o Salvador mundo.
               Jogou como se não bastasse, poder comprar o perdão Divino por boas obras, e cega em seu desenfreado escopo tem tornado o utópico o padrão de seu profundo anseio. A satisfação própria, deposta no materialismo e reconhecimento alheio.
               Pelo que há de mais sagrado mulheres, rogo-vos que abram os vossos olhos e enxerguem o régio valor, lugar e dever da mulher. Lugar este que lhes incumbi deveres com real, palpável e eternos resultados. Que exigem sim, deveres difíceis e padecedores contudo de profunda e longínqua honra. Valores, princípios e destrezas que estão caindo velozmente no ostracismo da utópica modernidade.
            Almejem mulheres, que seus nomes sejam postos ao lado do nome de grandes homens e mulhres que cravaram os seus na Rocha eterna, diante de um universo expectante pela manifestação da Glória (caráter) do Criador em Suas criaturas. E jamais se esqueçam: o perdão Divino não é obtido por vossa COMPETÊNCIA. 

Jean R. Habkost

Que tipo de atenção você quer chamar?

Não adianta muito ficar horas no cabeleireiro ou sofrer colocando cílios postiços. O grande segredo para prender a atenção dos homens está em caprichar na produção dos lábios. Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Manchester, nos Reino Unido, concluiu que nos dez segundos seguintes a um homem ver uma mulher pela primeira vez, ele fica, em média, metade desse tempo olhando apenas para a boca. A informação é do Daily Mail. O experimento acompanhou os movimentos dos olhos de 50 homens, em resposta a imagens de diferentes mulheres. Quando elas usavam batom, a dificuldade de desviar o olhar era grande: eles gastaram, em média, sete segundos olhando os lábios, levando apenas 0,95 segundo vendo os olhos e 0,85 segundo observando os cabelos. Um tom de rosa na boca segurou a atenção deles por 6,7 segundos; já um batom vermelho os prendeu por 7,3 segundos.

Sem maquiagem, a boca feminina não fez tanto sucesso. Nesse caso, os homens dedicaram 2,2 segundos da atenção aos lábios, mas passaram 2,97 segundos admirando os olhos e 2,77 segundos observando os narizes. O estudo também mostrou que lábios carnudos, como os da atriz Angelina Jolie, são considerados os mais atraentes.

O doutor Geoff Beattie, que liderou a pesquisa, conta que a boca exerce um papel fundamental na atração sexual humana. “Lábios carnudos e vermelhos são perfeitos para provocar a fixação masculina, mas as mulheres que simplesmente usam batom – independentemente do seu tipo de lábio – são significamente mais atraentes do que aquelas que não usam”, disse.

(Galileu)

Nota: Os cristãos devem ser representantes de Cristo na Terra. Como "cartas vivas" (2Co 3:2), devem transmitir mensagem coerente, e seu exterior deve ser condizente com o conteúdo dessa mensagem. Temos que chamar atenção para nosso Mestre e ser caracterizados por uma beleza simples e pura. Pode parecer um tanto anacrônico falar disso em pleno século 21, mas é bom lembrar que princípios são eternos.[MB]

Poliamantes e crianças que mentem

Duas notícias me chamaram a atenção hoje: “Crianças que mentem viram adultos bem-sucedidos” e “Poliamor permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo”. São a pura expressão prática do que Isaías escreveu 2.700 anos atrás: “Ai de vós que ao mal chamais bem, e ao bem, mal, que tomais as trevas por luz” (Is 5: 20). Leia aqui o resumo das matérias e veja se o mundo não está mesmo torto:

“Seu filho pequeno anda contando mentiras? Não fique bravo, fique feliz! É o que aconselham pesquisadores do Instituto de Estudos Infantis da Universidade de Toronto, no Canadá. Depois de testar 1.200 crianças com idades entre dois e 16 anos, eles afirmam que os pequenos que mentem com pouca idade mostram um desenvolvimento mental especialmente rápido – o que indica que eles crescerão para se tornar adultos mais desenvoltos e perspicazes. E quanto mais novos eles começam a mentir, melhor! ‘Os pais não devem ficar alarmados caso os filhos contem mentirinhas’, diz o Dr. Kang Lee, líder do estudo. ‘Quanto mais bem construída for a mentira, melhor é o desenvolvimento cognitivo da criança. Eles podem se tornar grandes banqueiros no futuro’, conta. [...]” (Superinteressante)

E a outra notícia: “[O poliamor] se trata de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade. Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. ‘Não há ciúme, pois não há medo de perder’, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. [...] ‘A exclusividade nos relacionamentos está saindo de cena para dar lugar a novas maneiras de amar, como o poliamor’ [, diz ela].” (UOL)