domingo, 29 de setembro de 2013

Ben Carson e a Democracia Americana (de Obama)


Obs.: É necessário ativar a legenda no player do vídeo, caso não haja compreensão do inglês.

Premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade e dono de 27 títulos honorários de doutorado, considerado por muitos o maior neurocirurgião do mundo, o famoso médico norte-americano Dr. Benjamin Carson deixou o presidente Barack Hussein Obama visivelmente desconfortável durante discurso proferido recentemente no tradicional National Prayer Breakfast.

O National Prayer Breakfast é realizado em Washington, DC, na primeira quinta-feira de fevereiro de cada ano. O evento é organizado pela entidade cristã chamada The Fellowship Foundation e os anfitriões são os congressistas norte-americanos. Na edição de 2013, ‘Ben’ Carson, como é conhecido nos EUA, foi o convidado.

Carson falou por mais de 25 minutos e abordou temas tão variados quanto educação, responsabilidade individual e o pensamento politicamente-correto. Além disso, o renomado cientista, que é conservador, obrigou Obama a engolir em seco diante de suas pesadas críticas às políticas públicas da gestão atual. Ele falou ainda sobre sua infância pobre e acerca de sua fé em Jesus.

No hospital Johns Hopkins em Baltimore, Maryland, ele também é professor de neurocirurgia, cirurgia plástica, oncologia e pediatria e autor de mais de 90 publicações sobre neurocirurgia. Em 2009 teve sua história de vida contada no filme ‘Gifted Hands’ [Mãos Talentosas], no qual foi interpretado por Cuba Gooding Jr.

São vídeos como esse que evidenciam as profundas diferenças entre a democracia brasileira e a norte-americana. Além de figurar discretamente na ‘mesa-diretora’ do evento e se limitar a ouvir calada e respeitosamente as provocações que Benjamin Carson fazia da tribuna, Barack Obama não recebeu nenhum tratamento distinto da parte do palestrante, sequer um aperto de mão. Lá, no debate de idéias, presidentes são tratados como pessoas comuns. E eles mesmos, no fundo, sabem que são.

Vale ressaltar as devidas publicações em português do Dr. Carson com suas devidas sinopses:

Ben Carson - Autobiografia

Ben Carson era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava más notas na escola. Entretanto, aos 33 anos, ele se tornou o diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, Estados Unidos. Em 1987, o Dr. Carson alcançou renome mundial por seu desempenho na bem-sucedida separação de dois gêmeos siameses unidos pela parte posterior da cabeça – uma operação complexa e delicada que exigiu cinco meses de preparativos e 22 horas de cirurgia. Sua história, profundamente humana, descreve o papel vital que a mãe, uma senhora de pouca cultura, mas muito inteligente, desempenhou na metamorfose do filho, ajudando a transformar um menino sem perspectivas em um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo.

Risco Calculado

Em nossa cultura que tenta evitar o risco a todo custo, estimamos muito o valor da segurança. Mas, ao nos protegermos dos riscos, perdemos a grande aventura de viver a vida em todo seu potencial. Com exemplos pessoais, o Dr. Carson nos convida a enfrentar os riscos presentes em nossa própria vida. Você encontrará informações que o ajudarão a se livrar do medo de se arriscar para que seja capaz de sonhar alto, agir com confiança e colher recompensas que jamais imaginou.






Sonhe Alto

Sonhe alto é uma ampliação do último capítulo da autobiografia intitulada Ben Carson, que conta a história do menino pobre que se tornou neurocirurgião de fama mundial.




sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Ciência confirma: ateísmo é antinatural

