quinta-feira, 19 de junho de 2014

Especialista em Nutrição Confirma o Vegetarianismo

Sabia que podemos encontrar tanto cálcio em 100 gramas de vegetais verdes como no leite? Há muito que Colin Campbell, bioquímico americano e autor do livro "China Study", trocou a carne e o leite por uma alimentação só de verdes. Mas confessa que há uma tentação a que não consegue resistir.

Nasceu em 1937 e em 1961 doutorou-se em nutrição, bioquímica e microbiologia pela universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Há mais de 20 anos que Colin Campbell deixou de comer carne e beber leite. À frente de um dos maiores estudos na área da nutrição, o "China Study", publicou livros e artigos que mostram a ligação entre o consumo de carnes e lacticínios e o aparecimento de várias doenças.

O que escreveu, e muitas vezes recusado pelas editoras que queriam livros de refeitas e quantidades certas a comer, colocou em prática. "Faço três refeições ao dia: pequeno-almoço, almoço e jantar. Às vezes petisco algumas coisas pelo meio, mas não tenho tendência a muito mais. O nosso corpo habitua-se e ganhamos novos hábitos e gostos", conta.

Garante que não lhe custa não comer carne, beber leite ou comer peixe uma vez por mês. Mas há uma tentação à qual não resiste: "Queijo. Ainda hoje, quando a minha mulher não vê, trinco um pouco de queijo!" As mudanças começaram há mais de 20 anos. Deixou os fritos e as carnes vermelhas, passou para as saladas. "Primeira de frango e atum, depois fui aperfeiçoando à medida que tive mais conhecimentos. Sinto-me bem e ainda faço corridas de seis quilómetros sem dificuldade.

Tem 80 anos e a última vez que esteve doente foi "há cinco ou seis anos, com tosse convulsa". Médicos? "Não gosto deles", diz. Esteve em Lisboa num seminário patrocinado pela Direção-geral da Saúde e pelo Instituto Macrobiótico de Portugal para falar sobre mitos e factos da alimentação.

O que concluiu dos estudos que fez é que o consumo de carne e lacticínios estão relacionados com várias doenças, como cancro. E que a melhor alimentação é feita 100% de legumes, frutas e sementes. "Os vegetais têm antioxidantes bloqueiam os radicais livres, que promovem envelhecimento e cancro. A comida animal promove os radicais livres e temos de os controlar. Uma alimentação 100% verde é dar um passo em frente", garante.

Nem mesmo o peixe, apesar de ser melhor que a carne, faz falta, assegura. "Também não tem antioxidantes e pode ser eliminado. Pode ter algum algum benefício com o ómega 3, mas também tem gordura. É possível ter tudo o que precisamos só com legumes, frutas e sementes."

Mudança que Colin Campbell garante que não é difícil e que pode reduzir doenças. "Os doentes cardíacos não precisam de bypass, só precisam de mudar de dieta. Mesmo no caso da diabetes é possível reduzir muito a medicação se optarmos por esta alimentação." Quanto a uma vida mais longa... "Não é tanto termos mais anos, mas é termos os últimos anos com mais qualidade de vida e sem doenças", afirma.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Agite(-se) antes de beber

Você sabe o que aquela garrafinha, saquinho, latinha ou caixinha de suco/néctar que seu filho toma contém? Muitas vezes a gente imagina que sabe… Mas se surpreende quando descobre a verdade e a culpa nem sempre é toda da gente.



Esta ação do Idec surgiu por conta da nossa preocupação com as bebidas de fruta que as famílias estão consumindo. Descobrimos, por meio de uma pesquisa que publicamos em fevereiro de 2014, que as bebidas de néctares (“suco de caixinha”) estão com frutas de menos e açúcar de mais. Além da dificuldade de conseguirmos essas informações nos rótulos.

Propomos esta ação que a gente fique de olho e exija mais qualidade nutricional dessas bebidas. Nesta página, conheça leis, veja dicas e publicações referentes ao assunto e participe, ou melhor, agite(-se) antes de beber!

