quarta-feira, 27 de março de 2013

Para que fomos criados? Segundo o Cristianismo?


Existem vários aspectos em que o objetivo da criação humana abrange, como por exemplo, cuidar e lavrar do Jardim do Éden (Gen. 2:15), ou ser fecundos e multiplicar a terra conforme é descrito em Genesis 1:28. Com tudo, quando se entende o real objetivo da criação humana, estes e tantos outros fatores acabam ficando em segundo plano e tomando o lugar de meios para se chegar a um determinado fim.

O objetivo maior da criação humana está declarado de maneira simples e direta no livro de Isaías no capítulo 43 no verso 7, aonde encontramos o seguinte texto: “A todos os que são chamados pelo meu nome e os que criei para a minha glória, os formei, e também os fiz.” Na harmonia de Isaías 43:7 e 1º Coríntios 11:7 onde é descrito que o homem “...é a imagem e glória de Deus...” , percebe-se claramente que o objetivo de Deus criar o ser humano foi para que ele fosse a Sua glória.

Encontrar este objetivo é simples e poderíamos parar por aqui, contudo se assim o fizermos as seguintes lacunas permaneceram: o que é a glória de Deus? E para que ser criado para isso? A humanidade é um “troféu” para o Seu criador? Ser criado para a glória de um outro ser, não é algo um tanto egoísta? Se assim for, então a bíblia define Deus como um ser egocêntrico?, ou seja, a definição deste objetivo é fundamental para a real compreensão do mesmo.

O que é a Glória de Deus?
A ocasião mais clara em toda a Bíblia onde alguém deseja ver e entender a glória de Deus está descrita no capítulo 33 do livro de Êxodo a partir do verso 12. O contexto é Moisés no monte Sinai debatendo com Deus e desejando conhecer os caminhos do Criador a as vontades do mesmo para que O seguisse. No verso 18 Moisés pede-lhe que a Sua glória seja-lhe mostrada, contudo e lhe respondido o seguinte, verso 19: “Porém ele disse: Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti, e proclamarei o nome do SENHOR diante de ti; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer.”.

Se repararmos no “trocadilho” que é feito aqui, entenderemos o que foi definido como a glória de Deus. Repare que Moisés vem clamando para que Deus lhe de instruções para que ao segui-las Moisés seja tido como gracioso diante dos olhos de Deus e no ápice de seu pedido (ver a glória de Deus) é lhe respondido que ele veria a bondade, o nome, a misericórdia e a compaixão de Deus. Sem definirmos no momento o que significa ter ou participar do nome de Deus (Apocalipse 7:3, 9:4 e 14:1), pergunto: bondade, misericórdia e compaixão são atributos de que? Sem dúvida alguma são atributos morais, atributos de caráter, ou seja, a glória de Deus são seus atributos de Seu caráter.

A conclusão obvia até o momento é que o homem foi feito para refletir, demonstrar e participar da glória/caráter de Seu criador e podemos ver isso mais claramente quando definimos como o ser humano pode glorificar a Deus.

Como dar glória a Deus?

Algumas definições claras, de como o homem pode realmente glorificar a Deus, define também a maneira prática do objetivo da criação humana segundo o contexto já esboçado. Por exemplo, conforme o livro de Mateus capítulo 5 verso 16, Deus é glorificado quando a luz do homem brilha, ou seja, quando ele pratica boas obras. “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”

Um outro aspecto prático é descrito em João 15:8 onde é mencionado a glorificação de Deus quando o homem produz muito fruto que segundo o livro de Gálatas 5:22 trata-se do fruto do Espírito Santo que é o amor e este esboçado nos seguinte atributos: “...gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.


Conclusão

A glória de Deus é o seu caráter e ser criado para a Sua glória é justamente refletir/participar deste caráter. O objetivo maior da criação humana foi justamente demonstrar ao universo a bondade, a misericórdia e a compaixão de Deus nos atos e atitudes humanas, produzidas pelo Espírito Santo em nosso coração atrás de seu fruto, o amor.

Desde a queda do homem este objetivo vem não só sendo o objetivo primário da criação, mas também o objetivo foco do plano de redenção da humanidade segundo à imagem de Deus. Plano este que visa restaurar o homem segundo a natureza pré-lapso e que será concluído somente com a segunda vinda de Cristo onde humanidade recebe a ultima fase deste plano, sendo esta a restauração física.