O Dr. Justin Barrett, um pesquisador sênior do Centre for Anthropology and Mind, da Universidade de Oxford, alega que os jovens possuem uma predisposição para acreditar num Ser Supremo porque assumem que tudo o que existe no mundo foi criado com um propósito. Ele afirma que as crianças têm fé mesmo quando não foram ensinadas pelas escolas ou pela família; ele alega também que, se as crianças fossem criadas sozinhas numa ilha deserta, acabariam por acreditar em Deus. Falando para a BBC Radio 4, Barrett afirmou: “A preponderância de evidências científicas recolhidas durante os últimos dez anos mostrou que há muito mais coisas embutidas no desenvolvimento natural das mentes infantis do que pensávamos – incluindo uma predisposição para ver o mundo natural como algo criado e com um propósito, e para ver algum tipo de Inteligência por trás desse propósito. Se colocássemos um grupo de crianças numa ilha e elas crescessem isoladas do resto do mundo, e sozinhas, acho que elas acabariam por acreditar em Deus.”

Numa palestra a ser dada no Instituto Faraday da Universidade de Cambridge, [...] o Dr Barrett citará experiências psicológicas levadas a cabo com crianças que ele afirma demonstrarem que elas instintivamente acreditam que quase tudo foi criado com um propósito. Num dos estudos, foi perguntado a crianças com seis e sete anos o porquê da existência do primeiro pássaro, ao que elas responderam: “Para fazer música bonita”, e “Porque serve para tornar o mundo mais agradável”.

Outra experiência levada a cabo com bebês de 12 meses sugeriu que eles ficaram surpreendidos por ver um filme em que uma bola rolante aparentemente criou uma pilha de blocos organizada a partir de uma pilha de blocos desorganizada.

O Dr. Barrett afirmou que existem evidências de que aos quatro anos as crianças entendem que, embora alguns objetos possam ser feitos pelos seres humanos, o mundo natural é diferente. Ele acrescentou que isso significa que as crianças são mais suscetíveis de acreditar no criacionismo do que na teoria da evolução, apesar do que lhes possa ser dito pelos pais ou professores.

O Dr. Barrett disse ainda que alguns antropólogos apuraram que em algumas culturas as crianças acreditam em Deus mesmo quando o ensino religioso lhes foi barrado.

O desenvolvimento normal e natural das mentes infantis faz com que elas sejam mais suscetíveis à criação divina e ao design inteligente. Em contraste, a teoria da evolução é antinatural e relativamente difícil de acreditar.


Nota do blog Darwinismo: "Aparentemente, o cérebro humano está construído para ver propósito e ordem no mundo natural – algo que rapidamente nos leva para outra dimensão de existência, uma vez que essa ordem e esse propósito nunca poderiam ser autoimpostos. Portanto, sempre que um militante ateu alega que ‘todos nós nascemos ateus’, ele está a fazer uma declaração que contradiz as evidências. Obviamente que se pode dizer que essas experiências foram feitas com crianças com seis ou sete anos, ou com as de 12 meses (e não com recém-nascidos), mas é difícil aceitar que essa inclinação natural do cérebro humano seja algo ensinado ou instalado pela sociedade. Aliás, o próprio Dr. Barrett sugere que isso é algo inato e imutável. O que o ateísmo e a teoria da evolução fazem no cérebro humano é rejeitar a natural tendência humana de ver um propósito e uma causa nos efeitos naturais, e acreditar que o Universo em si é um efeito sem causa – um sistema sem um Engenheiro –, algo que é, usando a palavra do texto acima, antinatural. Convém ressalvar que só porque uma coisa é ‘difícil de acreditar’ isso não a torna falsa. O que o texto acima mostra é que o argumento ‘todos nascemos ateus’ é cientificamente falso."

domingo, 8 de setembro de 2013

O Colapso Global

"… A crise financeira não é um evento que ocorre em uma situação de calma ou vazio político. Os Bancos Centrais e os organismos financeiros internacionais que provocaram nosso colapso atual, que segue evoluindo, não permitirão que a destruição da economia dos EUA, ou do dólar, ou dos mercados mundiais, não seja encoberta por um acontecimento que oculte sua culpabilidade".

"Necessitam de algo grande. Algo tão grande que os cidadãos comuns fiquem esmagados pelo medo e pela confusão".