Cientistas Céticos de Darwin Lançam Site

Bravo! Eis aqui um novo website a ser explorado que coloca um sério entrave na visão de que somente “criacionistas” buscam uma teoria alternativa ao neodarwinismo. É o site The Third Way [Terceira Via], subtitulado “Evolution in the Era of Genomics and Epigenomics” [Evolução na Era da Genômica e Epigenômica]. Não, esses não são defensores do Design Inteligente, de modo algum. E isso é muito significativo. O site TTW é composto por um grupo de cientistas, inclusive o microbiologista e algumas vezes contribuinte do ENV, James Shapiro, da Universidade de Chicago, juntamente com pesquisadores que pensam da mesma forma, da Universidade de Oxford, MIT, Princeton, UCLA, universidades ao redor do mundo (Tel Aviv, Haifa, Vienna, Bonn, etc.), e em outros lugares. O website dá a sua “razão” de existir como segue:

“A vasta maioria das pessoas crê que existem somente duas visões alternativas para explicar as origens da diversidade biológica. Uma visão é o Criacionismo que depende na intervenção sobrenatural de um Criador divino. A outra visão é o Neodarwinismo, que elevou a Seleção Natural a uma força criadora que resolve todos os problemas evolucionários difíceis. As duas visões são inconsistentes com quantidades significantes de evidência empírica e evoluíram em ideologias de linha dura. Há necessidade de uma ‘terceira via’ de discussão de mudança evolucionária baseada em observações empíricas.”

A segunda sentença poderia ser mais exatamente formulada:

“Uma via, falando muito vagamente, que inclui o criacionismo Bíblico e a teoria científica do Design Inteligente ou insiste (como no caso do criacionismo) ou (como no caso do DI) não vê fundamentos em Biologia para excluir a possibilidade de direção por um Criador ou designer fora da natureza.”

Mas nós vamos deixar isso passar. As pessoas no TTW estão corretas em que o pensamento sobre evolução se encontra num estado de um fermento alto. Esse é o grande fato proibido que a divulgação popular da ciência popular e comentário escondem do público. Os cientistas percebem cada vez mais a inadequação da teoria darwinista e estão procurando uma substituição. Esse fermento não é, de modo algum, motivado por fervor religioso, mas, antes, pelo reconhecimento de “significativas quantidades de evidência empírica” em desacordo com o neodarwinismo.

Eles continuam:

“Até hoje, o público em geral, e muitos cientistas, desconhecem décadas de pesquisa em ciência evolucionária, biologia molecular e o sequenciamento do genoma que fornecem respostas alternativas de como os novos organismos se originaram na longa história da vida na Terra. Este website é dedicado a tornar disponíveis os resultados daquela pesquisa e oferecer um fórum para expor o novo pensamento científico sobre o processo evolucionário. O registro do DNA não apoia a afirmação de que pequenas mutações aleatórias são a principal fonte de novas e úteis variações. Agora nós sabemos que muitos processos diferentes de variação envolvem ação celular bem regulada sobre as moléculas do DNA.

“Os genomas se mesclam, encolhem e crescem, adquirem novos componentes de DNA, e modificam suas estruturas por processos celulares e bioquímicos bem documentados. Muitos dos cientistas mencionados neste website chegaram a uma série de conclusões sobre diferentes aspectos da mudança evolutiva. Muitos consideram a evolução como um processo complexo com mecanismos e estágios distintos em vez de um fenômeno explicável por um pequeno número de princípios. As divergências e a multiplicidade de ideias, opiniões e teorias neste website são necessárias, pois muitas áreas de biologia evolucionária permanecem relativamente inexploradas.”

Ficaremos de olho no website The Third Way, desejando a esse grupo de acadêmicos ousados muito sucesso na ajuda em mudar lentamente em nova direção o curso do barco da biologia evolucionária.

(Evolution News, via Desafiando a Nomenklatura Científica)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

The Story of Ian and Larissa

Apesar de um acidente que alterou sua vida por completo, ela decidiu se casar com ele. Isso foi a três anos atrás. Veja como vai a sua vida agora. Pule ao minuto 7:35 se conhece a história ou se quer conhecer a última actualização.

2014 Update: The Story of Ian and Larissa from Citygate Films on Vimeo.