Portanto quando vemos citações Bíblicas como a de Apocalipse 14:7 onde é dado um chamado a humanidade para dar glórias a Deus, compreende-se que a mensagem apocalíptica conclama à mesma a refletir o caráter de Seu criador. 

terça-feira, 26 de março de 2013

quarta-feira, 20 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

Preciso de Algo, Que me Conquiste!

Preciso de Algo,
Que me Conquiste!

A capacidade cognitiva de cada ser é o fator que determinará sua vida. Sua capacidade de aprender, de superar, de enxergar o que ninguém enxergar, sua capacidade de errar e olhar para o erro como um futuro acerto, sua capacidade de amar, de sentir a dor e a felicidade, de distinguir a drástica diferença entre o medo e o pavor. A sua capacidade de entender essas palavras determinará sua vida.

Uma vida medíocre, uma vida infame, errante e amarga, ou o ser, um ser. De futuro, de um horizonte sem limites, de um coração sem preço, de uma alma digna de se imitar. Com a capacidade de olhar para si e sentir segurança mesmo em meio às lágrimas, de olhar para suas mãos tremulas diante de uma muralha, mas sem pensar duas vezes determina-se a subir sem olhar para baixo com o desejo profundo e intenso, indescritivelmente intenso de subir e encontrar o pico, o cume... O outro lado.

Não importa o que digam, o que façam, o que pensem, você sobe, luta, sofre, chora, bate, quebra a cabeça mas não para de subir por que você simplesmente quer escrever a sua vida, sua história, o seu livro. Por que você quer pintar o seu quadro, e nele ter o que um dia possa sentar para observar e compartilhar. Uma pintura que está na sua carne, nos seus braços, no seu âmago, no seu cheiro, nos seus cabelos, na sua roupa, nos seus passos, seus abraços.

Cada vida, cada ser, cada pessoa é indiscutivelmente única, e cada caminho, cada passo dado é profundo de mais para ser compreendido no momento que é dado. Cada laço, cada aperto, seja no peito, seja na mão, será sempre um “grão de mostarda” sendo plantado... Sempre será. Que não haja em nossas vidas desperdícios de pessoas, de atos, de pensamentos e desejos. Que não haja escassez de empatia, mas que haja abundância de compaixão, sabedoria e inteligência. Que haja futuro, e nele, força, garra, contribuições, amizades, fraternidade, maternidade e paternidade. Possamos nós, valorizar os passos e o que/quem encontramos em cada um deles.

“Preciso de uma mão, preciso que me sacudam, preciso de uma outra oportunidade; Preciso de uma luta, preciso de energia, preciso de algo que me conquiste;”

J.R. Habkost

quarta-feira, 6 de março de 2013

Depressão e alimentos industrializados

Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão. Em contrapartida, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição. O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo. Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.

Os especialistas dizem, no entanto, que - embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis - é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.

Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.

Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.

Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais. Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados. (...)

"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch. "Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."

McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.

"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."

segunda-feira, 4 de março de 2013

Dormir pouco altera atividade dos genes

Muitos estudos já mostraram uma relação entre o sono insuficiente e consequências negativas à saúde e ao dia a dia, como o aumento do risco de obesidade e de problemas cardiovasculares e mentais. No entanto, pouco se sabe sobre o que acontece no organismo após uma noite mal dormida e que desencadeia efeitos como esses. Segundo um novo estudo inglês, a resposta está nos genes – ou seja, a privação do sono reduz a atividade de vários genes, entre eles alguns associados à regulação do metabolismo, alterando funções como o apetite, a queima de calorias e os sistemas imunológico e cardíaco. Essas conclusões foram publicadas nesta segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

No estudo, 26 voluntários, em um ambiente controlado, passaram uma semana dormindo durante o tempo adequado (aproximadamente 8,5 horas) e outra semana dormindo poucas horas (5,7 horas em média). Ao longo de todos esses dias, os pesquisadores analisaram os genes dos participantes a partir de amostras de sangue recolhidas deles. Segundo os resultados, um grande número de genes se tornou menos ativo na semana em que houve privação do sono.

De acordo com Simon Archer, coordenador do estudo, o próximo passo de sua equipe será investigar de que forma poucas horas de sono, ao reduzirem a atividade de determinados genes, afetam a saúde a longo prazo. Archer também quer descobrir se há pessoas mais vulneráveis do que outras aos efeitos negativos de um sono insuficiente.

(Veja)