"As elites necessitam de um apocalipse fabricado".

"Aí entra a Síria..."

"O pacto de defesa mútua entre a Síria e o Irã, seus fortes vínculos com a Rússia, a base naval russa em suas costas, o avançado armamento russo em seu arsenal, sua proximidade a rotas marítimas de petróleo vulneráveis, fazem desta nação um catalizador perfeito para uma catástrofe global. A guerra civil na Síria já está se estendendo aos países vizinhos como Iraque, Jordânia e o Líbano, e ao examinar os fatos de maneira objetiva, toda a guerra é produto da ação encoberta por parte dos EUA e seus aliados".

"Mas qual é o objetivo neste caso? Creio que o objetivo é transformar os sistemas políticos, econômicos e sociais do mundo. o objetivo é infundir medo, o medo que se pode utilizar como capital para comprar, o que os globalistas chamam de 'Nova Ordem Mundial'. A Síria é a primeira peça do dominó de uma grande cadeia de calamidades..."


"O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias". Testemunhos para a Igreja, v. 9, pág. 14

sábado, 7 de setembro de 2013

Cidade dos Anjos? Quais Anjos?

Bom, a começar pelo titulo, somos levados a um cenário angelical e a uma suposta cidade de anjos, logo, com tranquilidade podemos ser remetidos a termos bíblicos, a um contexto religioso. Perguntamos então: qual é e onde é a cidade dos anjos? Neste contexto somos levados ao céu obviamente, o lugar e a cidade descrita pelos textos bíblicos é a Jerusalém celestial.

Pois bem, dentre os anjos e a sua cidade, qual, onde e quando um anjo foi precipitado la do “alto”? Qual anjo é o anjo que caiu? No livro de Isaías encontramos uma descrição da queda de um anjo, segue o texto:

Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! 13 E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. 14 Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. 15 E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.” – Isaías 14:12-15

No livro Apocalipse de João a uma outra descrição sobre a queda deste anjo e com um contexto mais amplo da situação, segue o texto:

E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; 8 Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. 9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” – Apocalipse 12:7-9

Em Ezequiel capítulo 28, a uma outra descrição deste mesmo anjo, antes e depois de sua queda, com o seu resplendor e passando a ser decaído, corrompendo o seu coração:

Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia,topázio, diamante, turquesa, ónix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. 14 Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. 15 Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. 16 Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. 17 Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti.” – Ezequiel 28:16-17

Pelo contexto bíblico, o único anjo que sofre uma queda é justamente Lúcifer, tornando assim Satanás, o enganador e acusador da humanidade. Aplicando ao filme, neste momento nos deparamos com um paralelo a queda de Lúcifer, um anjo que decide abandonar o mundo celestial e habitar entre a humanidade por culpa da sua expulsão da Cidade dos Anjos, a Jerusalém celestial.

Se continuarmos na história do filme, e reparamos em alguns detalhes com um olhar questionador, vamos encontrar algumas coisas mais profundas e claras quanto ao verdadeiro enredo.

Repare, todos os anjos sempre estão vestidos de preto, em momento algum há alguma manifestação gloriosa que possa conotar algo claro, puro ou santo conforme o contexto angelical descrito nos texto bíblicos. No relato da ressurreição de Cristo por exemplo, há uma descrição do anjo que é responsável por remover a pedra do sepulcro, note que ele é descrito no texto com aspectos claros, tanto em sua aparência quanto em seu vestir:

E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. 3 E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve.” – Mateus 28:2-3

Um outro detalhe a cerca dos “anjos” é que eles sempre “veneram” o por-do-sol e há cenas que demonstram o observar deste evento diante do mar. Pois bem, vamos ao contexto bíblico/profético destes símbolos, para entendermos melhor. Há uma descrição messiânica em Malaquias, que descreve Cristo como o Sol da Justiça:

Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.” – Malaquias 4:2

E há uma descrição em Apocalipse que releva ser as águas de um grande “mar”, um símbolo profético para grandes multidões, e o contexto, é justamente onde a grande Babilônia está assentada:

E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.” – Apocalipse 17:15

Harmonizando estas citações e a situação, vemos que os anjos apresentados pelo filme, tratam-se na realidade dos demônios, anjos que não possuem a glória e a luz celestial. E como se não bastasse, a admiração pela queda do sol, não seria uma referência ao “apagar” Cristo (o Sol da Justiça) da mente e coração dos povos e multidões (mares, águas), pelas quais o evangelho deve ser pregado (Mateus 24:14)?

Um outro detalhe curioso, é que a queda do anjo é dada pelo suposto “amor” de uma mulher, que no contexto do filme já estava em um relacionamento com outro homem, mas cria laços pelo anjo/demônio. Neste momento, é claro de notarmos que, de modo sutil um “adultério” é cometido, o termino de uma relação “conjugal” que tacitamente é desonroso diante dos olhos de Deus. Mas ainda assim nos resta a questão: o que esse relacionamento representa? Há algum símbolo bíblico/profético? Sim, há!

No contexto bíblico, Cristo sempre foi descrito como o Noivo, e a igreja como a noiva de Cristo, é possível notar tais descrições em Mateus 25 na parábola das virgens, vemos em Apocalipse a grande cidade de Deus sendo descrita como “esposa ataviada”, a igreja como sendo a “esposa/noiva do Cordeiro” (Apocalipse 19:7, 21:2 e 21:9), e Paulo faz o paralelo entre a mulher/igreja e o homem/Cristo em I Coríntios 11:3 e em Efésios 5:23.

Com base nestes textos, temos a compreensão que mulher/noiva/esposa no contexto profético trata-se na realidade de um símbolo profético para igreja. Deste modo, no livro de Apocalipse há a descrição de duas mulheres, uma no capitulo 12 e outra no capitulo 17, uma como sendo a igreja de Cristo e outra a de Satanás, a cidade dos anjos não caídos e a cidade dos anjos caídos (Apocalipse 18:2)!

Não é curioso então, que a mulher (igreja) do filme seja de pele e cabelos claros, e em boa parte das cenas apareça com roupas claras (em comparação a descrição da Noiva de Cristo do capítulo 12 de Apocalipse), inclusive quando se encontra com o seu anjo/demônio/Satanás, em contraste com a sua roupa escura (trevas)?

Não seria então uma referência clara do inimigo de Deus tentando seduzir a igreja de Cristo, levando-a a abandonar o antigo relacionamento para ficar com o anjo caído? E o mais intrigante é que justamente quando a mulher/igreja faz a sua decisão de estar e ficar com o seu atual “amor” ela morre, desfalece, deixa de existir! E curiosamente a cena que demonstra este evento é justamente uma representação da mulher/igreja experimentando uma sensação de grande "amor/liberdade" em uma estrada, talvez simbolizando claramente o caminho que ela escolheu seguir. Não seria esse o grande plano do inimigo de Deus? Seduzir a Sua igreja para por fim sutilmente derrota-la? Destruí-la?

O roteiro do filme é envolvente, um bom romance com cenas sensíveis e tocantes, uma boa história de amor, drama e paixão, contudo há outra história de amor e esta verdadeira! Descrita onde? No livro de Apocalipse e narrada pelo apóstolo João. Infelizmente o inimigo de Deus a tem satirizado pelos “contos de fada” atualmente, mas o livro de Apocalipse é uma grande história de amor, uma carta que conta a história de um Príncipe em um cavalo branco (Apocalipse 6:2 e 17:11), em busca da sua noiva que é perseguida pelo grande dragão (Apocalipse 12)! Cristo sempre lutará (e vencerá!) pelo amor de Seu povo, de sua igreja. Um amor que dará a verdadeira liberdade e a verdadeira sensibilidade do amar, um amor que será verdadeiramente eterno e que jamais levará Sua “amada” para a morte e destruição, mas sim para a eternidade.

J. R. Habkost